Ok, não sou uma pessoa muito isenta para lhe chamar o site do ano, mesmo assim... é muito fixe!
www.pedrovieira.net
Comentários agradecem-se para haver melhorias rápidas e consistentes!
quinta-feira, 25 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
2010: Um Ano Único?
Olá, amigos neuroestrategas! (e candidatos a...)
No início do ano de 2010, a equipa da LIFE Training decidiu que este ia ser um ano UAU (Um Ano Único)! E temos partilhado este desejo/objectivo/determinação com muitas pessoas de Norte a Sul do país (e até já fomos à Madeira levar a mensagem UAU)! Cerca de 3000 pessoas passaram já pelos nossos workshops, cursos e palestras!
Já passaram 72 dias deste belo ano e já se podem começar a fazer pequenos balanços. O que aconteceu nas nossas vidas? Como está a nossa saúde, a nossa energia, o nosso dinheiro comparados com aquilo que desejavamos? E as nossas emoções, as nossas aprendizagens de 2010, como estão a ser comparadas com um cenário ideal?
Está a comparar exactamente com quê? Se definiu objectivos no início do ano, estará naturalmente a comparar a sua situação actual com os objectivos definidos. Se não definiu objectivos estará a comparar com... bem, é difícil saber!
Em qualquer dos casos, tenho boas notícias... os objectivos definem-se a qualquer hora, a qualquer dia. Avance agora e defina ou redefina os seus objectivos. Foque-se em criar um ano UAU!
72 dias passaram, temos mais 293 pela frente. Vamos criá-los, fazê-los, torná-los ESPECIAIS, UAU!
(já dá para ver que hoje estou em dia UAU, é a minha estratégia quando reparo que algumas coisas na minha vida estão a correr diferente do que quero... em vez de me focar nisso, foco-me no que quero e como posso torná-lo realidade... simples e eficaz... UAU... mesmo!)
No início do ano de 2010, a equipa da LIFE Training decidiu que este ia ser um ano UAU (Um Ano Único)! E temos partilhado este desejo/objectivo/determinação com muitas pessoas de Norte a Sul do país (e até já fomos à Madeira levar a mensagem UAU)! Cerca de 3000 pessoas passaram já pelos nossos workshops, cursos e palestras!
Já passaram 72 dias deste belo ano e já se podem começar a fazer pequenos balanços. O que aconteceu nas nossas vidas? Como está a nossa saúde, a nossa energia, o nosso dinheiro comparados com aquilo que desejavamos? E as nossas emoções, as nossas aprendizagens de 2010, como estão a ser comparadas com um cenário ideal?
Está a comparar exactamente com quê? Se definiu objectivos no início do ano, estará naturalmente a comparar a sua situação actual com os objectivos definidos. Se não definiu objectivos estará a comparar com... bem, é difícil saber!
Em qualquer dos casos, tenho boas notícias... os objectivos definem-se a qualquer hora, a qualquer dia. Avance agora e defina ou redefina os seus objectivos. Foque-se em criar um ano UAU!
72 dias passaram, temos mais 293 pela frente. Vamos criá-los, fazê-los, torná-los ESPECIAIS, UAU!
(já dá para ver que hoje estou em dia UAU, é a minha estratégia quando reparo que algumas coisas na minha vida estão a correr diferente do que quero... em vez de me focar nisso, foco-me no que quero e como posso torná-lo realidade... simples e eficaz... UAU... mesmo!)
sexta-feira, 12 de março de 2010
As condicionantes da Performance
A Performance (ou faculdade de entregar resultados) é alvo de análise, discussão, emoção... em todos os contextos em que é importante.
Podemos falar em Performance no Desporto, nos Negócios ou na Família. Neste momento, qual o grau de satisfação com a sua Performance nos seus vários papéis sociais?
Nas últimas semanas tenho tido oportunidade de falar sobre este assunto com audiências de todo o tipo de escalões etários, funções profissionais, proveniência geográfica... Contactar pessoalmente com milhares de pessoas tem muitas vantagens, uma delas é conseguir detectar padrões de comportamento que posso utiliza mais tarde para servir melhor os grupos com quem lido.
Um dos padrões que está cada vez mais óbvio para mim é o das determinantes da Performance. Diferentes contextos, mesmas determinantes parecem indicar um forte padrão!
Aqui vão elas (as determinantes):
1. Os Recursos: Para desempenhar a tarefa a que me proponho, disponho neste momento de determinados recursos (físicos, emocionais, mentais, financeiros e espirituais). Estes recursos são desenvolvidos ao longo do tempo e mutáveis, sendo um dado adquirido no momento em que me lanço à tarefa
2. O Contexto: para além dos Recursos, estão também presentes determinadas condições externas que posso influenciar apenas indirectamente e que afectam a Performance (positiva ou negativamente). Apesar de eu não conseguir decidir tudo em relação ao Contexto, posso exercer uma série de escolhas que afectam dinamicamente estas mesmas condições. É muitas visto como um factor totalmente fora do meu controlo e que pode mesmo impedir/anular a minha Performance.
3. A Disponibilidade: a minha capacidade de disponibilizar oss mus Recursos, dentro do Contexto, para atingir os meus Objectivos. Muitas veezes chamada também de Atitude ou Motivação.
Em relação aos Objectivos que tem neste momento, pense nas determinantes da Performance (Recursos, Contexto e Disponibilidade) e talvez descubra um bom sitío onde concentrar asua atenção para que a Performance se aproxime ainda mais dos Objectivos!
Pela minha parte, tenho estimulado muitas pessoas a fazerem esta análise e implementarem acções com base nessas observações. Os Resultados são frequentemente fantásticos!
Podemos falar em Performance no Desporto, nos Negócios ou na Família. Neste momento, qual o grau de satisfação com a sua Performance nos seus vários papéis sociais?
Nas últimas semanas tenho tido oportunidade de falar sobre este assunto com audiências de todo o tipo de escalões etários, funções profissionais, proveniência geográfica... Contactar pessoalmente com milhares de pessoas tem muitas vantagens, uma delas é conseguir detectar padrões de comportamento que posso utiliza mais tarde para servir melhor os grupos com quem lido.
Um dos padrões que está cada vez mais óbvio para mim é o das determinantes da Performance. Diferentes contextos, mesmas determinantes parecem indicar um forte padrão!
Aqui vão elas (as determinantes):
1. Os Recursos: Para desempenhar a tarefa a que me proponho, disponho neste momento de determinados recursos (físicos, emocionais, mentais, financeiros e espirituais). Estes recursos são desenvolvidos ao longo do tempo e mutáveis, sendo um dado adquirido no momento em que me lanço à tarefa
2. O Contexto: para além dos Recursos, estão também presentes determinadas condições externas que posso influenciar apenas indirectamente e que afectam a Performance (positiva ou negativamente). Apesar de eu não conseguir decidir tudo em relação ao Contexto, posso exercer uma série de escolhas que afectam dinamicamente estas mesmas condições. É muitas visto como um factor totalmente fora do meu controlo e que pode mesmo impedir/anular a minha Performance.
3. A Disponibilidade: a minha capacidade de disponibilizar oss mus Recursos, dentro do Contexto, para atingir os meus Objectivos. Muitas veezes chamada também de Atitude ou Motivação.
Em relação aos Objectivos que tem neste momento, pense nas determinantes da Performance (Recursos, Contexto e Disponibilidade) e talvez descubra um bom sitío onde concentrar asua atenção para que a Performance se aproxime ainda mais dos Objectivos!
Pela minha parte, tenho estimulado muitas pessoas a fazerem esta análise e implementarem acções com base nessas observações. Os Resultados são frequentemente fantásticos!
segunda-feira, 1 de março de 2010
Workshop LIFE GRATUITO em Lisboa a 13 de Março
O próximo workshop LIFE é já no próximo dia 13 de Março em Lisboa. Só temos 200 vagas e estão quase todas preenchidas (o workshop é gratuito, dura o dia todo - 9:00/18:00 e vamos pedir à entrada uma contribuição financeira de 10€ para a Operação Nariz Vermelho!
Se quiseres participar, pf envia um email com dados pessoais para ana.vieira@lifetraining.com.pt, lá estaremos para partilhar as ferramentas de desenvolvimento pessoal da LIFE Training!
Boa semana, bom mês, bom ano! Um Ano Único! UAU!
Se quiseres participar, pf envia um email com dados pessoais para ana.vieira@lifetraining.com.pt, lá estaremos para partilhar as ferramentas de desenvolvimento pessoal da LIFE Training!
Boa semana, bom mês, bom ano! Um Ano Único! UAU!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Crónica da Maratona de Sevilha - Alexandre Caramez
O Alexandre Caramez é um dos assíduos participantes dos eventos da LIFE Training (e membro da primeira Certificação de Practitioner em PNL que facilitei). Leiam esta crónica dele, vão certamente sentir-se inspirados! Eu fiquei!
Crónica da Maratona de Sevilha
Dia 14 de Fevereiro de 2010, em Sevilha – Espanha (para quem não sabe), estabeleci um novo recorde pessoal da maratona: 3 horas, 34 minutos e 29 segundos (tempo real), roubando 13 minutos absolutos ao meu antigo recorde.
A cidade de Sevilha é conhecida por ter uma média de temperatura ligeiramente superior ao normal à do Porto mas iniciei a maratona com 4ºC e acabei com 7ºC - acho que para o comum dos mortais diria que estava muito frio. A minha insensibilidade climatérica ajudou bastante pois não senti frio, mas o “wind-chill” (termo técnico: da real sensação da temperatura relacionada com a velocidade do vento – quanto maior a velocidade do vento mais acentuada a sensação de frio) criou sensações de completo congelamento muscular.
A maratona de Sevilha, também, é conhecida por ser uma das maratonas mais planas do mundo, mas não que deixa de ter 42,195 quilómetros! A cidade, no dia anterior, parecia um pouco fantasmagórica, mas no dia da competição parecia os jogos olímpicos. É incrível o apoio das pessoas ao longo de todo o percurso, milhares e milhares de pessoas, sempre apoiar os atletas, principalmente os amadores.
A partida e a chegada foi no Estado Olímpico – que só por si é algo de extraordinário e grandioso – éramos cerca de 5000 e qualquer coisa atletas de quase todas a nacionalidades. Algo de outro mundo...
Antes da prova estive em contacto com o meu inconsciente, saí do autocarro que nos transportou até ao estádio, cumprimentei com um joelho no chão e com uma mão como que afagar a terra onde iria correr – adoro fazer isto para me dar a sensação de equilíbrio com o local, com o mundo. Entrei em estado “zen” a partir daquele momento. A banda sonora do filme Avatar a percorrer os todos os meus sentidos comecei a sentir uma energia altamente positiva – estava a entrar no meu “avatar”.
Após o aquecimento, dirigi-me para a zona da partida – graças a uma técnica de PNL a que fui submetido durante a certificação, pela primeira vez não estava ansioso, nem preocupado, nem com um nó no estômago antes do tiro de partida. Foi absolutamente fantástico poder saborear tudo o que me rodeava e o ambiente de emoções que se vivia no momento, no agora. Foi a melhor partida numa prova que vivi até ao momento.
Comecei a prova com muita cabeça e pés acentes no chão, embora me apetece voar... mas nas maratonas não se voa, faz-se passo a passo. Dean Karnazes refere no seu livro “Ultramarathonman” que se necessário usando passinhos de bebé até atingires o teu objectivo.
Juntei-me ao meu fantástico grupo de amigos e atletas de equipa do Portorunners, apostando fazer os primeiros 21km nas casa da 1h35/40 para depois, conforme o conforto que me sentia, ir à minha vida.
O Luís e o Vítor, grandes atletas e experientes em maratonas (o Luís já com 47 maratonas nas pernas e o Vítor que escreveu o livro “Correr por prazer”) aconselharam-me e motivaram-me dizendo-me que estava a fazer uma excelente prova e com muito cabeça.
Acompanhei-os até aos 30 kms, à volta dos 4:45 minutos ao quilómetro.
Mas... (bolas, existe sempre um mas!)
Aqui aconteceu algo que não estava previsto, mas tudo tem uma razão de ser (isso mesmo...). Fiz os 11 kms seguintes, com uma caimbra nos gémeos da perna esquerda tendo de abrandar para os 5 minutos ao quilómetro.
Desmoralizei um pouco inicialmente. Fiquei um pouco triste ver os meus amigos afastar e não poder acompanhá-los. Parei 2 vezes nos postos de emergência médica para me aplicarem o “spray milagroso” mas o efeito paliativo apenas durava 500 metros, paciência: cadeia de excelência e “bota” para a frente, passada a passada.
Aproveitei, mais uma vez, para motivar quem vinha “pior” do que eu e estabeleci muito “rapport” com muitos outros atletas de diversas nacionalidades. Desta vez não fiz nenhum piquenique ambulante, apenas usei as minhas pastilhas de Isostar e água para hidratar.
Chegou o quilómetro 41, a hora do “ou vai ou racha”. A minha mente já só pensava: IMPOSSIBLE IS NOTHING – e finalmente voei para a meta.
A vibração e o acumular do público, a entrada gloriosa no estádio olímpico é uma sensação impossível de descrever. Lembro-me de que a última vez que me doeu um pouco a perna foi na descida do túnel para o estádio e que chorei de alegria. Assim que o meu pé pousou no tartan, abri os braços como que estivesse a voar e foi o delírio do público, fiz 350 metros em aproximadamente 50 segundos, após 42 quilómetros – voei 350 metros, não foram os 195! Na minha cabeça parecia ouvir a música do Vangelis – “Chariots of Fire”. Estava feita a minha primeira grande maratona internacional com um novo recorde.
A explicação. A minha quebra deveu-se a uma falta grave de disciplina a nível de treino. Há sempre uma regra de ouro e que quem não a cumprir custa muito nas provas: “o treinador tem sempre razão” - a minha treinadora estava orgulhosa de mim, mas tivemos um “debriefing” pós-prova na qual o “feedforwarding” foi muito construtivo. Deixo um conselho: não é a prova que custa, é o treino!
Sejam fortes, pois eu sei que vocês são capazes. IMPOSSIBLE IS NOTHING, principalmente para que corre com o PODER DA MENTE.
Obrigado ao meu pai e à minha mãe pelos sacrifícios e dores que passam comigo. Obrigado aos meus amigos que sempre estiveram comigo, perto e ao longe.
Obrigado aos meus ENORMES amigos da Certificação em Practitioner em PNL que sempre acreditaram em mim. Um enorme agradecimento a quem torna tudo isto possível, a melhor treinadora, amiga e irmã Raquel.
E um menção honrosa a uma grande Pessoa e Mulher que me ajudou no momento mais difícil da maratona de Sevilha (no dia anterior): a Núria Mendonza.
Treinem, seja para a caminhada, para a corrida da família ou mesmo para a mais bela maratona do Mundo, a do Porto; pois ficarei muito feliz que todos vocês me acompanhem cada um ao vosso ritmo na Maratona do Porto e no fim façamos uma grande festa.
Olá, sou o Alexandre Caramez, sou maratonista português internacional desde de domingo e estou muito feliz e orgulhoso disso.
Crónica da Maratona de Sevilha
Dia 14 de Fevereiro de 2010, em Sevilha – Espanha (para quem não sabe), estabeleci um novo recorde pessoal da maratona: 3 horas, 34 minutos e 29 segundos (tempo real), roubando 13 minutos absolutos ao meu antigo recorde.
A cidade de Sevilha é conhecida por ter uma média de temperatura ligeiramente superior ao normal à do Porto mas iniciei a maratona com 4ºC e acabei com 7ºC - acho que para o comum dos mortais diria que estava muito frio. A minha insensibilidade climatérica ajudou bastante pois não senti frio, mas o “wind-chill” (termo técnico: da real sensação da temperatura relacionada com a velocidade do vento – quanto maior a velocidade do vento mais acentuada a sensação de frio) criou sensações de completo congelamento muscular.
A maratona de Sevilha, também, é conhecida por ser uma das maratonas mais planas do mundo, mas não que deixa de ter 42,195 quilómetros! A cidade, no dia anterior, parecia um pouco fantasmagórica, mas no dia da competição parecia os jogos olímpicos. É incrível o apoio das pessoas ao longo de todo o percurso, milhares e milhares de pessoas, sempre apoiar os atletas, principalmente os amadores.
A partida e a chegada foi no Estado Olímpico – que só por si é algo de extraordinário e grandioso – éramos cerca de 5000 e qualquer coisa atletas de quase todas a nacionalidades. Algo de outro mundo...
Antes da prova estive em contacto com o meu inconsciente, saí do autocarro que nos transportou até ao estádio, cumprimentei com um joelho no chão e com uma mão como que afagar a terra onde iria correr – adoro fazer isto para me dar a sensação de equilíbrio com o local, com o mundo. Entrei em estado “zen” a partir daquele momento. A banda sonora do filme Avatar a percorrer os todos os meus sentidos comecei a sentir uma energia altamente positiva – estava a entrar no meu “avatar”.
Após o aquecimento, dirigi-me para a zona da partida – graças a uma técnica de PNL a que fui submetido durante a certificação, pela primeira vez não estava ansioso, nem preocupado, nem com um nó no estômago antes do tiro de partida. Foi absolutamente fantástico poder saborear tudo o que me rodeava e o ambiente de emoções que se vivia no momento, no agora. Foi a melhor partida numa prova que vivi até ao momento.
Comecei a prova com muita cabeça e pés acentes no chão, embora me apetece voar... mas nas maratonas não se voa, faz-se passo a passo. Dean Karnazes refere no seu livro “Ultramarathonman” que se necessário usando passinhos de bebé até atingires o teu objectivo.
Juntei-me ao meu fantástico grupo de amigos e atletas de equipa do Portorunners, apostando fazer os primeiros 21km nas casa da 1h35/40 para depois, conforme o conforto que me sentia, ir à minha vida.
O Luís e o Vítor, grandes atletas e experientes em maratonas (o Luís já com 47 maratonas nas pernas e o Vítor que escreveu o livro “Correr por prazer”) aconselharam-me e motivaram-me dizendo-me que estava a fazer uma excelente prova e com muito cabeça.
Acompanhei-os até aos 30 kms, à volta dos 4:45 minutos ao quilómetro.
Mas... (bolas, existe sempre um mas!)
Aqui aconteceu algo que não estava previsto, mas tudo tem uma razão de ser (isso mesmo...). Fiz os 11 kms seguintes, com uma caimbra nos gémeos da perna esquerda tendo de abrandar para os 5 minutos ao quilómetro.
Desmoralizei um pouco inicialmente. Fiquei um pouco triste ver os meus amigos afastar e não poder acompanhá-los. Parei 2 vezes nos postos de emergência médica para me aplicarem o “spray milagroso” mas o efeito paliativo apenas durava 500 metros, paciência: cadeia de excelência e “bota” para a frente, passada a passada.
Aproveitei, mais uma vez, para motivar quem vinha “pior” do que eu e estabeleci muito “rapport” com muitos outros atletas de diversas nacionalidades. Desta vez não fiz nenhum piquenique ambulante, apenas usei as minhas pastilhas de Isostar e água para hidratar.
Chegou o quilómetro 41, a hora do “ou vai ou racha”. A minha mente já só pensava: IMPOSSIBLE IS NOTHING – e finalmente voei para a meta.
A vibração e o acumular do público, a entrada gloriosa no estádio olímpico é uma sensação impossível de descrever. Lembro-me de que a última vez que me doeu um pouco a perna foi na descida do túnel para o estádio e que chorei de alegria. Assim que o meu pé pousou no tartan, abri os braços como que estivesse a voar e foi o delírio do público, fiz 350 metros em aproximadamente 50 segundos, após 42 quilómetros – voei 350 metros, não foram os 195! Na minha cabeça parecia ouvir a música do Vangelis – “Chariots of Fire”. Estava feita a minha primeira grande maratona internacional com um novo recorde.
A explicação. A minha quebra deveu-se a uma falta grave de disciplina a nível de treino. Há sempre uma regra de ouro e que quem não a cumprir custa muito nas provas: “o treinador tem sempre razão” - a minha treinadora estava orgulhosa de mim, mas tivemos um “debriefing” pós-prova na qual o “feedforwarding” foi muito construtivo. Deixo um conselho: não é a prova que custa, é o treino!
Sejam fortes, pois eu sei que vocês são capazes. IMPOSSIBLE IS NOTHING, principalmente para que corre com o PODER DA MENTE.
Obrigado ao meu pai e à minha mãe pelos sacrifícios e dores que passam comigo. Obrigado aos meus amigos que sempre estiveram comigo, perto e ao longe.
Obrigado aos meus ENORMES amigos da Certificação em Practitioner em PNL que sempre acreditaram em mim. Um enorme agradecimento a quem torna tudo isto possível, a melhor treinadora, amiga e irmã Raquel.
E um menção honrosa a uma grande Pessoa e Mulher que me ajudou no momento mais difícil da maratona de Sevilha (no dia anterior): a Núria Mendonza.
Treinem, seja para a caminhada, para a corrida da família ou mesmo para a mais bela maratona do Mundo, a do Porto; pois ficarei muito feliz que todos vocês me acompanhem cada um ao vosso ritmo na Maratona do Porto e no fim façamos uma grande festa.
Olá, sou o Alexandre Caramez, sou maratonista português internacional desde de domingo e estou muito feliz e orgulhoso disso.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Video da abertura do workshop de Introdução à PNL
Vejam e comentem!
Video de Abertura do Workshop de Introdução à PNL (Porto, 2010/Fev/18)
Espero que gostem
PV
Video de Abertura do Workshop de Introdução à PNL (Porto, 2010/Fev/18)
Espero que gostem
PV
Uma mãe mais pequenina
O meu filhote mais pequeno, de madrugada, chorava pela mãe (ausente no estrageiro em trabalho)... a irmã disse-lhe:
"Maninho, ter uma irmã mais velha é como ter uma mãe mais pequenina e eu estou aqui, meu lindo menino"
Como estava escuro, nenhum deles se apercebeu que o pai tinha os olhos humedecidos pela doçura de uma menina de 5 anos...
"Maninho, ter uma irmã mais velha é como ter uma mãe mais pequenina e eu estou aqui, meu lindo menino"
Como estava escuro, nenhum deles se apercebeu que o pai tinha os olhos humedecidos pela doçura de uma menina de 5 anos...
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