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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Um método para a vida!



Quando imaginei pela primeira vez, há cerca de 4 anos, o método LIFE... tinha um ponto de partida muito simples... que recordei com satisfação no passado sábado, enquanto facilitava o workshop LIFE em Lisboa:

1. Imagine, por uns instantes, que a vida é complexa, complicada, imprevisível, indecifrável... o que tem vontade de fazer? Nada? Experimenta dúvida e confusão?

2. Imagine, por uns instantes, que a vida é simples, clara, atraente, alterável... o que tem vontade de fazer? Agir? Mudar até tornar as coisas do seu agrado?

Depois de discutir estas questões com muitos milhares de pessoas, ainda não tenho uma resposta à questão "afinal a vida é complexa ou simples?" A única coisa que tenho é uma forte convicção de que mediante o prisma escolhido então a seguir virão provavelmente acções diferentes:

Complexidade tende a gerar inação...
Simplicidade tende a gerar ação...

Observe por uns instantes este vídeo, que resume o método LIFE. É fácil e simples. Já o utilizei, em conjunto com muitas equipas e organizações, em centenas de cenários diferentes. Consistentemente entrega resultados... desde que esteja na disposição de fazer o tal jogo de faz-de-conta... e imaginar que a vida é simples!

http://www.youtube.com/watch?v=zjt-ilNG95M

Bons resultados!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A melhor versão de mim

A cada dia que passa sou uma versão ligeiramente modificada de mim próprio. Isso é perfeitamente normal e previsível se por uns instantes pensarmos no facto de, através dos processos de renovação celular, a cada dia sermos MESMO uma pessoa ligeiramente diferente! Só o facto dessa modificação ser ligeira e não acelerada nos permite criar o conceito de "identidade", essa ideia de que existe uma parte de nós que é uma espécie de "core" (acho que a minha "identidade" está mais interessada em ignorar o conceito de "identidade"...)

A cada instante, porém, TODAS as nossas condicionantes, características, contextos... São o que são! Ou seja, num preciso instante no tempo a versão de mim mesmo que vou usar depende sobretudo das minhas escolhas. Se escolher ser a minha versão confiante, ou desanimada, ou apaixonada, ou deprimida... Então é isso mesmo que eu vou ser!

Dei por mim há uns dias a fazer contas ao número de vezes que fui a melhor versão de mim próprio na ultima semana. As vezes em que usei na plenitude todos os meus recursos, em que deixei tudo o que tinha para dar. Foram vários esses momentos e todos me renderam estados emocionais fenomenais! Estou com vontade de fazer mais e mais disto!

É interessante pensar que, se não tivesse usado todos os meus recursos nesses momentos, eles não estariam mais disponíveis agora! É que os recursos internos, ao contrário de outros, quanto mais utilizados... Mais disponíveis ficam! Quanto mais amor damos, mais amor temos para dar... Quanto mais confiança usamos, mais confiança temos para usar... Quanto mais motivação fazemos, mais motivação temos disponível!

E tu, quando foi a ultima vez que foste MESMO a melhor versão de ti própri@?


E tu, quando f

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"Um dia vou ser feliz..."



Tantas vezes ouço frases envolvendo a felicidade, que decidi por uns dias prestar especial atenção à forma como diferentes pessoas se referem à mesma... Claro que encontrei muitas utilizações diferentes, muitas expressões diferentes, muitas definições diferentes... O mais interessante, porém, foi agrupar todas as referências em dois grandes grupos e extrair a partir daí as conclusões que agora partilho convosco, caros leitores do Neuroestratégia.

Então, aqui vai algo que bem poderia ser apresentado, para muitos, como o segredo da felicidade. Prepare-se porque as próximas linhas podem vir a ter impacto poderoso sobre os seus mapas mentais. Aliás, arrisco mesmo afirmar que muitos leitores não mais serão os mesmos depois de ler este post (o que será genericamente apropriado a qualquer post, pois depois de lermos algo ficamos com mais informação no nosso sistema do que antes; se temos mais informação... é porque estamos já diferentes do que eramos antes, lol)

1) Para uns, a felicidade é um RESULTADO! É aquilo a que podem aceder como resultado de um determinado processo. "Quando o meu filho acabar o curso vou ficar tão feliz", "só queria era que ela me deixasse em paz, aí sim seria feliz", "se eu tivesse mais dinheiro era muito mais feliz". Um resultado é algo que está dependente do nosso comportamento (ou seja, da nossa respostas às circunstâncias). Nem sempre o resultado que produzimos é aquele que desejamos. É assim possível ser feliz apenas em curtos períodos de tempo, se apenas nesses momentos produzimos os resultados queridos.

2) Para outros, porém, a felicidade é um ESTADO! Ou seja, para estes, a felicidade é algo que se produz de acordo com os mapas mentais/regras/filtros e com uma determinada forma de utilizar o corpo. Sim, para estes, a felicidade faz-se. Está-se feliz em lugar de se ser feliz. "Estou feliz porque estou a pensar em coisas que sei que me fazem estar feliz", "Quando danço, sinto felicidade". É assim possível estar feliz na maior parte do tempo, pois quando tal não acontece, ajustamentos ao nível do corpo e do pensamento permitem gerar o estado desejado.

Se for importante sentir FELICIDADE, então proponho claramente, caro leitor, que olhe para a mesma como um ESTADO e que faça, faça, faça, faça, faça... FELICIDADE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Dance, espreguice, salte, estique, abrace, utilize o corpo de forma feliz! E pense, muito, decididamente, intensamente... sobre coisas e pessoas que o ligam à felicidade.

Momentos felizes, são os meus votos! Enquanto faço a minha própria felicidade escrevendo este post ;-)