Três homens conversavam entre si sobre a forma como lidavam com os seus desafios matemáticos...
O primeiro deles afirmou que resolvia todos os problemas com a ajuda de um ábaco. Quando as equações ficavam demasiado complexas ou os números cresciam acima de uma determinada grandeza, limitava-se a enolher os ombros e dizer que era impossível resolver aquilo.
O segundo disse usar um potente computador, que respondia rapidamente a todas as suas solicitações. Não sabia explicar como chegava aos resultados, sendo que isso não lhe parecia importante, pois se limitava a usá-los sem pensar muito no assunto.
O terceiro homem parecia contar com uma estratégia muito própria. Por um lado utilizava o poderoso computador e deixava que este fizesse a maior parte das operações e lidasse com uma série de desafios. Às vezes, no entanto, ficava ansioso e desconfiava do resultado, o que o fazia agarrar no ábaco e passar muito tempo a confirmar os números obtidos. Outras vezes era a pura curiosidade de perceber como as coisas funcionavam que o fazia querer perceber como tinha o computador chegado ao resultado.
...
No dia 7 da Certificação de PNL, as estratégias de acesso ao inconsciente tornam-se conscientes.
Consegue imaginar total rapport (ou ligação/confiança) entre consciente e insconciente? Isso mesmo...
sábado, 29 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Quando o consciente confia no inconsciente
Imagine por uns instantes que o seu sistema é como uma grande biblioteca, cheia de livros repletos de informação. A biblioteca está às escuras, e os livros, aproveitando o silêncio e a calma escuridão, vão trocando informação entre si, aproveitando a sabedoria mútua para lidarem com os seus problemas.
Eis que surge uma lanterna, que se acende e começa a iluminar um dos livros. Surpreendido por estar agora no centro do foco luminoso, o livro tenta resolver os problemas acedendo apenas à sua própria informação, subitamente desvalorizando os murmúrios que lhe chegam dos livros mais próximos. Encadeado pela luz, tem dificuldade crescente em confiar na informação que lhe chega da penumbra. Acaba por decidir calá-la e acreditar apenas nas suas próprias respostas.
O foco, porém, é instável e vai vagueando até outros livros. À sua vez, cada um deles sofre o efeito do encadeamento, "cortando" momentaneamente relação com os companheiros de estante, temporariamente deixados fora da luz.
As respostas geradas por este sistema tenderão a ser empobrecidas pela informação exígua que é utilizada. Se, ao invés, o livro iluminado tivesse a confiança necessária para confiar naquilo que lhe vai chegando dos confins da biblioteca, acreditando, mesmo sem conseguir ver... Então o sistema seria mais completo, integro e eficiente...
Confia no seu inconsciente? Confia na intuição? Tem que ver para crer? Consegue valorizar os processos sentimentais, compreendendo que são mais lógicos que os lógicos? Consegue valorizar os processos lógicos, compreendendo que são mais sentimentais que os sentimentais?
Chegados a meio da 5.ª Certificação de Practitioner em PNL, estamos prestes a revelar o poder da biblioteca, unindo a sua sabedoria para gerar resultados! Isso mesmo...
Eis que surge uma lanterna, que se acende e começa a iluminar um dos livros. Surpreendido por estar agora no centro do foco luminoso, o livro tenta resolver os problemas acedendo apenas à sua própria informação, subitamente desvalorizando os murmúrios que lhe chegam dos livros mais próximos. Encadeado pela luz, tem dificuldade crescente em confiar na informação que lhe chega da penumbra. Acaba por decidir calá-la e acreditar apenas nas suas próprias respostas.
O foco, porém, é instável e vai vagueando até outros livros. À sua vez, cada um deles sofre o efeito do encadeamento, "cortando" momentaneamente relação com os companheiros de estante, temporariamente deixados fora da luz.
As respostas geradas por este sistema tenderão a ser empobrecidas pela informação exígua que é utilizada. Se, ao invés, o livro iluminado tivesse a confiança necessária para confiar naquilo que lhe vai chegando dos confins da biblioteca, acreditando, mesmo sem conseguir ver... Então o sistema seria mais completo, integro e eficiente...
Confia no seu inconsciente? Confia na intuição? Tem que ver para crer? Consegue valorizar os processos sentimentais, compreendendo que são mais lógicos que os lógicos? Consegue valorizar os processos lógicos, compreendendo que são mais sentimentais que os sentimentais?
Chegados a meio da 5.ª Certificação de Practitioner em PNL, estamos prestes a revelar o poder da biblioteca, unindo a sua sabedoria para gerar resultados! Isso mesmo...
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Quero mudar? Posso mudar?
Chegados ao dia 3 da 5.ª Certificação de Practitioner em PNL da LIFE Training, vários são as representações internas que lutam dentro de mim para ganhar o seu espaço no consciente. Transformando a luta em cooperação, deixo que no momento certo, cada uma delas se mostre por forma a transformar a experiência de quem vive este curso.
Aqui vai um dos pensamentos...
Se aquilo que faço agora é um produto elaborado das minhas redes neuronais e da informação aí representada...
Se gostaria de materializar alguns resultados na minha vida diferentes daqueles que estou a alcançar...
Se existe a propriedade da neuroplasticidade, que permite a alteração da composição das redes neuronais...
Então posso e quero mudar!
Como fazê-lo? Esta questão parece fazer sentido quando os pressupostos anteriores são aceites e vividos. As ferramentas, técnicas e estratégias da PNL são incríveis e NÃO funcionam quando...
Me recuso a assumir responsabilidade pelos meus resultados...
Me recuso a aceitar a possibilidade de mudança...
(Exercício para Practitioners de PNL... Identificar as subtilezas linguísticas deste texto, são pelo menos 5...)
Os próximos dias do Curso vão ser fascinantes!
Aqui vai um dos pensamentos...
Se aquilo que faço agora é um produto elaborado das minhas redes neuronais e da informação aí representada...
Se gostaria de materializar alguns resultados na minha vida diferentes daqueles que estou a alcançar...
Se existe a propriedade da neuroplasticidade, que permite a alteração da composição das redes neuronais...
Então posso e quero mudar!
Como fazê-lo? Esta questão parece fazer sentido quando os pressupostos anteriores são aceites e vividos. As ferramentas, técnicas e estratégias da PNL são incríveis e NÃO funcionam quando...
Me recuso a assumir responsabilidade pelos meus resultados...
Me recuso a aceitar a possibilidade de mudança...
(Exercício para Practitioners de PNL... Identificar as subtilezas linguísticas deste texto, são pelo menos 5...)
Os próximos dias do Curso vão ser fascinantes!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Certificação em PNL arrancou a 23/Janeiro
Começou mais uma aventura chamada Certificação Internacional de Practitioner em PNL.
Desta vez é em Gaia (Hotel Melia) e com um grupo fantástico de participantes (16) e assistentes (6).
O meu inconsciente já está 100% em modo... Certificação! Para quem já lá esteve... já sabe como é!
Prometo encontrar tempo durante os próximos 8 dias para deixar alguns insights produzidos neste evento.
Desta vez é em Gaia (Hotel Melia) e com um grupo fantástico de participantes (16) e assistentes (6).
O meu inconsciente já está 100% em modo... Certificação! Para quem já lá esteve... já sabe como é!
Prometo encontrar tempo durante os próximos 8 dias para deixar alguns insights produzidos neste evento.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Uma estratégia de sucesso para 2011
2011 começou há 22 dias. O que quer dizer que temos 343 pela nossa frente neste belo ano. O que vai acontecer durante esses dias? Mais importante ainda, como nos vamos sentir? Qual vai ser o nosso nível de satisfação?
Tenho falado com muitas pessoas sobre este tema, curioso em obter respostas e perceber como constroem antecipadamente as pessoas a sua realidade emocional. Consigo claramente identificar três grupos de pessoas de acordo com as suas respostas...
1) Pessoas que acreditam que vai ser tudo espectacular e fantástico, estando basicamente a manipular positivamente a sua expectativa em relação ao futuro. Algumas destas pessoas são muito congruentes em relação ao que dizem, outras parecem simplesmente estar a utilizar intencionalmente o "poder positivo" ou a "lei da atração" para dizerem coisas em que ainda não acreditam com muita convicção.
2) Pessoas que acreditam que o ano não vai ser grande coisa e já activaram o poderoso princípio da PRÉ-OCUPAÇÃO, às vezes designado também de PREOCUPAÇÃO, estando já a viver emoções negativas em relação ao que ainda não aconteceu, nem têm a certeza de que vá acontecer. Pelo sim, pelo não, começam já a sentir-se mal e desanimadas.
3) Pessoas que estão ligadas ao presente e vivem com aceitação aquilo que têm, pelo que se imaginam a viver com aceitação aquilo que terão pela frente, independentemente do que seja. Estas pessoas demonstram forte estabilidade emocional e fraca motivação para a acção, pois o que acontecer... acontecerá!
Enquanto pensava, há algumas semanas atrás, em conjunto com alguns dos meus colegas de trabalho, sobre qual o grupo de pessoas em que nos incluíamos... decidimos o seguinte:
"Fazer de 2011 o melhor ano das nossas vidas, agindo activamente para criar condições para que tal possa acontecer".
Que é mais ou menos como quem diz... Adoptar a estratégia 2 para perceber que as coisas podem correr mal (e despertar os mecanismos da acção em relação ao que não está a correr bem agora), implementar a seguir a estratégia 1 para gerar optimismo e energia emocional (para suportar a implementação de estratégias e planos de acção) e finalmente usar a estratégia 3 para aceitar o que quer que aconteça com um sorriso nos lábios (e com a capacidade de incorporar qualquer tipo de feedback nas acções seguintes).
Em relação à LIFE Training (www.lifetraining.com.pt), por exemplo, procedemos a uma série de alterações (para melhorar o que não estava a funcionar tão bem), melhoramos as condições de trabalho, incluindo as financeiras, de toda a equipa (para gerar maior optimismo e energia positiva) e preparamo-nos para aceitar os obstáculos que vão certamente surgir! Ah, e marcamos um MEGA LIFE ENERGY para o Coliseu do Porto a 16 de Abril!
Espero que o exemplo seja inspirador pois o propósito é... inspirar decisões apaixonadas!
E espero também que a estrutura apresentada (2-1-3) possa criar resultados emocionais positivos no seu arranque de 2011...
Tenho falado com muitas pessoas sobre este tema, curioso em obter respostas e perceber como constroem antecipadamente as pessoas a sua realidade emocional. Consigo claramente identificar três grupos de pessoas de acordo com as suas respostas...
1) Pessoas que acreditam que vai ser tudo espectacular e fantástico, estando basicamente a manipular positivamente a sua expectativa em relação ao futuro. Algumas destas pessoas são muito congruentes em relação ao que dizem, outras parecem simplesmente estar a utilizar intencionalmente o "poder positivo" ou a "lei da atração" para dizerem coisas em que ainda não acreditam com muita convicção.
2) Pessoas que acreditam que o ano não vai ser grande coisa e já activaram o poderoso princípio da PRÉ-OCUPAÇÃO, às vezes designado também de PREOCUPAÇÃO, estando já a viver emoções negativas em relação ao que ainda não aconteceu, nem têm a certeza de que vá acontecer. Pelo sim, pelo não, começam já a sentir-se mal e desanimadas.
3) Pessoas que estão ligadas ao presente e vivem com aceitação aquilo que têm, pelo que se imaginam a viver com aceitação aquilo que terão pela frente, independentemente do que seja. Estas pessoas demonstram forte estabilidade emocional e fraca motivação para a acção, pois o que acontecer... acontecerá!
Enquanto pensava, há algumas semanas atrás, em conjunto com alguns dos meus colegas de trabalho, sobre qual o grupo de pessoas em que nos incluíamos... decidimos o seguinte:
"Fazer de 2011 o melhor ano das nossas vidas, agindo activamente para criar condições para que tal possa acontecer".
Que é mais ou menos como quem diz... Adoptar a estratégia 2 para perceber que as coisas podem correr mal (e despertar os mecanismos da acção em relação ao que não está a correr bem agora), implementar a seguir a estratégia 1 para gerar optimismo e energia emocional (para suportar a implementação de estratégias e planos de acção) e finalmente usar a estratégia 3 para aceitar o que quer que aconteça com um sorriso nos lábios (e com a capacidade de incorporar qualquer tipo de feedback nas acções seguintes).
Em relação à LIFE Training (www.lifetraining.com.pt), por exemplo, procedemos a uma série de alterações (para melhorar o que não estava a funcionar tão bem), melhoramos as condições de trabalho, incluindo as financeiras, de toda a equipa (para gerar maior optimismo e energia positiva) e preparamo-nos para aceitar os obstáculos que vão certamente surgir! Ah, e marcamos um MEGA LIFE ENERGY para o Coliseu do Porto a 16 de Abril!
Espero que o exemplo seja inspirador pois o propósito é... inspirar decisões apaixonadas!
E espero também que a estrutura apresentada (2-1-3) possa criar resultados emocionais positivos no seu arranque de 2011...
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
As Presidenciais e a Energia da Comunicação
A maior parte dos estudos que conheço sobre influência mostram que os seres humanos preferem pessoas que emanam "boa" energia: boa disposição, humor qb, aparência atraente, comunicação estável, olhar focado e afável, sorriso, voz com tom harmonioso, etc.
Pensei bastante sobre isto enquanto ouvia ontem as reportagens na TSF da campanha eleitoral. Embora estivesse apenas a ouvir excertos de intervenções perante plateias e/ou perante conjuntos de jornalistas... nenhum dos candidatos marcou muitos pontos na check list verbal. Talvez seja diferente quando observar na televisão, pensei... Mesmo panorama!
Como pessoa interessada na área da comunicação e, particularmente, na comunicação "ao vivo", adoro ver/ouvir um bom palestrante. Adoro quando alguém, utilizando apenas e só o poder da sua comunicação verbal e não verbal, consegue criar momentos mágicos e transportar audiências até locais imaginários, até novas decisões, até novos níveis de consciência.
Ontem percebi que durante esta campanha presidencial vai ser difícil sentir o encantamento...
Conseguem imaginar o dia em que os candidatos a cargos públicos realmente se preparam para se tornarem bons comunicadores? Em que deixam de usar palavras vazias, tons de voz pouco apropriados (berros, não obrigado!) e gestos contra producentes... Vamos todos ficar a ganhar, pois quando a comunicação melhora, as escolhas ficam mais fáceis e aumenta a eficiência. Nas relações familiares, como nos projectos empresariais, como nas campanhas políticas!
Pensei bastante sobre isto enquanto ouvia ontem as reportagens na TSF da campanha eleitoral. Embora estivesse apenas a ouvir excertos de intervenções perante plateias e/ou perante conjuntos de jornalistas... nenhum dos candidatos marcou muitos pontos na check list verbal. Talvez seja diferente quando observar na televisão, pensei... Mesmo panorama!
Como pessoa interessada na área da comunicação e, particularmente, na comunicação "ao vivo", adoro ver/ouvir um bom palestrante. Adoro quando alguém, utilizando apenas e só o poder da sua comunicação verbal e não verbal, consegue criar momentos mágicos e transportar audiências até locais imaginários, até novas decisões, até novos níveis de consciência.
Ontem percebi que durante esta campanha presidencial vai ser difícil sentir o encantamento...
Conseguem imaginar o dia em que os candidatos a cargos públicos realmente se preparam para se tornarem bons comunicadores? Em que deixam de usar palavras vazias, tons de voz pouco apropriados (berros, não obrigado!) e gestos contra producentes... Vamos todos ficar a ganhar, pois quando a comunicação melhora, as escolhas ficam mais fáceis e aumenta a eficiência. Nas relações familiares, como nos projectos empresariais, como nas campanhas políticas!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
O Efeito Placebo e a Saúde
Ontem à noite, por sugestão da irmã da minha companheira, tive acesso ao episódio de estreia de uma nova série da TV dinamarquesa dedicado ao estudo de questões da psique. Neste programa inaugural, foram entrevistados vários especialistas e investigadores da área médica nos Estados Unidos, Itália e Dinamarca. Foram apresentados vários estudos, dos quais irei dando conta aqui no blogue nas próximas semanas. Chamou-me a atenção, pela sua expressividade, este caso, documentado com imagens...

1. Foi constituído na Dinamarca um grupo de estudo da depressão e do impacto dos medicamentos anti-depressivos (um dos grandes mistérios da medicina actual... funcionam? como exactamente?)
2. Como habitualmente metade dos pacientes (clinicamente deprimidos) foi tratado apenas com recurso a um placebo (cápsulas inócuas, simulando o medicamento "real")
3. Um dos elementos do estudo, severamente deprimido, teve uma zanga com a namorada e decidiu suicidar-se, engolindo na totalidade o conteúdo do frasco que lhe tinha sido entregue para administração diárias das cápsulas
4. O rapaz deu entrada nas urgências do hospital com frequência cardíaca em repouso de 110, tensão arterial 8/4 e outros sintomas resultado da overdose.
5. Após várias horas de tentativas do staff médico para fazer o sistema do rapaz voltar ao seu funcionamento normal, através dos procedimentos habituais nestes casos, os parâmetros mantiveram-se e os médicos temeram o pior.
6. Foi chamado ao local o responsável pelo estudo, que rapidamente informou o rapaz que ele se encontrava no grupo a quem tinha sido entregue o placebo.
7. Em 15 minutos os parâmetros voltaram ao normal e o rapaz deixou as urgências.
Deveras interessante e a deixar espaço para algumas questões pessoais:
a) será que todos temos a capacidade de, de acordo com aquilo em que acreditamos, alterar de forma rápida e significativa a forma como o nosso sistema funciona?
b) será que mais do que termos ou não essa capacidade, essa é simplesmente a forma como o nosso sistema funciona... sempre?
c) se sim, que tipo de funcionamento tem o meu sistema agora e... como estou a fazê-lo? Se não gosto dos resultados, como vou alterá-los?
O que acha sobre este tema?

1. Foi constituído na Dinamarca um grupo de estudo da depressão e do impacto dos medicamentos anti-depressivos (um dos grandes mistérios da medicina actual... funcionam? como exactamente?)
2. Como habitualmente metade dos pacientes (clinicamente deprimidos) foi tratado apenas com recurso a um placebo (cápsulas inócuas, simulando o medicamento "real")
3. Um dos elementos do estudo, severamente deprimido, teve uma zanga com a namorada e decidiu suicidar-se, engolindo na totalidade o conteúdo do frasco que lhe tinha sido entregue para administração diárias das cápsulas
4. O rapaz deu entrada nas urgências do hospital com frequência cardíaca em repouso de 110, tensão arterial 8/4 e outros sintomas resultado da overdose.
5. Após várias horas de tentativas do staff médico para fazer o sistema do rapaz voltar ao seu funcionamento normal, através dos procedimentos habituais nestes casos, os parâmetros mantiveram-se e os médicos temeram o pior.
6. Foi chamado ao local o responsável pelo estudo, que rapidamente informou o rapaz que ele se encontrava no grupo a quem tinha sido entregue o placebo.
7. Em 15 minutos os parâmetros voltaram ao normal e o rapaz deixou as urgências.
Deveras interessante e a deixar espaço para algumas questões pessoais:
a) será que todos temos a capacidade de, de acordo com aquilo em que acreditamos, alterar de forma rápida e significativa a forma como o nosso sistema funciona?
b) será que mais do que termos ou não essa capacidade, essa é simplesmente a forma como o nosso sistema funciona... sempre?
c) se sim, que tipo de funcionamento tem o meu sistema agora e... como estou a fazê-lo? Se não gosto dos resultados, como vou alterá-los?
O que acha sobre este tema?
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