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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O Cientista Cheio de Certezas

Esta é a história de um Cientista, um homem que praticava e valorizava apenas e só aquilo que ele apelidava de Ciência. Sempre que recebia um estímulo externo, avaliava-o imediatamente à luz da Ciência, descartando-o como "errado" ou "desprezível" se não possuísse uma sólida base científica.

Este homem tinha dificuldade em criar ligação com outras pessoas, pois rapidamente atacava aquilo que diziam, menosprezando as suas crenças. Dizia a bom dizer que apenas aquilo que era publicado em sonantes revistas científicas merecia ser tido em conta.

Como tinha dificuldade em compreender o significado da subjectividade (pois não era cientifico) nem sequer valoriza o trabalho de muitos dos seus colegas cientistas, já que muitos deles seguiam caminhos "errados".

Estava cheio de certezas e isso "via-se" na forma como falava e se comportava.

O mais engraçado é que este homem, que tanto sabia, tinha nascido sem saber porquê. Fazia o que fazia sem ter a mínima ideia da razão que o impulsionava a isso e não a outra coisa. E, a cada dia que passava, se aproximava da morte sem a poder contemplar (pois tal seria não cientifico).

Até que um dia, aprender a fazer novas perguntas, a olhar para as suas certezas como meras percepções pessoais, a valorizar os outros. Sentiu felicidade a um nível que era antes difícil de imaginar e compreendeu finalmente o que Ciência realmente pode querer dizer!

Foi realmente uma sensação única e transformadora perceber pela primeira vez que a Certeza pode advir não da eliminação da Incerteza e sim da sua completa Aceitação! E houve até quem o ouvisse dizer, entre dentes, que no passado se tinha julgado um génio quando na realidade nunca tão longe da genialidade tinha estado quando negava a possibilidade, em vez de a abraçar... percebia agora!

1 comentário:

António disse...

Quando, durante a certificação PNL, questionei o Pedro, sobre o que poderia eu dizer ou fazer, se porventura me questionassem sobre a "veracidade" dos pressupostos, o Pedro respondeu, que eram mesmo isso...pressupostos, e o que contava eram os resultados da aplicação dos mesmos.A Aceitação da Incerteza e o Abraçar da Possibilidade será tb uma resposta à minha questão?