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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Partilha pessoal

Hoje quero (e vou!) partilhar uma coisa muito pessoal...

Alguns de nós têm nesta vida irmãos ou irmãs de sangue. Aqueles com quem partilhamos pais (às vezes apenas um deles).

No meu caso, tenho a sorte de ter uma irmã que é, antes de mais, uma amiga daquelas com quem posso contar sempre que necessito. A Ana inspira-me. Adoro-a.

Agora... Há outros irmãos, aqueles com quem não partilhamos o sangue... Partilhamos os valores, as histórias, os projectos, a visão... Aqueles que estão ao nosso lado nos momentos mais difíceis, assim como nos mais espectaculares! Tenho a sorte de ter ao meu lado um conjunto de amigos e amigas que são, antes de mais, irmãos e irmãs... Obrigado, vocês sabem quem são!

PS Quem são os irmãos e irmãs que partilham a vossa vida? Qual foi a última vez que lhes disseram o quanto os amam?

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Taxa de desemprego vs taxa de emprego

Olá!

Há alguns dias tive a oportunidade de colocar estas duas questões às cerca de 300 pessoas que participaram nos workshops da LIFE Training na Feira do Empreendedor:

1. Qual é a taxa de desemprego em Portugal?
2. Qual é a taxa de emprego em Portugal?

Curiosamente, foi bastante difícil a muitos dos participantes responderem à segunda questão! Não porque o cálculo fosse complexo (longe disso, não é? 100 - taxa de desemprego = taxa de emprego!), sim porque a resposta devolvida pela operação de subtrair parece um número muito grande. De facto, 92% da população activa parece "quase toda a gente".

A célebre teoria do copo meio cheio ou copo meio vazio está tão presente no nosso dia a dia... A todo o instante decidimos... em olhar para o que queremos ou reparar no que não queremos... Escolhemos entre sorrir ou chorar, entre aplaudir ou julgar, entre viver e "viver"... Percebe o que quero dizer, não é?

Qual é a sua escolha para agora? Eu cá estou a sorrir (ao imaginar o seu belo sorriso de orelha a orelha!)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Quando comentários nos afectam...

O que acontece se alguém (um amigo, uma familiar, um colega...) se aproximar de si e lhe disser, com um tom sério, que acha que o caro leitor tem um problema de auto-estima, que não tem auto-confiança, encondendo-se muitas vezes atrás de uma máscara social... Imagine por um momento que isto acontece mesmo... (imagine, p.ex., que é o seu companheiro/a que diz isto!)
Que emoções sente? Em que é que isso pode afectar a sua relação com essa pessoa?

Agora altere ligeiramente o cenário... Imagine que essa mesma pessoa lhe diz que acha que o leitor é um assassino! Que emoções sente agora?

Será que a única razão pela qual lida menos bem com a primeira do que com a segunda situação é porque no primeiro caso uma parte de si concorda com o comentário?

Sempre que um comentário ou feedback de outra pessoa me deixa emocionalmente afectado, pergunto-me "de que forma é que o comentário foi aceite por mim como verdadeiro?"

Se todos nos alinhassemos por esta estratégia, não haveria lugar para mágoa por aquilo que as outras pessoas nos dizem!

Obrigado por investir os próximos sessenta segundos a imaginar como isto lhe pode dar maior controlo sobre as suas emoções!