Um bom coach evita utilizar verbos como "necessitar" (ou outros operadores modais de necessidade). É que sempre que necessitamos de algo, estamos a focar-nos no facto desse algo nos fazer "falta". Ora, esta ideia de que hás coisa que nos fazem "falta" é uma das maiores histórias que podemos contar a nós próprios e que mais utilizamos para justificar o adiamento do sentimento de felicidade... Quando isto (dinheiro, amor, férias, bens materiais, pessoas, etc) deixar de me fazer "falta" então serei feliz...
Ainda assim... Necessitamos de líderes!
Os eventos controlam-no a si ou controla os eventos? Se respondeu com a segunda hipótese, então faz parte de um selecto grupo de pessoas... os líderes!
No passado sábado, terminou a primeira edição do curso LIFE Leadership - Liderança para a Vida. 25 pessoas assumiram o objectivo de serem líderes de si próprios e daqueles que os rodeiam.
Verdadeira liderança é um acto de coragem, audácia e compaixão. Quantas pessoas conhecem que se entitulam de líderes sem manifestarem nenhuma destas qualidades?
Acredito que quando 1 em cada 10 portugueses se tornarem verdadeiros líderes, o país será um exemplo de boa governança, produtividade e... felicidade!
Há 9 tipos de líderes, e cada um destes, de acordo com as suas personalidades, trás consigo extraordinárias mais valias e também medos primordiais... Que enfrentará com intensidade superior em posições de liderança, mais expostas à avaliação e julgamento dos outros. Compreender o tipo de líder que somos ajuda-nos a perceber porque fazemos o que fazemos e como podemos fazer o que realmente queremos fazer!
Descobrir o líder que há em nós é necessário... o país agradece!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Equipa LIFE Training deu show na Meia Maratona!
Depois de ter cortado ontem a meta na mais árdua Meia Maratona que já fiz (o percurso em Matosinhos é acidentado até mais não! Subir duas vezes da marginal de Leça até à Igreja é duro!) sentei-me à espera dos meus colegas da LIFE Training... Pouco depois chegaram o Ricardo Peixe e a Núria Mendoza com o sorriso estampado na cara de... missão cumprida!
Não muito depois, o Nuno Silva, director executivo da Global Fitness, cortava também a meta e confidenciava-me que "percebi que correr uma Meia Maratona nada tem a ver com corrida mas... com a capacidade de sairmos da nossa zona de conforto". Orgulhei-me do meu amigo e da coragem que demonstrou!
Como coaches, o Ricardo e a Núria sabem que parte do segredo da felicidade reside na capacidade constante de sairmos da nossa zona de conforto, fazermos o que nunca fizemos, olharmos para o mundo de novos ângulos, considerarmos outras perpectivas... E tudo isso pode ser aprendido... correndo!
Fazer 21km ou 42km não é um feito histórico... mas é um marco na vida de cada um que o alcança pela primeira vez! Quais são as suas actuais maratonas? As coisas que gostava de ser, fazer ou sentir e que estão apenas a uma pequena decisão de distância? A decisão de sair da sua zona de conforto!
Vemo-nos na Corrida das Festas da Cidade do Porto, a 22 de Junho? Ou talvez prefira participar na próxima palestra gratuita da LIFE Training a 24 de Junho? Envie-me um e-mail se o quiser fazer! (pedro.vieira@lifetraining.com.pt)
Não muito depois, o Nuno Silva, director executivo da Global Fitness, cortava também a meta e confidenciava-me que "percebi que correr uma Meia Maratona nada tem a ver com corrida mas... com a capacidade de sairmos da nossa zona de conforto". Orgulhei-me do meu amigo e da coragem que demonstrou!
Como coaches, o Ricardo e a Núria sabem que parte do segredo da felicidade reside na capacidade constante de sairmos da nossa zona de conforto, fazermos o que nunca fizemos, olharmos para o mundo de novos ângulos, considerarmos outras perpectivas... E tudo isso pode ser aprendido... correndo!
Fazer 21km ou 42km não é um feito histórico... mas é um marco na vida de cada um que o alcança pela primeira vez! Quais são as suas actuais maratonas? As coisas que gostava de ser, fazer ou sentir e que estão apenas a uma pequena decisão de distância? A decisão de sair da sua zona de conforto!
Vemo-nos na Corrida das Festas da Cidade do Porto, a 22 de Junho? Ou talvez prefira participar na próxima palestra gratuita da LIFE Training a 24 de Junho? Envie-me um e-mail se o quiser fazer! (pedro.vieira@lifetraining.com.pt)
domingo, 1 de junho de 2008
As histórias que contamos a nós próprios
Durante anos, contei a mim próprio uma bela história. Uma história acerca de como começaria a ajudar outras pessoas logo que os MEUS resultados estivessem assegurados.
Quais são os resultados que TEM de assegurar antes de começar a ajudar os outros? Quaisquer que sejam, essa é a sua história! A nossa mente tem uma tendência extraordinária de criar dilemas, escolhas de "isto" OU "aquilo". Já pensou como tantas vezes conseguimos "isto" E "aquilo" desde que ambos sejam realmente importantes para nós?
Conheço pessoas (tal como conhece também certamente) que abdicam de valores muito importantes para si em nome da pretensa resolução destes dilemas... O que não deixa de ser uma forma "mental" de vender a alma ao Diabo, não é?
Quando verbalizamos os nossos dilemas colocamo-nos muitas vezes em situações em que ambas as escolhas nos retiram poder! Quase sempre é possível trabalhar o dilema até que ele nos ofereça caminhos cheios de possibilidades, energia e positividade. As palavras que usamos ditam o nosso caminho. Aprender a formular correctamente os dilemas, as escolhas da nossa vida é tão importante como a escolha em si!
Ora vejam...
a) Tenho de aumentar os resultados da minha empresa, logo estou perante o seguinte dilema "pressiono as pessoas até ao limite ou sou despedido"... E que tal reformular isto para "inspiro e lidero as pessoas para que juntos atinjamos os resultados pretendidos ou vou ter a possibilidade de encontrar outra coisa que goste (talvez até mais) de fazer". Consegue perceber que na primeira formulação estamos perante uma situação de perde-perde?
b) Enganei o meu marido, logo estou perante a seguinte escolha "guardo segredo para sempre ou conto e termino com o casamento"... O que aconteceria se o dilema fosse postulado como "todos os dias vivencio a minha relação para que seja tão satisfatória que nunca procurarei outra pessoas ou então partilho o que aconteceu e dou-nos a ambos a oportunidade de aprender, crescer e decidir". A solução pode ser diferente? Certamente será vivida de forma mais positiva!
O que aconteceria se reformulasse os actuais dilemas da sua vida?
Quais são os resultados que TEM de assegurar antes de começar a ajudar os outros? Quaisquer que sejam, essa é a sua história! A nossa mente tem uma tendência extraordinária de criar dilemas, escolhas de "isto" OU "aquilo". Já pensou como tantas vezes conseguimos "isto" E "aquilo" desde que ambos sejam realmente importantes para nós?
Conheço pessoas (tal como conhece também certamente) que abdicam de valores muito importantes para si em nome da pretensa resolução destes dilemas... O que não deixa de ser uma forma "mental" de vender a alma ao Diabo, não é?
Quando verbalizamos os nossos dilemas colocamo-nos muitas vezes em situações em que ambas as escolhas nos retiram poder! Quase sempre é possível trabalhar o dilema até que ele nos ofereça caminhos cheios de possibilidades, energia e positividade. As palavras que usamos ditam o nosso caminho. Aprender a formular correctamente os dilemas, as escolhas da nossa vida é tão importante como a escolha em si!
Ora vejam...
a) Tenho de aumentar os resultados da minha empresa, logo estou perante o seguinte dilema "pressiono as pessoas até ao limite ou sou despedido"... E que tal reformular isto para "inspiro e lidero as pessoas para que juntos atinjamos os resultados pretendidos ou vou ter a possibilidade de encontrar outra coisa que goste (talvez até mais) de fazer". Consegue perceber que na primeira formulação estamos perante uma situação de perde-perde?
b) Enganei o meu marido, logo estou perante a seguinte escolha "guardo segredo para sempre ou conto e termino com o casamento"... O que aconteceria se o dilema fosse postulado como "todos os dias vivencio a minha relação para que seja tão satisfatória que nunca procurarei outra pessoas ou então partilho o que aconteceu e dou-nos a ambos a oportunidade de aprender, crescer e decidir". A solução pode ser diferente? Certamente será vivida de forma mais positiva!
O que aconteceria se reformulasse os actuais dilemas da sua vida?
domingo, 18 de maio de 2008
Medo de... falar!
O medo número 1 da população adulta é falar em público! O medo número 2 é o de morrer!
Como costuma dizer o Mário Caetano, maior do que estes só mesmo o medo de... morrer a falar em público!
Ou como brincou Jerry Seinfeld, "num velório, o adulto médio prefere estar dentro do caixão do que ter que fazer o discurso!"
Quando falamos em público (numa reunião de trabalho com a nossa equipa, numa palestra, com um grupo de amigos à volta de uma mesa de restaurante, ou em qualquer outra situação em que mais do que duas pessoas nos escutem) somos confrontados com os nossos medos primordiais a uma escala superior aquela com que lidamos habitualmente sozinhos ou interagindo apenas com uma pessoa.
É por isso que falar em público é, simultaneamente, um grande desafio e uma grande oportunidade. Pessoas que aprendem a dominar o medo de falar em público experimentam, normalmente, aumentos significativos da auto confiança em todas as áreas da sua vida!
Quando foi a última vez que falou em público? Quantas oportunidades perdeu na sua vida sentimental, profissional, social por evitar falar em público? Eu perdi muitas!
Nos cursos de Liderança da LIFE Training fazemos desta constatação uma parte importante do conteúdo experimental. Mais do que apresentar ferramentas de desenvolvimento pessoal, comunicação e liderança, queremos proporcionar aos participantes experiências transformacionais para que se possam tornar líderes de si próprios (primeiros) e aprender a liderar os outros (depois)!
Interessado? Esteja atento aos próximos cursos de LIFE Leadership em várias cidades do país!
Se gostaria de organizar um curso de Liderança apenas para a sua empresa, contacte-me utilizando pedro.vieira@lifetraining.com.pt, estamos a fechar o nosso calendário 2008!
Como costuma dizer o Mário Caetano, maior do que estes só mesmo o medo de... morrer a falar em público!
Ou como brincou Jerry Seinfeld, "num velório, o adulto médio prefere estar dentro do caixão do que ter que fazer o discurso!"
Quando falamos em público (numa reunião de trabalho com a nossa equipa, numa palestra, com um grupo de amigos à volta de uma mesa de restaurante, ou em qualquer outra situação em que mais do que duas pessoas nos escutem) somos confrontados com os nossos medos primordiais a uma escala superior aquela com que lidamos habitualmente sozinhos ou interagindo apenas com uma pessoa.
É por isso que falar em público é, simultaneamente, um grande desafio e uma grande oportunidade. Pessoas que aprendem a dominar o medo de falar em público experimentam, normalmente, aumentos significativos da auto confiança em todas as áreas da sua vida!
Quando foi a última vez que falou em público? Quantas oportunidades perdeu na sua vida sentimental, profissional, social por evitar falar em público? Eu perdi muitas!
Nos cursos de Liderança da LIFE Training fazemos desta constatação uma parte importante do conteúdo experimental. Mais do que apresentar ferramentas de desenvolvimento pessoal, comunicação e liderança, queremos proporcionar aos participantes experiências transformacionais para que se possam tornar líderes de si próprios (primeiros) e aprender a liderar os outros (depois)!
Interessado? Esteja atento aos próximos cursos de LIFE Leadership em várias cidades do país!
Se gostaria de organizar um curso de Liderança apenas para a sua empresa, contacte-me utilizando pedro.vieira@lifetraining.com.pt, estamos a fechar o nosso calendário 2008!
sábado, 3 de maio de 2008
Comunicar sem estratégia... por comunicadores profissionais!
Todos nós tivemos professores de eleição, outros assim assim, e também alguns daqueles de que só nos lembramos pelas piores razões!
O maior medo da população humana adulta é o medo de falar em público (o segundo medo mais comum, já agora, é o da morte; e o terceiro, como diz por brincadeira o Mário Caetano, é o de morrer a falar em público!). Só por isso, ser professor é um acto de coragem. É que para ser professor é necessário comunicar em público durante horas e horas por dia. E com públicos bem exigentes!
Ser professor é, em parte, ser palestrante profissional. E, como qualquer profissional que depende da sua capacidade de se exprimir para grupos de pessoas, é importante investir tempo e energia a aumentar recursos de comunicação em grupo.
Tudo isto a propósito de uma palestra a que assisti recentemente e em que interviu um conhecido professor universitário, reconhecidamente uma das pessoas que mais sabe sobre a sua área de investigação no país. Uma pessoa que investiu décadas na aprendizagem e ensino da sua matéria de eleição e que tem extensa obra publicada. Após trinta segundos de palestra, a sonolência instalou-se na assistência e duvido que alguém tenha realmente acompanhado o denso raciocínio mental que se seguiu. Não percebi até se na realidade existia uma mensagem a passar ou apenas uma necessidade de expôr capacidades... A verdade é que, fosse qual fosse a intenção, os resultados foram pobres.
A nossa vida são os nossos resultados. Sejam eles quais forem! Falar em público é um desafio tremendo (eu que o diga!) e também uma oportunidade imperdível de causar impacto em todos quantos nos deram a oportunidade de nos ouvir...
Qual foi a última vez que falou em público? Aproveitou a oportunidade? Qual a sua estratégia para falar em público? Se nunca dedicou tempo de qualidade a pensar nesta questão, sugiro que o faça, poucas actividades podem alavancar tanto a passagem da sua mensagem pessoal. Sim, aquela que transporta e que apenas da sua boca pode sair!
Se precisar de ajuda para falar em público, fale com um coach... Ou procure o clube Toastmasters em Lisboa, Porto ou Braga! Vai surpreender-se! (toastpt.blogspot.com)
O maior medo da população humana adulta é o medo de falar em público (o segundo medo mais comum, já agora, é o da morte; e o terceiro, como diz por brincadeira o Mário Caetano, é o de morrer a falar em público!). Só por isso, ser professor é um acto de coragem. É que para ser professor é necessário comunicar em público durante horas e horas por dia. E com públicos bem exigentes!
Ser professor é, em parte, ser palestrante profissional. E, como qualquer profissional que depende da sua capacidade de se exprimir para grupos de pessoas, é importante investir tempo e energia a aumentar recursos de comunicação em grupo.
Tudo isto a propósito de uma palestra a que assisti recentemente e em que interviu um conhecido professor universitário, reconhecidamente uma das pessoas que mais sabe sobre a sua área de investigação no país. Uma pessoa que investiu décadas na aprendizagem e ensino da sua matéria de eleição e que tem extensa obra publicada. Após trinta segundos de palestra, a sonolência instalou-se na assistência e duvido que alguém tenha realmente acompanhado o denso raciocínio mental que se seguiu. Não percebi até se na realidade existia uma mensagem a passar ou apenas uma necessidade de expôr capacidades... A verdade é que, fosse qual fosse a intenção, os resultados foram pobres.
A nossa vida são os nossos resultados. Sejam eles quais forem! Falar em público é um desafio tremendo (eu que o diga!) e também uma oportunidade imperdível de causar impacto em todos quantos nos deram a oportunidade de nos ouvir...
Qual foi a última vez que falou em público? Aproveitou a oportunidade? Qual a sua estratégia para falar em público? Se nunca dedicou tempo de qualidade a pensar nesta questão, sugiro que o faça, poucas actividades podem alavancar tanto a passagem da sua mensagem pessoal. Sim, aquela que transporta e que apenas da sua boca pode sair!
Se precisar de ajuda para falar em público, fale com um coach... Ou procure o clube Toastmasters em Lisboa, Porto ou Braga! Vai surpreender-se! (toastpt.blogspot.com)
domingo, 27 de abril de 2008
Estratégias para... não agir!
Todos nós possuimos estratégias infalíveis para nos levarem à não acção. É verdade, procrastinação é uma forte especialidade da maior parte dos seres humanos. E toca a quase todos, pois mesmo as pessoas que, por exemplo, possam demonstrar uma capacidade impressionante de entrar em acção no domínio profissional, poderão ter a garagem por arrumar em casa há mais de 2 anos! (Ups, o meu inconsciente traiu-me nesta... é que o tipo da garagem por arrumar sou eu...)
Nos últimos dias tenho falado com muitas pessoas que gostariam, queriam, adoravam, intencionariam apostar mais no seu desenvolvimento pessoal mas não o vão fazer agora porque... (e aqui vêm uma série de "desculpas"). Sei que as situações que apresentam são bem reais... ainda assim, quando queremos muito uma coisa, arranjamos forma de a obter. A vida de todos nós está recheada de exemplos disto!
Mais de 20 pessoas, por exemplo, inscreveram-se já no curso Coaching 4 LIFE no Porto, enquanto cerca de outras duas dezenas decidiram não o fazer por uma ou outra razão, apesar de "quererem" muito. Sempre que alguém quer muito uma coisa e não a faz, estamos perante uma de duas situações:
1. Na realidade, a pessoa não quer assim tanto mas sente que deveria querer (crenças)
2. A pessoa realmente quer e está a procrastinar
Há 7 razões básicas para procrastinar, ligadas com crenças enraízadas, vou deixar aqui as duas ou três com que mais tenho deparado:
a) Não é o timing perfeito, pois tenho muito trabalho e compromissos (a crença de que poderá existir um timing perfeito no futuro é das mais destrutivas que existe, pois impele-nos a adiar decisões importantes para um tempo que na realidade nunca existirá... ou acha que o trabalho e os compromissos vão realmente diminuir?)
b) Não estou ainda preparado, tenho de ler mais sobre o assunto antes (a crença de que podemos dominar melhor o nosso mundo externo se nos prepararmos muito e bem; na realidade a aprendizagem só acontece quando estamos emocionalmente conectados, quando estamos presentes; é como o atleta que se quer preparar para uma grande competição sem competir nunca antes)
Tome decisões apaixonadas e viva uma boa vida!
Nos últimos dias tenho falado com muitas pessoas que gostariam, queriam, adoravam, intencionariam apostar mais no seu desenvolvimento pessoal mas não o vão fazer agora porque... (e aqui vêm uma série de "desculpas"). Sei que as situações que apresentam são bem reais... ainda assim, quando queremos muito uma coisa, arranjamos forma de a obter. A vida de todos nós está recheada de exemplos disto!
Mais de 20 pessoas, por exemplo, inscreveram-se já no curso Coaching 4 LIFE no Porto, enquanto cerca de outras duas dezenas decidiram não o fazer por uma ou outra razão, apesar de "quererem" muito. Sempre que alguém quer muito uma coisa e não a faz, estamos perante uma de duas situações:
1. Na realidade, a pessoa não quer assim tanto mas sente que deveria querer (crenças)
2. A pessoa realmente quer e está a procrastinar
Há 7 razões básicas para procrastinar, ligadas com crenças enraízadas, vou deixar aqui as duas ou três com que mais tenho deparado:
a) Não é o timing perfeito, pois tenho muito trabalho e compromissos (a crença de que poderá existir um timing perfeito no futuro é das mais destrutivas que existe, pois impele-nos a adiar decisões importantes para um tempo que na realidade nunca existirá... ou acha que o trabalho e os compromissos vão realmente diminuir?)
b) Não estou ainda preparado, tenho de ler mais sobre o assunto antes (a crença de que podemos dominar melhor o nosso mundo externo se nos prepararmos muito e bem; na realidade a aprendizagem só acontece quando estamos emocionalmente conectados, quando estamos presentes; é como o atleta que se quer preparar para uma grande competição sem competir nunca antes)
Tome decisões apaixonadas e viva uma boa vida!
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Fire Eating!
No passado sábado, num evento de apresentação da LIFE Training na Costa da Caparica, cerca de 30 pessoas acederam ao desafio de... engolirem fogo!
O fogo desperta naturalmente em nós um medo primitivo, cultivado ao longo de toda a nossa vida. "Não brinques com o fogo", "o fogo queima", e as nossas próprias experiências físicas (quem não colocou um dedo num fósforo aceso, atraído pela beleza da chama?) apontam todos no mesmo sentido: o fogo não é para colocar dentro da boca!
Assim, quando a nossa mente tem pela frente uma bela tocha acesa, pensa o quê?
No meu caso, lembro-me bem do meu pensamento na primeira vez que me coloquei nessa situação: "A chama tem cerca de 15cm de altura, a minha boca aberta não deve ter mais de 7 ou 8, não sei se isto vai acabar bem..."
Felizmente o grande Steve Linder tinha preparado bem o meu inconsciente antes do exercício... As minhas crenças estavam já debilitadas por esta altura e quase prontas a cederem. O Steve fez o resto com um simples olhar confiante e um pequeno acenar de cabeça. Engoli o fogo! Foi lindo e guardo essa sensação comigo.
Sempre que me deparo com uma situação na vida em que tenho de ultrapassar sensações de medo para alcançar um objectivo querido, penso no fogo, na tocha e no Steve.
Cada um de nós, recorrendo às suas experiências pessoais, pode encontrar momentos de coragem no seu passado (certamente muitos de coragem bem superior à de abocanhar uma tocha a arder!) e apelar a eles nos momentos em que mais precisa! Ou então focar-se em momentos em que o medo dominou e impediu a progressão. Ambas são estratégias poderosas e eficientes! Qual vai escolher quando estiver perante os fogos da vida?
O fogo desperta naturalmente em nós um medo primitivo, cultivado ao longo de toda a nossa vida. "Não brinques com o fogo", "o fogo queima", e as nossas próprias experiências físicas (quem não colocou um dedo num fósforo aceso, atraído pela beleza da chama?) apontam todos no mesmo sentido: o fogo não é para colocar dentro da boca!
Assim, quando a nossa mente tem pela frente uma bela tocha acesa, pensa o quê?
No meu caso, lembro-me bem do meu pensamento na primeira vez que me coloquei nessa situação: "A chama tem cerca de 15cm de altura, a minha boca aberta não deve ter mais de 7 ou 8, não sei se isto vai acabar bem..."
Felizmente o grande Steve Linder tinha preparado bem o meu inconsciente antes do exercício... As minhas crenças estavam já debilitadas por esta altura e quase prontas a cederem. O Steve fez o resto com um simples olhar confiante e um pequeno acenar de cabeça. Engoli o fogo! Foi lindo e guardo essa sensação comigo.
Sempre que me deparo com uma situação na vida em que tenho de ultrapassar sensações de medo para alcançar um objectivo querido, penso no fogo, na tocha e no Steve.
Cada um de nós, recorrendo às suas experiências pessoais, pode encontrar momentos de coragem no seu passado (certamente muitos de coragem bem superior à de abocanhar uma tocha a arder!) e apelar a eles nos momentos em que mais precisa! Ou então focar-se em momentos em que o medo dominou e impediu a progressão. Ambas são estratégias poderosas e eficientes! Qual vai escolher quando estiver perante os fogos da vida?
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