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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Pensamento Optimista e a Guerra

O número deste mês do Journal of Occupational Health Psychology tem um interessante artigo sobre a ligação entre o impacto das experiências traumáticas na Guerra do Iraque (por parte de militares americanos) e as capacidades instaladas de "optimismo" e "resiliência".

Segundo os especialistas da Universidade do Michigan que conduziram o estudo foi encontrada evidência clara de que se os militares forem treinados para serem mais resilientes (ou seja, menos catastróficos e mais optimistas) terão a possibilidade de "funcionarem" melhor quando se encontram perante situações potencialmente traumáticas (morte de colegas, transporte de pessoas feridas, decisões de vida ou de morte, etc). O estudo indica ainda a possibilidade de estes militares com mais treino no pensamento optimista poderem vir a ter menos probabilidade de sofrerem de Stress Pós Traumático.

Felizmente, nas nossas vidas, lidamos habitualmente com situações com um menos potencial traumático. Embora também possamos estar expostos a situações limite, estas serão mais raras do que num cenário de guerra.

Assim, se o pensamento optimista funciona em cenários extremos, como funcionará nas nossas vidas? O que poderemos ganhar em desenvolver a resiliência, a noção de que no final as coisas correrão bem... a ideia de que o futuro será bom? Hoje vou pensar sobre isto...

1 comentário:

spritof disse...

Hoje... e amanhã, espero!
;)