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terça-feira, 29 de março de 2011

PNL: Um Curso para a Felicidade!

Quando há 2 dias terminou em Lisboa a 6.ª Certificação de Practitioner em PNL, um dos participantes aproximou-se de mim e disse:

- Finalmente percebi! Aquilo que vocês montaram aqui foi uma espécie de curso para a felicidade, que ensina as pessoas a fazerem felicidade quando quiserem!

Na viagem de regresso a casa, depois de oito dias intensos, que culminaram em processos de desenvolvimento pessoal consistentes e... maravilhosos... pensei nesta ideia do Curso para a Felicidade...

Na realidade, sendo uma meta estrutura, a Programação Neuro Linguística é um Curso para o Que Você Quiser! Ou seja, se quiser Felicidade (e, aparentemente, a maior parte das pessoas quer isso mesmo) então definitivamente este é o curso para si. Claro que também pode querer Sucesso ou Amor, e nesse caso também este será o Curso para si!

Parece ambicioso fazer este conjunto de afirmações? Há 2 anos atrás acharia que sim... Depois de facilitar várias Certificações e ter tido o privilégio de acompanhar quase uma centena de pessoas nesta viagem... aceito a responsabilidade e afirmo convicto... Este é um Curso para a Felicidade e Para o que Mais Quiser!

Brevemente vamos publicar datas para o próximo curso em Portugal. Se quiser fazê-lo em língua inglesa, contamos consigo em Amsterdam (Holanda) de 2 a 10 de Julho.

Contacte a LIFE Training (ou a mim directamente se preferir) para saber mais sobre a Magia da PNL!

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Poder da Motivação e a Minha Vida

Há pessoas que me dizem estar desmotivadas...
Tendo a acreditar que pessoas desmotivadas NÃO existem...
Tendo a acreditar que as pessoas estão sempre motivadas! (nem que seja para dizerem que estão desmotivadas...)
Tendo a acreditar que estamos constantemente a usar o Poder da Motivação para maximizar os nossos resultados! Como estes resultados são muitos e por vezes contraditórios, às vezes ficamos confusos e acabamos a fazer coisas que aparentemente nos afastam do que queremos...
Tendo a acreditar que às vezes acreditamos que maximizamos mais rápido os resultados não fazendo do que fazendo, ou dizendo que não conseguimos fazer em vez de fazer e avaliar!
Acredito que aprender a usar o Poder da Motivação é em si uma boa utilização do próprio Poder...
Acredito que a Minha Vida é resultado da forma como utilizo o Poder da Motivação. Ponto!
E mais não digo (agora) pois estou motivado para o deixar pensar sobre a forma como utiliza a sua Motivação! Vamos a isso!

terça-feira, 15 de março de 2011

The Biggest Looser e O meu Eu Futuro!

Ontem adorei assistir ao The Biggest Looser, por duas razões:

1. Os 4 finalistas correram uma Maratona! Fantástico ver pessoas que alguns meses antes eram praticamente incapazes de fazer exercício físico por mais de alguns minutos... a correrem 42km! Um verdadeiro quebra-crenças limitadoras que bem pode ser aproveitado por muitas pessoas para acreditarem com mais intensidade na possibilidade de melhorarem os seus resultados!

2. Estes finalistas (assim como os restantes participantes, acredito) tinham gravado no início desta temporada do popular programa televisivo um vídeo em que se imaginavam a falar com um seu Eu Futuro, que tinha hipoteticamente ultrapassado todas as barreiras e eliminações, perdido dezenas de quilos e terminado uma Maratona. Pois bem, para estes finalistas, essa comunicação fez total sentido pois... conseguiram! E nós fomos brindados com esta interessante conversa entre o Eu Passado (cheio de sonhos, cheio de palavras de incentivo e de parabéns) e o Eu Futuro (que mal conseguia acreditar naquela versão passada, quase com o sobro do peso e carregando no olhar a falta de saúde).

Já se imaginou a escolher um grande objetivo para si próprio...
...definir o tempo em que quer ver o objetivo concretizado...
...gravar um vídeo ou escrever uma carta dirigido a esse Eu Futuro que irá alcançar a meta...
...e entrar em ação para tornar realidade o sonho do seu Eu Passado?

Já utilizei várias vezes esta estratégia e gera ótimos resultados, mesmo quando o resultado não é alcançado... pois nessas situações bem podemos sentir a frustração de ter decepcionado o Eu Passado e gerar a partir daí um Compromisso Pessoal ainda mais forte para fazer acontecer!

Agarre no telemóvel ou na câmara de filmar e crie Compromisso... consigo!

PS De vez em quando lembro-me de uma gravação audio que fiz para o meu Eu Futuro quando tinha 15 ou 16 anos, e gera mesmo forte Compromisso, pois quero estar à altura dos sonhos desse rapazito!

quinta-feira, 10 de março de 2011

A Política e o Causa/Efeito

Estar em causa é olhar para os resultados obtidos como consequências das próprias escolhas e das próprias reacções aos eventos externos.

Estar em efeito é olhar para os resultados obtidos como sendo produto de um conjunto de circunstâncias e eventos sem ligação com as escolhas próprias. Quando se está em efeito nega-se a oportunidade de aprendizagem, pois não se pode aprender com o que é alheio às nossas escolhas ou reacções.

De uma forma geral, as pessoas tendem a gostar pouco de quem está permanentemente em efeito, pois ao fim de algum tempo sentem-se cansadas de ouvir desculpas, acusações, queixas...

Vem isto a propósito do discurso de ontem do "novo" Presidente da República. Cada um poderá avaliar o discurso dentro do seu mapa mundo, gostar ou desgostar. Gostaria de contribuir com alguns comentários, dentro do espírito do causa/efeito:

- ao ouvir o discurso do Presidente Cavaco Silva, fica difícil imaginar que se trata da mesma pessoa que chefiou o executivo no período internacionalmente mais favorável talvez dos últimos 50 anos, e cujas escolhas durante esse período condicionaram a economia portuguesa até à actualidade. É que durante o seu discurso estiveram ausentes as ligações a esse período de fortes escolhas (lembram-se da política do cimento? ou das estratégias na educação?)

- torna-se difícil criar visões positivas do futuro, quando as alternativas apresentadas são tão genéricas (apostar na juventude...) que geram pouco em nenhum impacto sobre os outros, pois é no específico que reside o potencial de mudança.

O discurso afectou positivamente o contexto ou infectou negativamente o mesmo?

Para mim, essa é uma importante questão que um profissional da comunicação (como é o Presidente da República) deve colocar!

Ok, já chega de impor o meu mapa mundo, vamos lá ouvir os vossos!

quarta-feira, 9 de março de 2011

As pessoas boas vêem pessoas boas!

Investigadores da Univiversity of Nebraska, Wake Forest University e Washington University in St. Louis, publicaram um estudo no Journal of Personality and Social Psychology, que aponta numa direção pouco surpreendente e ainda assim a merecer a nossa reflexão:

- Estudantes universitários (população deste estudo) que estão mais inclinados a avaliarem positivamente os seus pares (ou seja, como sendo de confiança, agradáveis e emocionalmente estáveis) reportaram maior satisfação com a vida, menos sinais depressivos e melhores notas e resultados nos testes académicos.

(além disso estas pessoas têm tendência a serem vistas positivamente pelos seus pares e a serem vistas como agradáveis, conscienciosas e emocionalmente estáveis!)

- Estudantes que têm opiniões mais negativas sobre os outros têm tendência a serem vistos como desagradáveis, anti sociais e narcisistas e a sentirem mais emoções "negativas"

Os autores do estudo concluem que podemos aprender muito sobre uma pessoa observando atentamente a forma como esta avalia os outros.

(É quase como ter uma lente "negativa" ou uma lente "positiva", conforme aquela que decidimos usar para espreitar o mundo e os outros, assim nos sentiremos! Ao ler este estudo, deve estar com aquela sensação de "eu já sabia isto"!)

Pensei nisto ontem quando lia o fenomenal texto do Daniel Sampaio sobre a "geração parva". Como pessoa focada em criar resultados e impacto positivo, o psiquiatra focou-se em encontrar pontos positivos nos comportamentos padronizados desta geração (acho que tanto o Daniel Sampaio como o leitor sabem que estas generalizações oferecem poucos resultados a quem quer que seja...). Muito bom... e focado no futuro! O meu sincero aplauso!

Ao passar os olhos pelo jornal O Jogo, encontrei outro exemplo paradigmático. Analisando as incidências arbitrais dos jogos do fim-de-semana, dois conhecidos ex-árbitros mostravam a sua "lente" preferida. Enquanto Jorge Coroado, com uma linguagem corrosiva e acusatória disparava contra tudo e todos, Pedro Henriques escolhia focar-se nos atributos positivos de quem se expõe à difícil tarefa de arbitrar jogos de futebol. O segundo teve ainda o dom de apresentar boa sustentação teórica, deixando o leitor com mais recursos para entender as regras do jogo e as decisões do árbitro.

Onde entrariam Jorge Coroado e Pedro Henriques no estudo citado no início deste post?
E Daniel Sampaio?
E o leitor?

(eu cá, balanço entre os dois grupos, tendo um firme propósito de me enquadrar cada vez mais no primeiro!)

segunda-feira, 7 de março de 2011

LIFE Energy Aveiro - 12 de Março

Daqui a alguns dias, acontece em Aveiro a 9.ª edição do LIFE Energy Aveiro. Desta vez serei um dos palestrantes, juntamente com o Ricardo Peixe (também da LIFE Training), a Alexandra Lemos (Mindocoach) e o Nuno Faria (um dos grandes oradores dos Toastmasters).

Vou aproveitar esta ocasião para estimular a audiência a reflectir sobre a estrutura da Motivação. Se está a pensar ir a Aveiro, acredite que esta é uma oportunidade fantástica de passar uma bela noite de sábado, contribuindo para uma organização local, e assistindo a belas palestras inspiradoras. A minha, como lhe disse, será sobre o Poder da Motivação!

Quando pensa em Motivação, o que lhe vem à cabeça? Gostaria de ter mais? Direccionar melhor? Aprender a gerir? Qualquer que seja a sua relação actual com este tema, a minha intenção é proporcionar-lhe algumas novas aprendizagens que lhe permitam sentir-se mais em contacto com o seu Poder Pessoal de Gerar e Gerir Motivação! Para tal, conto consigo em Aveiro no próximo sábado!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Necessidades... Camufladas!

Diz o senhor Anthony Robbins, do alto dos seus dois metros de altura, que todos os seres humanos tê m quatro necessidades básicas que satisfazem a toda a hora: Certeza, Diversidade, Significância e Conexão.

Estas necessidades são normalmente apresentadas em dois pares de paradoxos...

Certeza vs Diversidade
Significância vs Conexão

Tenho tido interesse, ao longo dos últimos anos, em estudar esta a outras Teorias sobre Necessidades Humanas. Em várias delas aparecem paradoxos. E é aí que entra este post...

Imaginemos por uns instantes, que as Necessidades Robbianas (fui eu inventei esta, lol) são aquelas cuja procura de satisfação realmente norteia o comportamento humano. Será que, sendo estas necessidades apresentadas como de igual valor intrínseco, existem preconceitos sociais que fazem com que fique "mais fácil" assumir umas do que outras?

Testei isto com audiências e descobri coisas fantásticas. E, simultaneamente, aprendi muito sobre um certo contexto em que me encontro envolvido (o da formação em desenvolvimento pessoal).

De uma forma geral, parece ser estatisticamente relevante a dificuldade em assumir a Necessidade da Significância (ser importante, ser reconhecido. ser destacado) face à maior facilidade em assumir a Necessidade da Conexão (fazer parte de um grupo, fazer coisas incondicionalmente pelos outros, ser igual aos outros). O que pode explicar a razão pela qual várias pessoas que conheço insistem no comportamento (de leitura óbvia, na minha opinião!) de dizer que fazem pelos outros aquilo que fazem por si, de disfarçarem os momentos em que sentem Significância com palavras que parecem denotar foco na Conexão... Ainda bem que alguém me ensinou um dia a focar na Estrutura da Comunicação, o que permite deixar tudo isso bem claro!

Esta aprendizagem foi, antes de mais, interessante para eu perceber como com regularidade também eu "confundo" as Necessidades. Ao tornar mais clara a razão pela qual faço o que faço (o que incluiu aceitar a Necessidade da Significância nos momentos adequados), consegui trazer mais congruência interna para a minha Vida. Lembre-se... sempre que age incongruentemente... os outros notam! (e ó se notam...)

Manual do Manipulador - Parte 5

O Manual está de volta! Desta vez partilho uma estratégia muito popular e que surge frequentemente associada a uma das quatro anteriores (para aceder à parte 4 do Manual, clique aqui).

Quando o Manipulador se sente atacado pela Vítima... ok, já deve ter percebido que isto acontece com alguma frequência... acredito que isto deve acontecer porque o Manipulador ataca muito e às vezes é exposto e recebe um contra-ataque comunicacional!

Bem, voltando, ao Manual... Quando o Manipulador se sente contra-atacado pela Vítima utiliza por vezes a estratégia da MINIMIZAÇÃO, criando rapidamente um impacto no interlocutor menos preparado. Dou um exemplo:

- Foste muito agressivo comigo...
- Ah, estava a brincar!

Através da MINIMIZAÇÃO, o Manipulador força uma ressignificação do seu comportamento por parte da Vítima. Repare, esta estratégia é de manipulação apenas porque o Manipulador não está a ser sincero (claro que poderia mesmo ter brincado e sido interpretado como agressivo), está apenas a dissimular a intenção original, para assim induzir determinado comportamento na Vítima.

Talvez esteja neste momento perto de algum Manipulador Minimizador! Estes sentem-se bastante seguros, pois podem lançar "farpas" e minimizá-las à posteriori se não alcançarem o objectivo desejado. Outro exemplo:

- O que achas do Luís? Dizem que pode vir a ser o próximo chefe de equipa.
- É um autêntico parvalhão, devíamos garantir que ele não é promovido.
- Eu cá acho que ele é óptimo.
- Ah... pois, eu também, estava só a testar-te para ver se também gostavas dele. Há que ter cuidado com as pessoas neste departamento que têm por  vezes inveja dos outros, sabes?

A melhor forma de expôr a MINIMIZAÇÃO é mostrar ao Manipulador que continuamos a sentir que o seu comportamento teve gravidade num determinado contexto (ou que não gostamos dele) e pedir que no futuro seja mais claro, em vez de usar subterfúgios.

E, claro, já agora, reflicta também sobre as situações em que se apanha a si a usar esta estrategia! Ainda ontem me apanhei a mim a minimizar um comentário que fiz, mas... não foi nada de especial ;-)

terça-feira, 1 de março de 2011

O Amor é Científico?

Quando procuramos sistematizar a nossa experiência, com vista à sua melhor compreensão (se é que isso é importante para um de nós num determinado momento), podemos utilizar vários métodos:

1) Utilizar a nossa própria experiência como referencial, valorizando as nossas sensações e processos internos

2) Observar o comportamento dos outros, aquilo que exteriorizam através do corpo e da linguagem

3) Medir sinais internos, como por exemplo através de ressonância magnética, electroencefalograma ou outros processos

Imagine que quer, por exemplo, aumentar o seu grau de consciência ou compreensão em relação ao fenómeno do amor... que método vai utilizar?

Será que vai valorizar as suas sensações internas? Será que vai valorizar aquilo que consegue observar nos outros? Ou será que apenas vai "acreditar" em medições rigorosas de processos químicos e eléctricos ocorridos dentro do sistema?

A resposta a estas simples questões podem fazer como que "viva" de forma mais associada ou mais dissociada! Ao longo da minha vida tenho encontrado muitas pessoas que têm a ambição de se dissociarem das suas emoções (tendo-as como não lógicas e assim inferiores). E outras que as valorizam imenso, ao ponto de tomarem como inferiores o raciocínio e a lógica.

Explore um pouco aquilo que o seu mapa do mundo diz sobre estas questões em relação ao amor, p.ex., e talvez possa divertir-se durante um dia ou dois a imaginar como será viver num outro mapa mundo...

Por exemplo, se é muito "sentimental", faça de conta que apenas lhe interessa aquilo que for realmente "científico" no amor... Se for muito "lógico", brinque ao faz-de-conta, valorizando apenas o que pode sentir...

E, claro, partilhe depois a experiência com as pessoas mais próximas! Talvez descubra que o amor é mesmo científico... pois pode senti-lo sempre que o quiser! ;-)