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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
"Um dia vou ser feliz..."
Tantas vezes ouço frases envolvendo a felicidade, que decidi por uns dias prestar especial atenção à forma como diferentes pessoas se referem à mesma... Claro que encontrei muitas utilizações diferentes, muitas expressões diferentes, muitas definições diferentes... O mais interessante, porém, foi agrupar todas as referências em dois grandes grupos e extrair a partir daí as conclusões que agora partilho convosco, caros leitores do Neuroestratégia.
Então, aqui vai algo que bem poderia ser apresentado, para muitos, como o segredo da felicidade. Prepare-se porque as próximas linhas podem vir a ter impacto poderoso sobre os seus mapas mentais. Aliás, arrisco mesmo afirmar que muitos leitores não mais serão os mesmos depois de ler este post (o que será genericamente apropriado a qualquer post, pois depois de lermos algo ficamos com mais informação no nosso sistema do que antes; se temos mais informação... é porque estamos já diferentes do que eramos antes, lol)
1) Para uns, a felicidade é um RESULTADO! É aquilo a que podem aceder como resultado de um determinado processo. "Quando o meu filho acabar o curso vou ficar tão feliz", "só queria era que ela me deixasse em paz, aí sim seria feliz", "se eu tivesse mais dinheiro era muito mais feliz". Um resultado é algo que está dependente do nosso comportamento (ou seja, da nossa respostas às circunstâncias). Nem sempre o resultado que produzimos é aquele que desejamos. É assim possível ser feliz apenas em curtos períodos de tempo, se apenas nesses momentos produzimos os resultados queridos.
2) Para outros, porém, a felicidade é um ESTADO! Ou seja, para estes, a felicidade é algo que se produz de acordo com os mapas mentais/regras/filtros e com uma determinada forma de utilizar o corpo. Sim, para estes, a felicidade faz-se. Está-se feliz em lugar de se ser feliz. "Estou feliz porque estou a pensar em coisas que sei que me fazem estar feliz", "Quando danço, sinto felicidade". É assim possível estar feliz na maior parte do tempo, pois quando tal não acontece, ajustamentos ao nível do corpo e do pensamento permitem gerar o estado desejado.
Se for importante sentir FELICIDADE, então proponho claramente, caro leitor, que olhe para a mesma como um ESTADO e que faça, faça, faça, faça, faça... FELICIDADE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Dance, espreguice, salte, estique, abrace, utilize o corpo de forma feliz! E pense, muito, decididamente, intensamente... sobre coisas e pessoas que o ligam à felicidade.
Momentos felizes, são os meus votos! Enquanto faço a minha própria felicidade escrevendo este post ;-)
quinta-feira, 21 de julho de 2011
As Nações Unidas focam-se na felicidade! E nós?
No dia 19 de Julho, a Assembleia Geral das Nações Unidas emitiu um apelo a todos os países representados para que possam dar mais passos privilegiando a felicidade e o bem-estar dos seus habitantes na medição do desenvolvimento social e económico.
Acredito que a maior parte das pessoas terá a ideia (mais ou menos consciente) de que o crescimento económico não é tudo (e, frequentemente, nem sequer o mais importante). Ainda assim, ao longo dos últimos anos onde tem estado o nosso foco colectivo? (se é que o foco colectivo existe, talvez seja melhor falar do foco da maior parte dos media, do foco da maior parte dos partidos políticos, do foco da maior parte dos sindicatos, etc)
Taxa de crescimento do PIB
Taxa de juro
Taxa de inflação
Dívida soberana
etc, etc, etc
E, na minha experiência pessoal como coach e trainer continuo a encontrar diariamente pessoas que aquilo que realmente procuram é sentirem-se bem consigo próprias, sentirem-se bem com as pessoas de quem gostam, sentirem-se valorizadas e reconhecidas, sentirem-se estimuladas e apaixonadas, sentirem que estão a crescer e a aprender.
Será então que é possível ter crescimento económico negativo e, mesmo assim, sentirmo-nos melhor?
E ter crescimento económico positivo e, mesmo assim, sentirmo-nos pior?
Perguntem a alguém que, tendo sido aumentado no trabalho, perdeu um familiar querido.
Perguntem a alguém que, tendo sido despedido, reatou uma relação como amor da sua vida.
Perguntem a alguém que, tendo agora um carro maior e mais potente, discutiu com um amigo de longa data.
Claro que o ideal parece ter... o melhor dos dois mundos: crescer economicamente e crescer emocionalmente! Quando não conseguimos focar simultaneamente nas duas coisas, por qual optar?
As Nações Unidas deram um passo muito interessante, acredito eu, ao escrever nesta resolução que "a busca da felicidade é um objetivo humano fundamental"!
Acredito que a maior parte das pessoas terá a ideia (mais ou menos consciente) de que o crescimento económico não é tudo (e, frequentemente, nem sequer o mais importante). Ainda assim, ao longo dos últimos anos onde tem estado o nosso foco colectivo? (se é que o foco colectivo existe, talvez seja melhor falar do foco da maior parte dos media, do foco da maior parte dos partidos políticos, do foco da maior parte dos sindicatos, etc)
Taxa de crescimento do PIB
Taxa de juro
Taxa de inflação
Dívida soberana
etc, etc, etc
E, na minha experiência pessoal como coach e trainer continuo a encontrar diariamente pessoas que aquilo que realmente procuram é sentirem-se bem consigo próprias, sentirem-se bem com as pessoas de quem gostam, sentirem-se valorizadas e reconhecidas, sentirem-se estimuladas e apaixonadas, sentirem que estão a crescer e a aprender.
Será então que é possível ter crescimento económico negativo e, mesmo assim, sentirmo-nos melhor?
E ter crescimento económico positivo e, mesmo assim, sentirmo-nos pior?
Perguntem a alguém que, tendo sido aumentado no trabalho, perdeu um familiar querido.
Perguntem a alguém que, tendo sido despedido, reatou uma relação como amor da sua vida.
Perguntem a alguém que, tendo agora um carro maior e mais potente, discutiu com um amigo de longa data.
Claro que o ideal parece ter... o melhor dos dois mundos: crescer economicamente e crescer emocionalmente! Quando não conseguimos focar simultaneamente nas duas coisas, por qual optar?
As Nações Unidas deram um passo muito interessante, acredito eu, ao escrever nesta resolução que "a busca da felicidade é um objetivo humano fundamental"!
Etiquetas:
bem estar,
economia,
felicidade
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