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terça-feira, 1 de março de 2011

O Amor é Científico?

Quando procuramos sistematizar a nossa experiência, com vista à sua melhor compreensão (se é que isso é importante para um de nós num determinado momento), podemos utilizar vários métodos:

1) Utilizar a nossa própria experiência como referencial, valorizando as nossas sensações e processos internos

2) Observar o comportamento dos outros, aquilo que exteriorizam através do corpo e da linguagem

3) Medir sinais internos, como por exemplo através de ressonância magnética, electroencefalograma ou outros processos

Imagine que quer, por exemplo, aumentar o seu grau de consciência ou compreensão em relação ao fenómeno do amor... que método vai utilizar?

Será que vai valorizar as suas sensações internas? Será que vai valorizar aquilo que consegue observar nos outros? Ou será que apenas vai "acreditar" em medições rigorosas de processos químicos e eléctricos ocorridos dentro do sistema?

A resposta a estas simples questões podem fazer como que "viva" de forma mais associada ou mais dissociada! Ao longo da minha vida tenho encontrado muitas pessoas que têm a ambição de se dissociarem das suas emoções (tendo-as como não lógicas e assim inferiores). E outras que as valorizam imenso, ao ponto de tomarem como inferiores o raciocínio e a lógica.

Explore um pouco aquilo que o seu mapa do mundo diz sobre estas questões em relação ao amor, p.ex., e talvez possa divertir-se durante um dia ou dois a imaginar como será viver num outro mapa mundo...

Por exemplo, se é muito "sentimental", faça de conta que apenas lhe interessa aquilo que for realmente "científico" no amor... Se for muito "lógico", brinque ao faz-de-conta, valorizando apenas o que pode sentir...

E, claro, partilhe depois a experiência com as pessoas mais próximas! Talvez descubra que o amor é mesmo científico... pois pode senti-lo sempre que o quiser! ;-)

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