Olá!
Ontem foi um dia interessante, com as eleições legislativas, o anúncio dos resultados e as reacções dos líderes partidários e dos analistas políticos.
Já sabem que estou normalmente mais interessado na forma do que no conteúdo. E, em relação à forma... O resultado foi mesmo muito pobre. A escolha de palavras, de tom de voz e de fisiologia esteve alinhada para a maior parte dos intervenientes. O vírus continua a manifestar-se... Falar daquilo que não se quer e não falar daquilo que se quer... Que sentido é que isto não faz? Nenhum, eu sei!
O panorama político português continua a ser propício à ascensão de um líder que fale (e faça) a política da abundância (e não da escassez), da motivação (e não do medo) e da inclusão (e não da exclusão). Leiam-se à luz destas palavras as performances pós-eleitorais de ontem...
Às vezes pergunto-me como seria um político que realmente vivesse os princípios da Programação Neuro Linguística... Ups, afinal não é preciso imaginar demasiado, já temos uma boa aproximação nos EUA!
Fiquem bem!
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
PNL: Novidades para breve
Olá! Tenho recebido MUITOS e-mails de pessoas interessadas em saber pormenores sobre a primeira Certificação Internacional de Practitioner em Programação Neuro Linguística (PNL) sancionada pela ITA (a organização de John Grinder).
Pois bem, os detalhes estão para MUITO breve (estamos a ultimar detalhes logísticos e imagem gráfica). Vão adorar!
Pessoalmente, estou mesmo muito entusiasmado com esta possibilidade de oferecer a muitos participantes uma oportunidade de até agora estava apenas disponível noutros países!
Claro que há outras certificações em PNL em Portugal. Nenhuma com a assinatura de John Grinder. Até agora!
Preparem-se para o desafio das vossas vidas!
Pois bem, os detalhes estão para MUITO breve (estamos a ultimar detalhes logísticos e imagem gráfica). Vão adorar!
Pessoalmente, estou mesmo muito entusiasmado com esta possibilidade de oferecer a muitos participantes uma oportunidade de até agora estava apenas disponível noutros países!
Claro que há outras certificações em PNL em Portugal. Nenhuma com a assinatura de John Grinder. Até agora!
Preparem-se para o desafio das vossas vidas!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Propósito de Vida: Encontro ou Escolha?
Na passada quinta-feira, em Gaia, mais de 40 pessoas partilharam durante 4 horas, num ambiente descontraído e propício à aprendizagem, o workshop "Propósito de Vida" da LIFE Training.
Senti-me privilegiado por poder orientar o workshop e partilhar algumas das coisas que fui descobrindo ao longo dos últimos anos, em que me tenho interessado muito por este tema (antes de mais, para poder descobrir o meu próprio propósito!)
Uma das discussões mais interessantes foi sobre o Encontro ou Escolha do Propósito!
Afinal de contas, algo tão grande e central na nossa vida como o Propósito (ou a Missão, o Destino, ...) encontra-se ou escolhe-se? Está pré-definido ou aguarda a nossa simples selecção de entre o mar quântico das possibilidades?
Como gosto mais de provocar investigações (conscientes e inconscientes) do que de entregar respostas (que quando muito são apenas as minhas e, como tal, valem o que valem), empreguei várias estratégias para garantir que durante as próximas semanas os participantes descubram por si próprios coisas extraordinárias!
Fico a aguardar os relatos!
PS O próximo workshop LIFE é já na quinta-feira (19:00/23:00) no ISLA em Gaia. Inscrições através do info@lifetraining.com.pt
Senti-me privilegiado por poder orientar o workshop e partilhar algumas das coisas que fui descobrindo ao longo dos últimos anos, em que me tenho interessado muito por este tema (antes de mais, para poder descobrir o meu próprio propósito!)
Uma das discussões mais interessantes foi sobre o Encontro ou Escolha do Propósito!
Afinal de contas, algo tão grande e central na nossa vida como o Propósito (ou a Missão, o Destino, ...) encontra-se ou escolhe-se? Está pré-definido ou aguarda a nossa simples selecção de entre o mar quântico das possibilidades?
Como gosto mais de provocar investigações (conscientes e inconscientes) do que de entregar respostas (que quando muito são apenas as minhas e, como tal, valem o que valem), empreguei várias estratégias para garantir que durante as próximas semanas os participantes descubram por si próprios coisas extraordinárias!
Fico a aguardar os relatos!
PS O próximo workshop LIFE é já na quinta-feira (19:00/23:00) no ISLA em Gaia. Inscrições através do info@lifetraining.com.pt
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Intenção
Qual a intenção para hoje? De todas as coisas que poder ser. ter ou fazer hoje, o que realmente intenciona?
Faço esta pergunta com frequência. A mim mesmo e aos outros. Muitas vezes obtenho a resposta "não sei".
Quando não intencionamos, simplesmente acontece... pois não pode não acontecer...
Dá que pensar, não é? E dá também vontade de intencionar logo a seguir!
Faço esta pergunta com frequência. A mim mesmo e aos outros. Muitas vezes obtenho a resposta "não sei".
Quando não intencionamos, simplesmente acontece... pois não pode não acontecer...
Dá que pensar, não é? E dá também vontade de intencionar logo a seguir!
domingo, 6 de setembro de 2009
Moura Guedes, Sócrates e Ferreira Leite
Os últimos dias têm sido dominados pela polémica da suspensão/extinção do noticiário das sextas-feiras na TVI (apresentados por Manuela Moura Guedes).
Ouvi com atenção as intervenções da própria, do primeiro minstro Sócrates, dos líderes da Oposição, etc. Aparentemente é importante ter uma opinião sobre o assunto e muitos dos colunistas dos principais jornais e revistas debruçaram-se também sobre o assunto. As acusações multiplicam-se, as posições extremam-se.
Aqui vai a análise de um neuroestratega que, como habitualmente, está mais interessado na forma e menos interessado no conteúdo. Deixem-me fazer um aparte... qual conteúdo? ;-)
1. O nível de discussão tem sido extremamente abstracto (há muito poucas incursões em questões concretas sobre o que agradava/desagradava os intervenientes no dito espaço televisivo)
2. O nível de interesse manifestado pelos intervenientes em criar algum tipo de consenso/acordo é tão baixo que se torna difícil descortinar esta intenção (será que ela existe?)
Reparem como é adequado generalizar estes 2 pontos (com algumas excepções, claro) às intervenções que lemos/ouvimos por parte dos principais líderes políticos (de Jerónimo de Sousa a Paulo Portas, de Francisco Louça a Manuela Ferreira Leite, passando pelos ministros mais mediáticos e José Sócrates).
O que deixa espaço para uma interessante questão: se a especificidade e o consenso não são conceitos presentes na política portuguesa, então fala-se de quê? Com que intenção?
Dá que pensar, não é?
Ouvi com atenção as intervenções da própria, do primeiro minstro Sócrates, dos líderes da Oposição, etc. Aparentemente é importante ter uma opinião sobre o assunto e muitos dos colunistas dos principais jornais e revistas debruçaram-se também sobre o assunto. As acusações multiplicam-se, as posições extremam-se.
Aqui vai a análise de um neuroestratega que, como habitualmente, está mais interessado na forma e menos interessado no conteúdo. Deixem-me fazer um aparte... qual conteúdo? ;-)
1. O nível de discussão tem sido extremamente abstracto (há muito poucas incursões em questões concretas sobre o que agradava/desagradava os intervenientes no dito espaço televisivo)
2. O nível de interesse manifestado pelos intervenientes em criar algum tipo de consenso/acordo é tão baixo que se torna difícil descortinar esta intenção (será que ela existe?)
Reparem como é adequado generalizar estes 2 pontos (com algumas excepções, claro) às intervenções que lemos/ouvimos por parte dos principais líderes políticos (de Jerónimo de Sousa a Paulo Portas, de Francisco Louça a Manuela Ferreira Leite, passando pelos ministros mais mediáticos e José Sócrates).
O que deixa espaço para uma interessante questão: se a especificidade e o consenso não são conceitos presentes na política portuguesa, então fala-se de quê? Com que intenção?
Dá que pensar, não é?
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O treinador e o plantel
No início de cada temporada desportiva, o treinador monta o seu plantel, ou seja, selecciona os seus jogadores, treinadores adjuntos, etc.
Durante a época, o treinador dá o seu melhor para alcançar os resultados que o seu clube quer, utilizando para tal o seu plantel.
No final da temporada (e frequentemente ainda com esta em andamento), o treinador e os responsáveis pelo clube analisam os resultados e decidem quem deve continuar no clube, a começar pelo próprio treinador. Eventualmente, mesmo que os resultados atingidos não tenham sido os desejados, pode haver uma aposta renovada no treinador e serem alterados alguns (ou muitos jogadores). Raramente isto se repete por muito tempo... É que, com a rotação de jogadores, a falta de resultados começa a ser imputada ao treinador...
Agora, releia os parágrafos anteriores, substituido clube por empresa, plantel por recursos humanos, treinador por director... Encaixa perfeitamente, excepto o último parágrafo... É que, ao contrário dos clubes desportivos, há empresas em que a falta de resultados é sempre imputada ao plantel e não ao treinador! Só assim se explicam os muitos "treinadores" que sem nunca terem atingido resultados, continuam a fazer "rodar" os seus plantéis...
Já dizia Jim Collins que no momento da falta de resultados, o director pode olhar pela janela ou pelo espelho! Para onde olha quando não está a atingir aquilo que quer?
Durante a época, o treinador dá o seu melhor para alcançar os resultados que o seu clube quer, utilizando para tal o seu plantel.
No final da temporada (e frequentemente ainda com esta em andamento), o treinador e os responsáveis pelo clube analisam os resultados e decidem quem deve continuar no clube, a começar pelo próprio treinador. Eventualmente, mesmo que os resultados atingidos não tenham sido os desejados, pode haver uma aposta renovada no treinador e serem alterados alguns (ou muitos jogadores). Raramente isto se repete por muito tempo... É que, com a rotação de jogadores, a falta de resultados começa a ser imputada ao treinador...
Agora, releia os parágrafos anteriores, substituido clube por empresa, plantel por recursos humanos, treinador por director... Encaixa perfeitamente, excepto o último parágrafo... É que, ao contrário dos clubes desportivos, há empresas em que a falta de resultados é sempre imputada ao plantel e não ao treinador! Só assim se explicam os muitos "treinadores" que sem nunca terem atingido resultados, continuam a fazer "rodar" os seus plantéis...
Já dizia Jim Collins que no momento da falta de resultados, o director pode olhar pela janela ou pelo espelho! Para onde olha quando não está a atingir aquilo que quer?
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