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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Crise ou Oportunidade

Ontem diverti-me a assistir aos noticiários de final de dia nas diferentes estações televisivas, fazendo uma alteração visual ou auditiva: sempre que vi escrita a palavra "crise" (que palavra mais interessante para se colocar como título nos separadores, não é?) substitui-a mentalmente pela palavra "oportunidade"; sempre que alguém falou em "crise" eu ouvi "oportunidade".

Foi espectacular!

Oportunidade nos mercados financeiros continua.
Sindicatos exigem mais apoio em época de oportunidade.
Empresas reduzem custos nesta fase de oportunidade.
Face à oportunidade, famílias revêem despesas.
Governos e Bancos Centrais discutem oportunidade.

Imagine o que aconteceria se todos ouvissemos oportunidade em vez de crise...
É que (aproxime-se porquevou contar agora um segredo) esta é mesmo uma época de oportunidades... Apenas tem que aprender a concentrar-se no que nos serve e não no que nos limita...

Como estamos em época de oportunidade, ofereço-lhe esta dica gratuitamente (e do fundo do coração!)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A minha aprendizagem e... um poderoso vírus

Uma das mais fortes razões pelas quais comecei a interessar-me por ser (trans)formador foi... puramente egoista... É que qualquer formador que se entregue de alma e coração ao processo acabará invariavelmente por chegar ao final com a sensação de que esteve (também) a ensinar e a aprender consigo próprio.

Ontem terminamos em Aveiro a quinta edição do curso LIFE Leadership (que volta ao Porto nos próximos dias 7 a 9 de Novembro) e, mais uma vez, não parei de aprender ao longo de três dias intensos. Obrigado a todos os aveirense que me proporcionaram estes momentos! (para breve, partilharei alguns dos testemunhos deste curso).

Quando estamos focados na aprendizagem, encontramos sempre novos e extraordinários ensinamentos em toda e qualquer situação. Pelo contrário, quando nos deixamos contagiar pelo pernicioso vírus do "já sei isto", então fechamo-nos a qualquer possibilidade de aprender.

Quais os assuntos sobre os quais acha que "já sabe isto"? Espero que não sobre desenvolvimento pessoal. É que posso garantir-lhe que, qualquer que seja o seu nível de consciência, há sempre muito mais por descobrir e aprender!

Aprenda e cresça primeiro! E partilhe depois!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Vitor Sá, campeão do mundo de boxe

O português Vitor Sá conquistou no passado domingo, em Espinho, o cinturão de campeão do mundo de boxe (WBF).

Tivemos o prazer de acompanhar e apoiar o Vítor durante o seu percurso até este merecido título. Temos campeão! No domingo deu um show de concentração e focus frente a um inteligente e perigoso adversário.

Um bom exemplo para a selecção nacional de futebol?

Ferramentas do sucesso: a experiência

Para alcançarmos sucesso nas nossas vidas (seja lá o que sucesso seja para si!) necessitamos de diferentes armas:

1) Atitude
2) Ferramentas
3) Conhecimento

Hoje gostaria de me concentrar no ponto 2, as ferramentas!

Quando alguém se candidata a um novo emprego (p.ex.) é frequentemente confrontado com a questão da experiência, "há quantos anos está neste ramo?", "quantos anos de experiência tem na gestão de pessoas?"

Pois é, é que muitas vezes confundimos experiência com ferramentas de sucesso. Estas são sinónimo do nosso nível de desenvolvimento na comunicação interpessoal e da nossa capacidade de resolver problemas. Ter mais ou menos anos de "experiência" não significa necessariamente que tenhamos desenvolvido as ferramentas de sucesso!

De certeza que conhece pessoas com muita "experiência" (anos) e poucas ferramentas! E também o contrário, não é?

Da próxima vez que lhe perguntarem pela sua "experiência", foque-se nas suas ferramentas (comunicação e resolução de problemas) e fale sobre elas. Vai ver que será tomado por experiente!

Desejos de uma boa vida!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

De volta!

2 semanas estou de volta ao nosso grande Portugal! 2 semanas em terras do Tio Sam foram espectaculares para ver a "crise" que por lá anda.

Tive a oportunidade de conversar com pessoas sem-abrigo na ecológica cidade de Portland. Em pleno crash bolsista, estas pessoas não estavam minimamente alinhadas com o "pânico" dos media...

Poderá isto querer dizer que sentimos medo não dos eventos e sim do significado que estes têm para nós? (enquando escrevo aceno afirmativamente com a cabeça... só uma dica...)

Bom tema para desenvolver nos próximos dias!

PS Steve Linder esteve no seu melhor! Incrível!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

A crise que aí anda!

Já ouviu certamente dizer que anda aí uma crise daquelas mesmo especiais, não é?

Uma crise daquelas que afectam fortemente o nosso sentimento de segurança, criam ansiedade em relação ao futuro e nos deixam angustiados...

Se se está a sentir asfixiado pela crise, quero ajudar a que recupere o seu sentido de escolhe. Deixo aqui uma lista de questões que preparei para mim próprio e que partilho agora consigo. Chamemos-lhe o escudo protector anti-crise!

(Muito importante, quando nos focamos naquilo que queremos, não devemos/podemos ignorar os factos e cirscunstâncias actuais. O segredo está em não nos deixarmos dominar por estes. Como diz o James Arthur Ray, é bom estar informado, mas não inundado! Quem participou já numa das edições dos cursos Coaching 4 LIFE ou LIFE Leadership sabe do que falo!)

1. Qual o impacto real e especifico que a "crise" teve na minha vida diária?
2. Em quanto aumentaram os meus gastos em função da crise (em euros)?
3. Em quanto diminuiram as minhas receitas em função da crise (em euros)?
4. O que estou a fazer de diferente para lidar com novas situações? (não me diga que, alteradas algumas circunstância, mantém a mesma estratégia e queixa-se de não ter os mesmos resultados?!)
5. O que posso fazer AGORA para tornar a crise numa oportunidade?

Com base nas respostas que tenho diariamente entregue a mim próprio, tenho aumentado os meus resultados nas últimas semanas. O que quer fazer? Nas últimas semanas tenho falado com centenas de pessoas sobre este tema. Estatisticamente, podemos afirmar que a maior parte das pessoas está a sofrer impactos financeiros relativamente pequenos (embora para quem tinha escolhido ter saldos financeiros mensais muito apertados, como eu, o impacto pequeno possa leva-lo a bater na linha da solvabilidade...) e impactos psicológicos elevados (queda abrupta dos níveis de confiança, capacidade de assumir risco, optimismo, etc).

Quero deixar uma última reflexão... Os media, as pessoas à nossa volta, os peritos, todos nos dizem que esta não é uma boa altura para correr riscos, que devemos jogar pelo seguro, segurar o que podemos, aceitar condições abaixo do que merecemos... Quando foi a última vez que recebemos a informação de que esta é a altura certa para arriscar, ser audaz, viver os nossos sonhos, mudar e progredir? NUNCA! Há 2 tipos de pessoas, e apenas 1 deles se foca naquilo que quer... Faça a sua escolha, sabendo que será sempre a opção certa para si!

PS Amanhã parto para os Estados Unidos, para passar 10 dias em formação com o Steve Linder. Ouvi dizer que por lá a "crise" é bem maior! Depois conto como foi!