Olá!
Há alguns dias tive a oportunidade de colocar estas duas questões às cerca de 300 pessoas que participaram nos workshops da LIFE Training na Feira do Empreendedor:
1. Qual é a taxa de desemprego em Portugal?
2. Qual é a taxa de emprego em Portugal?
Curiosamente, foi bastante difícil a muitos dos participantes responderem à segunda questão! Não porque o cálculo fosse complexo (longe disso, não é? 100 - taxa de desemprego = taxa de emprego!), sim porque a resposta devolvida pela operação de subtrair parece um número muito grande. De facto, 92% da população activa parece "quase toda a gente".
A célebre teoria do copo meio cheio ou copo meio vazio está tão presente no nosso dia a dia... A todo o instante decidimos... em olhar para o que queremos ou reparar no que não queremos... Escolhemos entre sorrir ou chorar, entre aplaudir ou julgar, entre viver e "viver"... Percebe o que quero dizer, não é?
Qual é a sua escolha para agora? Eu cá estou a sorrir (ao imaginar o seu belo sorriso de orelha a orelha!)
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Taxa de desemprego vs taxa de emprego
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Quando comentários nos afectam...
O que acontece se alguém (um amigo, uma familiar, um colega...) se aproximar de si e lhe disser, com um tom sério, que acha que o caro leitor tem um problema de auto-estima, que não tem auto-confiança, encondendo-se muitas vezes atrás de uma máscara social... Imagine por um momento que isto acontece mesmo... (imagine, p.ex., que é o seu companheiro/a que diz isto!)
Que emoções sente? Em que é que isso pode afectar a sua relação com essa pessoa?
Agora altere ligeiramente o cenário... Imagine que essa mesma pessoa lhe diz que acha que o leitor é um assassino! Que emoções sente agora?
Será que a única razão pela qual lida menos bem com a primeira do que com a segunda situação é porque no primeiro caso uma parte de si concorda com o comentário?
Sempre que um comentário ou feedback de outra pessoa me deixa emocionalmente afectado, pergunto-me "de que forma é que o comentário foi aceite por mim como verdadeiro?"
Se todos nos alinhassemos por esta estratégia, não haveria lugar para mágoa por aquilo que as outras pessoas nos dizem!
Obrigado por investir os próximos sessenta segundos a imaginar como isto lhe pode dar maior controlo sobre as suas emoções!
Que emoções sente? Em que é que isso pode afectar a sua relação com essa pessoa?
Agora altere ligeiramente o cenário... Imagine que essa mesma pessoa lhe diz que acha que o leitor é um assassino! Que emoções sente agora?
Será que a única razão pela qual lida menos bem com a primeira do que com a segunda situação é porque no primeiro caso uma parte de si concorda com o comentário?
Sempre que um comentário ou feedback de outra pessoa me deixa emocionalmente afectado, pergunto-me "de que forma é que o comentário foi aceite por mim como verdadeiro?"
Se todos nos alinhassemos por esta estratégia, não haveria lugar para mágoa por aquilo que as outras pessoas nos dizem!
Obrigado por investir os próximos sessenta segundos a imaginar como isto lhe pode dar maior controlo sobre as suas emoções!
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Crise ou Oportunidade
Ontem diverti-me a assistir aos noticiários de final de dia nas diferentes estações televisivas, fazendo uma alteração visual ou auditiva: sempre que vi escrita a palavra "crise" (que palavra mais interessante para se colocar como título nos separadores, não é?) substitui-a mentalmente pela palavra "oportunidade"; sempre que alguém falou em "crise" eu ouvi "oportunidade".
Foi espectacular!
Oportunidade nos mercados financeiros continua.
Sindicatos exigem mais apoio em época de oportunidade.
Empresas reduzem custos nesta fase de oportunidade.
Face à oportunidade, famílias revêem despesas.
Governos e Bancos Centrais discutem oportunidade.
Imagine o que aconteceria se todos ouvissemos oportunidade em vez de crise...
É que (aproxime-se porquevou contar agora um segredo) esta é mesmo uma época de oportunidades... Apenas tem que aprender a concentrar-se no que nos serve e não no que nos limita...
Como estamos em época de oportunidade, ofereço-lhe esta dica gratuitamente (e do fundo do coração!)
Foi espectacular!
Oportunidade nos mercados financeiros continua.
Sindicatos exigem mais apoio em época de oportunidade.
Empresas reduzem custos nesta fase de oportunidade.
Face à oportunidade, famílias revêem despesas.
Governos e Bancos Centrais discutem oportunidade.
Imagine o que aconteceria se todos ouvissemos oportunidade em vez de crise...
É que (aproxime-se porquevou contar agora um segredo) esta é mesmo uma época de oportunidades... Apenas tem que aprender a concentrar-se no que nos serve e não no que nos limita...
Como estamos em época de oportunidade, ofereço-lhe esta dica gratuitamente (e do fundo do coração!)
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
A minha aprendizagem e... um poderoso vírus
Uma das mais fortes razões pelas quais comecei a interessar-me por ser (trans)formador foi... puramente egoista... É que qualquer formador que se entregue de alma e coração ao processo acabará invariavelmente por chegar ao final com a sensação de que esteve (também) a ensinar e a aprender consigo próprio.
Ontem terminamos em Aveiro a quinta edição do curso LIFE Leadership (que volta ao Porto nos próximos dias 7 a 9 de Novembro) e, mais uma vez, não parei de aprender ao longo de três dias intensos. Obrigado a todos os aveirense que me proporcionaram estes momentos! (para breve, partilharei alguns dos testemunhos deste curso).
Quando estamos focados na aprendizagem, encontramos sempre novos e extraordinários ensinamentos em toda e qualquer situação. Pelo contrário, quando nos deixamos contagiar pelo pernicioso vírus do "já sei isto", então fechamo-nos a qualquer possibilidade de aprender.
Quais os assuntos sobre os quais acha que "já sabe isto"? Espero que não sobre desenvolvimento pessoal. É que posso garantir-lhe que, qualquer que seja o seu nível de consciência, há sempre muito mais por descobrir e aprender!
Aprenda e cresça primeiro! E partilhe depois!
Ontem terminamos em Aveiro a quinta edição do curso LIFE Leadership (que volta ao Porto nos próximos dias 7 a 9 de Novembro) e, mais uma vez, não parei de aprender ao longo de três dias intensos. Obrigado a todos os aveirense que me proporcionaram estes momentos! (para breve, partilharei alguns dos testemunhos deste curso).
Quando estamos focados na aprendizagem, encontramos sempre novos e extraordinários ensinamentos em toda e qualquer situação. Pelo contrário, quando nos deixamos contagiar pelo pernicioso vírus do "já sei isto", então fechamo-nos a qualquer possibilidade de aprender.
Quais os assuntos sobre os quais acha que "já sabe isto"? Espero que não sobre desenvolvimento pessoal. É que posso garantir-lhe que, qualquer que seja o seu nível de consciência, há sempre muito mais por descobrir e aprender!
Aprenda e cresça primeiro! E partilhe depois!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Vitor Sá, campeão do mundo de boxe
O português Vitor Sá conquistou no passado domingo, em Espinho, o cinturão de campeão do mundo de boxe (WBF).
Tivemos o prazer de acompanhar e apoiar o Vítor durante o seu percurso até este merecido título. Temos campeão! No domingo deu um show de concentração e focus frente a um inteligente e perigoso adversário.
Um bom exemplo para a selecção nacional de futebol?
Tivemos o prazer de acompanhar e apoiar o Vítor durante o seu percurso até este merecido título. Temos campeão! No domingo deu um show de concentração e focus frente a um inteligente e perigoso adversário.
Um bom exemplo para a selecção nacional de futebol?
Ferramentas do sucesso: a experiência
Para alcançarmos sucesso nas nossas vidas (seja lá o que sucesso seja para si!) necessitamos de diferentes armas:
1) Atitude
2) Ferramentas
3) Conhecimento
Hoje gostaria de me concentrar no ponto 2, as ferramentas!
Quando alguém se candidata a um novo emprego (p.ex.) é frequentemente confrontado com a questão da experiência, "há quantos anos está neste ramo?", "quantos anos de experiência tem na gestão de pessoas?"
Pois é, é que muitas vezes confundimos experiência com ferramentas de sucesso. Estas são sinónimo do nosso nível de desenvolvimento na comunicação interpessoal e da nossa capacidade de resolver problemas. Ter mais ou menos anos de "experiência" não significa necessariamente que tenhamos desenvolvido as ferramentas de sucesso!
De certeza que conhece pessoas com muita "experiência" (anos) e poucas ferramentas! E também o contrário, não é?
Da próxima vez que lhe perguntarem pela sua "experiência", foque-se nas suas ferramentas (comunicação e resolução de problemas) e fale sobre elas. Vai ver que será tomado por experiente!
Desejos de uma boa vida!
1) Atitude
2) Ferramentas
3) Conhecimento
Hoje gostaria de me concentrar no ponto 2, as ferramentas!
Quando alguém se candidata a um novo emprego (p.ex.) é frequentemente confrontado com a questão da experiência, "há quantos anos está neste ramo?", "quantos anos de experiência tem na gestão de pessoas?"
Pois é, é que muitas vezes confundimos experiência com ferramentas de sucesso. Estas são sinónimo do nosso nível de desenvolvimento na comunicação interpessoal e da nossa capacidade de resolver problemas. Ter mais ou menos anos de "experiência" não significa necessariamente que tenhamos desenvolvido as ferramentas de sucesso!
De certeza que conhece pessoas com muita "experiência" (anos) e poucas ferramentas! E também o contrário, não é?
Da próxima vez que lhe perguntarem pela sua "experiência", foque-se nas suas ferramentas (comunicação e resolução de problemas) e fale sobre elas. Vai ver que será tomado por experiente!
Desejos de uma boa vida!
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
De volta!
2 semanas estou de volta ao nosso grande Portugal! 2 semanas em terras do Tio Sam foram espectaculares para ver a "crise" que por lá anda.
Tive a oportunidade de conversar com pessoas sem-abrigo na ecológica cidade de Portland. Em pleno crash bolsista, estas pessoas não estavam minimamente alinhadas com o "pânico" dos media...
Poderá isto querer dizer que sentimos medo não dos eventos e sim do significado que estes têm para nós? (enquando escrevo aceno afirmativamente com a cabeça... só uma dica...)
Bom tema para desenvolver nos próximos dias!
PS Steve Linder esteve no seu melhor! Incrível!
Tive a oportunidade de conversar com pessoas sem-abrigo na ecológica cidade de Portland. Em pleno crash bolsista, estas pessoas não estavam minimamente alinhadas com o "pânico" dos media...
Poderá isto querer dizer que sentimos medo não dos eventos e sim do significado que estes têm para nós? (enquando escrevo aceno afirmativamente com a cabeça... só uma dica...)
Bom tema para desenvolver nos próximos dias!
PS Steve Linder esteve no seu melhor! Incrível!
Subscrever:
Mensagens (Atom)