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quinta-feira, 30 de junho de 2011

NeuroLiderança: Um Conceito Integral

A pedido de várias famílias, aqui fica uma breve definição do conceito de Neuroliderança, que tenho desenvolvido e aplicado no contexto empresarial (em algumas das maiores empresas do país) em conjunto com a equipa da LIFE Training.

O que é a NeuroLiderança? É a capacidade instalada que todas as pessoas têm de assumirem intencionalmente as SUAS escolhas (nas várias áreas da sua vida) e criarem os SEUS resultados, disponibilizando os SEUS recursos de forma eficiente!

Consegue imaginar uma organização em que:

- os colaboradores possuem um propósito individual que está ligado ao propósito da organização?
- os colaboradores possuem fortes e bem estruturados objectivos, que são altamente motivadores para o próprio individuo?
- os colaboradores têm a capacidade de se manterem focados apenas e só naquilo que controlam e pode provocar melhorias nos resultados individuais e de equipa?
- os colaboradores têm a disponibilidade mental e emocional para assumirem as suas escolhas, comportando-se de forma deliberadamente eficiente?

Então consegue imaginar uma organização com altos níveis de NeuroLiderança!

Para que se consiga despertar num conjunto alargado de pessoas (do porteiro ao CEO) estas capacidades, é importante percepcionar o individuo de forma integral, desenvolvendo simultaneamente competências nas áreas:

Física: para que a saúde e a energia sejam os alicerces de um sistema poderoso (especialistas em nutrição e exercício físico colaboram com a LIFE Training para garantir aquilo que chamamos de... saúde para um eficiente desempenho empresarial)

Emocional: para que sejam desenvolvidas relações de sucesso e, sobretudo, para que o indivíduo possa gerar e gerir estados emocionais positivos e produtivos (neste processo, um poderoso resultado residual do programa é o estabelecimento de equipas mais motivadas e felizes!)

Mental: para que o conhecimento sobre o processo de comunicação interna e externa se torne um agente alavancador de resultados (tudo é comunicação, e a utilização da PNL - de que a LIFE Training é agente certificadora em Portugal da prestigiada escola internacional de John Grinder - é o meio por excelência para aumentar os níveis comunicacionais rumo a uma programação do sucesso!)

Financeira: para que os indivíduos possam aprender a relacionar-se com o dinheiro como uma importante energia intermediária que permite criar novos mundos e passe a ser uma fonte de emoções positivas - a abundância no lugar da escassez!

Espiritual: para que o indivíduo se possa ligar a um nível profundo à missão da organização, agarrando a construção da sua vida, assumindo assim a forma última de liderança... a Neuroliderança!

O que faria agora se já fosse um NeuroLíder? O que alteraria na sua vida? E na sua performance profissional?

Acredito profundamente que todos podemos ser líderes inspiradores das nossas vidas, das nossas famílias e das nossas empresas. Independentemente da nossa função, do nosso background, da nossa experiência, da nossa genética... Basta querer, aprender e... fazer!

Nos próximos posts revelo um pouco mais sobre as especificidades deste popular programa!

(Se gostaria de saber mais sobre a forma como a LIFE Training ajuda anualmente milhares de colaboradores de empresas a aprenderem, crescerem e expandirem os seus resultados, contacte Ricardo Ferreira através do email ricardo.ferreira@lifetraining.com.pt)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Menos Foco = Menos Felicidade?

Psicólogos da Universidade de Harvard apresentaram um estudo que parece indicar que a perda de foco na tarefa em mãos está relacionada com a perda de... felicidade!

Mais de 2000 participantes no estudo usaram uma aplicação para iPhone que lhes perguntava em momentos aleatórios do dia o que estavam a fazer e em que estavam a pensar. Os resultados indicaram que as mentes dos participantes divagaram imenso: em pelo menos 30% do tempo dedicado a tarefas e conversações a mente estava a divagar e tinha-se desligado da tarefa!

(Curiosamente a única actividade em que não existiram percentagens consideráveis de divagação foi... sexo! O que parece estar alinhado com a forma como muitas pessoas parecem viver o sexo como forma de se ligarem ao momento presente e se desligarem momentaneamente de relações pouco saudáveis com o passado e o futuro. Tipo "gosto de sexo porque não penso em mais nada quando o estou a fazer"...)

O mais interessante (digo eu) do estudo foi a correlação forte entre momentos de divagação e estados emocionais negativos. Ou seja, quando os participantes no estudo estavam "desligados" da tarefa ou conversação também estavam a sentir-se menos bem.

Alguns comentários:

1. Em PNL explora-se o conceito de "up time" (a valorização forte dos estímulos sensoriais recebidos, o desligar do discurso interno, a ligação ao presente e o estado de "presença"), por oposição ao "down time" (divagação, discurso interno avaliativo e julgador, desvalorização dos estímulos sensoriais - "nem reparei no que ele disse ou fez"); muitos dos modeladores da PNL gostam de passar horas consecutivas em "up time" (por exemplo, quando em formação, coaching ou estudo), talvez este estudo mostre que gostam apenas e só de se sentirem... felizes!

2. Será que o desligamento precede o mau estar, ou o mau estar antecede o desligamento? Este estudo não apresenta respostas, talvez isso não seja sequer importante. Se nos apanharmos a divagar, podemos focar novamente a atenção na tarefa ou podemos mudar de tarefa!

Tens estado focado/a no dia de hoje?

Saudações neuroestratégicas do vosso amigo Pedro!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Frases Pivot... Rumo à Mudança Linguística

Inspirado pelo meu amigo e colega Adrian Cox, escrevo hoje sobre Frases Pivot!


O que são? Bem, digamos que são frases que podemos aprender a usar para complementar crenças limitadoras que já apanhamos "boca fora"... Vamos por partes!

NOTA: As nossas palavras são importantes pois são aquilo a que Chomsky chamou a "estrutura superficial" que deriva directamente da "estrutura profunda". A segunda contém as nossas crenças e valores (entre muitas outras coisas!) enquanto a primeira é uma expressão linguística (depois das distorções, "apaganços" e generalizações que caracterizam a filtragem da informação profunda a caminho da superfície)

- Quando digo algo, transporto para o exterior uma crença e, sobretudo, confirmo-a para mim próprio (pois ouço as minhas palavras e tenho tendência a valorizá-las por terem sido ditas... por mim).
- Essa crença (aquilo que acredito estar certo sobre uma mundo, uma situação, uma pessoa, um evento, uma ideia) pode ser limitadora ou possibilitadora conforme me fecha ou abre possibilidades.
(EXEMPLOS: crença limitadora - não consigo fazer isto; crença possibilitadora: posso fazer isso)
- Quando me apanho a disparar uma crença limitadora posso usar uma Frase Pivot para rapidamente mudar o rumo do meu pensamento. Ora veja!

CRENÇA LIMITADORA: Eu não consigo fazer isso...
FRASE PIVOT: ... por enquanto!

CRENÇA LIMITADORA: Eu não posso acreditar nisso...
FRASE PIVOT: ... ainda!

CRENÇA LIMITADORA: Essa pessoa é desagradável...
FRASE PIVOT: ...mas não sempre!

CRENÇA LIMITADORA: A vida é muito dura...
FRASE PIVOT: ...mas não para mim!

(os mais atentos, apanharam uma das poucas BOAS utilizações da palavra "mas": apagar crenças limitadoras!)

Bom uso das Frase Pivot para mudar a sua linguística... e a das pessoas à sua volta!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Em Busca de... Quê?



Muitas pessoas buscam alguma coisa nesta vida. Não sabem muito bem o quê e têm esperança de descobrir que a tal coisa é a "coisa" quando a encontrarem! Como vão saber? Algumas abordagens (religiosas, new age, espirituais) afirmam que quando o descobrires (o propósito, o destino, a missão, a luz, a verdade) saberás!

A ideia parece-me francamente apelativa. Apenas ficam no ar duas ou três questões que gostava de aqui discutir. Esta questão do propósito de vida interessa-me imenso (ou não tivesse criado o método LIFE cujo primeiro passo é o da Ligação... ao Propósito!) e deparo-me no meu dia-a-dia com muitas pessoas (e organizações) em busca desse propósito.

Às vezes a busca é externa... às vezes é interna... Afinal, onde está o propósito e como o encontramos?
Como sabemos que é mesmo aquele? Quais são os factores de validação necessários? (fogo de artifício sensorial? mensagens metafísicas subitamente materializadas? noção de certeza interna com base no sistema emocional?)

Repare que se acreditar que a validação é externa, que o propósito se encontra através da acção de outros (encontramos uma mensagem veiculada por outro ser ou pelo sistema Universo) então a busca será sobretudo uma espera. É giro e pode nunca acontecer!

Se acreditarmos que a validação é interna, então o nosso sistema terá alguma dificuldade em perceber essa validação de tantas outras que já oferece diariamente (prazer, bem estar, alegria, felicidade).

Quando criei, juntamente com a equipa da LIFE Training, o curso Em Busca da Magia tinhamos uma premissa muito simples... talvez a busca não seja uma busca... talvez a busca seja só uma escolha...

Pense nisto durante a próxima noite e verá que amanhã talvez acorde com uma noção alargada de simplicidade em relação à sua vida. Talvez tudo seja uma questão de escolha (pois já escolhe com base nas suas regras e tende a escolher aquilo que gera um grau de satisfação mais alargado ao sistema - um dia destes escrevo sobre isto, acho que vai gostar)...

Em Busca da Felicidade talvez seja Em Escolha da Felicidade!
Em Busca da Magia talvez seja Em Escolha da Magia!
Em Busca do Amor talvez seja Em Escolha do Amor!
Talvez...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Quando Escolho, aumento a Escolha?

Escolher...
Decidir...
Optar...

Parece que fazemos basicamente isto ao longo do nosso dia. Analisamos opções e fazemos escolhas! Claro que isto acontece sobretudo ao nível inconsciente, nesse maravilhoso leque quântico de opções inesgotáveis... Ao nível consciente (toldados pela quantidade limitada de processamento de informação) podemos muitas vezes esbarrar na "falta de escolha".

- "Não tinha outra hipótese."
- "Não podia fazer mais nada."
- "Tenho obrigação de fazer isto."
- "Só posso ir por este caminho."

A ausência de possibilidade ou a existência de obrigação remetem-nos directamente para um velho truque da mente, que nos permite aumentar a velocidade de processamento: ignorarmos as opções!

Se nos focarmos exageradamente em todas as opções, estudando-as e acarinhado-as, estagnamos, incapazes de escolher e agir. Ao fazê-lo uma e outra vez, podemos "esquecer" os caminhos neuronais alternativos, ficando com a ideia de que não existiam outros traçados a seguir.

Ajudar pessoas a recuperar escolha é frequentemente o objectivo da Programação Neuro Linguística. Pois quando não produzimos os resultados desejados, recuperar escolha coloca-nos novamente nesse maravilhoso hiato temporal em que... tudo é possível!

Ou seja, às vezes, depois de escolher, ficamos com menos escolha! (pois já escolhemos)
Pelo que pode ser bom, ignorar a escolha e voltar às opções!

Para quem se interessa sobre como fazer isso na prática, recomendo uma bela ferramenta linguística chamada "Decision Destroyer" e que é normalmente apresentada em programas de Master Practitioner em PNL.

Escolha partilhar este artigo para ligar os seus amigos ao Poder da Escolha ;-)

terça-feira, 7 de junho de 2011

Isto funciona?!

Mas afinal, isto da Neuroestratégia funciona?
Adoptar os princípios d'"O Mágico Que Não Acreditava Em Magia" funciona?
Estudar e integrar os pressupostos e as técnicas da Programação Neuro Linguística funciona?
Usar o processo SPIDER de definição de objectivos irresistíveis funciona?

Essa é uma das perguntas que mais frequentemente me fazem. Uma pergunta legítima e inteligente. Pois apenas as coisas que funcionam parecem merecer a nossa máxima atenção. Ora, a minha resposta é uma das mais fáceis (para mim) e uma das mais difíceis (para quem a recebe)...

"Depende do seu grau de crença. Se acha que vai funcionar, provavelmente... vai!"

O que nos pode transportar rapidamente para a questão... "E como posso fazer para acreditar que vai funcionar?"

E aí começamos a entrar no domínio mais interessante. Aquele em que não são as coisas ou conceitos que realmente funcionam e sim... NÓS, quem realmente faz funcionar! Começamos a trabalhar no nosso mapa mundo mais do que no mundo propriamente dito. Paramos, ajustamos, artilhamos, expandimos o nosso mapa mundo. Preparamo-lo para o sucesso, para a felicidade! E depois... fazemos sucesso e felicidade. Seja lá o que isso for para cada um! (pois depende das tais regras do mapa mundo)

Assim, mais do que dizer-lhe que estas coisas funcionam, decidi responder por mim... olhou para os últimos meses da minha vida e fiz esta pequena lista. Acho-a interessante!

- fui palestrante ou formador em 20 grandes empresas, incluindo líderes de mercado na banca, seguros, farmacêuticas, mobiliário, viagens, televisão, contactando no total com cerca de 2000 pessoas por esta via!
- conduzi mais 2 certificações de Practitioner em PNL e uma de Master Practicioner, com participantes absolutamente apaixonados e comprometidos em fazer mais e melhor
- lancei o meu segundo livro, editado pela Pergaminho, com boas possibilidade de ser lançado noutros países
- cumpri um pequeno sonho, juntamente com a equipa da LIFE Training, enchendo o Coliseu do Porto para o maior evento de desenvolvimento pessoal realizado no Porto; 2500 pessoas a contribuírem para causas nobres

- etc, etc, etc
- e o melhor de tudo, MESMO, foi ter o privilégio de continuar a fazer parte de uma família LINDA e que me dá a oportunidade de SENTIR e PARTILHAR amor incondicional.

Afinal, isto funciona?!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Homem Que Perdeu o Nome

Caminhava cabisbaixo pela rua quando um desconhecido o retirou do seu mundo de pensamentos negativos...

- "Bom dia! Posso falar consigo?"
- "Bem, estou cheio de pressa... É rápido?"
- "Muito rápido, só quero fazer-lhe umas perguntinhas para um inquérito. Como se chama?"
- "Chamo-me... chamo-me... oh, diabo, olha esta... não me lembro do meu nome?"
- "Deve estar por aí, certamente!"
- "Não, a sério... não o encontro!"
- "Perdeu-o, então?"
- "Provavelmente, e só agora me dei conta disso."
- "Tem a certeza que não foi roubado?"
- "Acho que não, devo tê-lo simplesmente perdido. Pois quem quereria o meu nome? A maior parte das pessoas não gosta de nomes usados, gosta do seu."
- "E como sabe alguém que o nome que usa é mesmo seu e não de outro?"

Sobressaltado, o homem acordou daquele estranho sonho. O coração batia ainda acelerado quando se aproximou do espelho da casa de banho, lançou água fria na cara e se preparou para se chamar pelo nome. E foi aí que percebeu que o sonho não era sonho, ou que pelo menos o tema sonhado era bem real. Pois também agora se encontrava incapaz de recuperar o seu nome. Não sabia como se chamava, estava bem acordado e percebia isso como quem percebe que o sol queima.

Decidiu procurar ajuda. Dirigiu-se à esquadra mais próxima, pois é o local onde costumam entregar as coisas perdidas. Lá chegado dirigiu-se ao polícia de serviço, que rapidamente lhe perguntou ao que vinha. Disse que não se lembrava do nome...

- "Não sei do meu nome, devo tê-lo perdido. Não entregaram nenhum nome aqui ontem ou hoje?"
- "Espere lá, não o conheço do meu sonho?"
- "Do seu sonho, não estou a perceber!"
- "É que hoje sonhei que abordava um homem na rua para lhe fazer perguntas para um inquérito e ele dizia-me que tinha perdido o nome. Acho que era você!"
- "Também sonhei o mesmo! Mas como seria possível duas pessoas terem o mesmo sonho?"
- "Não faço ideia. Parece-me que o mais importante é estabelecer de quem era o sonho. Pois não gostaria de ter entrado no seu sonho, tal como provavelmente não teria gostado de entrar no meu!"
- "Acho que podemos deixar isso para mais tarde, pois o essencial é perceber que o sonho se tornou realidade, pois aqui estamos os dois e eu não sei do meu nome."

De repente, como que sendo alvo de súbita iluminação, o homem sorriu, acalmou-se, respirou profundamente, disse "já percebi, já percebi"...sentou-se, fechou os olhos e... adormeceu.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Quando a magia nos bate à porta...

Quando a magia nos bate à porta...

Sou muitas vezes confrontado com pessoas, nas mais variadas situações pessoais e profissionais, que me dizem querer mudar... O que naturalmente quererá dizer coisas diferentes para pessoas diferentes... Talvez seja mudar de emprego, de carreira, de chefe... Talvez seja mudar algum comportamento pessoal que danifica relações ou a saúde... Talvez seja mudar a relação consigo próprio...

Vou arriscar uma generalização... Talvez querer mudar signifique simplesmente conseguir aceder a estados emocionais positivos... Motivação, entusiasmo, paixão, amor, confiança, calma, concentração, clareza, determinação, gratidão, satisfação...

Fico pessoalmente entusiasmado quando observo esta vontade expressa no rosto de um ser humano, pois acredito que para alguém conceber uma melhor vida emocional tem que momentaneamente aceder à mesma! Se quiser sentir-se mais motivado, tem momentaneamente de fazer motivação interna para saber que quer mesmo, certo?

Daí o entusiasmo! Pois começo, ao vivo e a cores, a ver alguém fazer um pouco daquilo que quer mais. E como acredito que o mundo se torna melhor quando nos ligamos aqui os que mais queremos (as emoções positivas) em vez daquilo que não queremos (as emoções negativas)... Yupi!

Só que logo a seguir assisto, com regularidade, à chegada dos mecanismos interruptores... Não tenho tempo, não tenho dinheiro, não tenho idade, não tenho jeito, não sei se consigo, não sei se posso, não sei se mereço... E nessa altura apetece-me agarrar na pessoa pelos ombros, olhá-la intensamente nos olhos e dizer:

"Tu consegues. Tu podes. Tu tens dentro de ti a capacidade de fazer as tuas emoçōes positivas preferidas. Tu podes mudar AGORA. Tu podes ser feliz AGORA. Tu podes fazer magia... Pois és um mágico, uma mágica..."

O tempo passa, a vida passa. Agarra-a! E vive-a como quiseres, transforma-a na vida dos teus sonhos. Desliga os interruptores e faz magia. O mundo agradece, os teus agradecem, tu agradeces.

Parte AGORA Em Busca da Magia!