Depois de ter escrito sobre o jeito que o jeito dá... Reparei ao longo dos últimos dias em outras coisas que dão imenso jeito... Aí vão algumas delas...
(ao ler esta lista, pf lembre-se que estas são generalizações que têm como objetivo per. iterem-nos pensar um pouco mais sobre nós próprios... Se se sentir a ficar demasiado defensivo em relação a alguma destas coisas, então talvez ela lhe dê mesmo jeito. A mim algumas destas coisas dão-me imenso jeito e poucos resultados).
- a idade: este é mesmo um clássico... Não posso fazer isso porque ainda não tenho idade; não posso fazer isso porque já não tenho idade; se fosse mais novo; se fosse mais velho... Às vezes o melhor é esquecer a idade e responder à pergunta: o que quero mesmo? Garanto-lhe que já existiram pessoas a fazer o que quer e com a mesma idade que tem!
- a mania: olhar para os nossos vícios ou manias como se fossem uma entidade é uma das preferidas da humanidade... Não sou eu, é a minha mania das grandezas; o meu vicio não me deixa ter mais saúde; se não fossem os meus hábitos teria mais dinheiro, etc... Mais uma vez, responda à pergunta: o que realmente quer? E depois trate de alterar as manias, vícios e hábitos. Se tiver dificuldades, procure um Practitioner de PNL!
- o tempo: ah, o tempo, esse ingrato... Se eu tivesse tempo; se o dia tivesse quarenta e oito horas; se o tempo esticasse... Deixe-se de letra e reveja a forma como ocupa o seu tempo, aceite tudo como uma simples escolha (repare nas primeiras coisas que saltaram na sua mente depois de ler as últimas linhas...). Afinal o tempo controla-o a si ou é ao contrário?
Num próximo post escrevo sobre mais umas quantas coisas que dão jeito! (principalmente dão jeito chutar para canto enquanto nos dedicamos a usar os nossos recursos para fazer a diferença nas nossas vidas e no mundo!)
domingo, 29 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Ser Master é...
... descobrir que ser Master é uma escolha...
...escolher que ser Master é uma descoberta...
...e descobrir a descoberta...
...e escolher a escolha...
AGORA!
Como ser humano tive o privilégio de assistir a processos intensos de escolha da Mestria na edição do Master Practitioner de Programação Neuro Linguística que hoje termina no Algarve. Termina ou começa? Isso mesmo...
...escolher que ser Master é uma descoberta...
...e descobrir a descoberta...
...e escolher a escolha...
AGORA!
Como ser humano tive o privilégio de assistir a processos intensos de escolha da Mestria na edição do Master Practitioner de Programação Neuro Linguística que hoje termina no Algarve. Termina ou começa? Isso mesmo...
domingo, 15 de maio de 2011
O que é um Mestre?
Daqui a alguns minutos, iniciamos no Algarve a histórica primeira edição da Certificação de Master Practitioner em Programação Neuro Linguística.
A esse propósito, gostaria de lhe lançar uma série de perguntas... Pense nas respostas, acredite que os resultados vão ser interessantes!
O que é um Mestre numa determinada área de actividade?
O que é um Mestre da Vida?
O que é um Mestre na SUA VIDA? O que terá de fazer para se tornar esse Mestre? Que competências necessita desenvolver? E o que está a fazer agora para as desenvolver?
Boa caminhada!
A esse propósito, gostaria de lhe lançar uma série de perguntas... Pense nas respostas, acredite que os resultados vão ser interessantes!
O que é um Mestre numa determinada área de actividade?
O que é um Mestre da Vida?
O que é um Mestre na SUA VIDA? O que terá de fazer para se tornar esse Mestre? Que competências necessita desenvolver? E o que está a fazer agora para as desenvolver?
Boa caminhada!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
As crianças e o foco
Nos últimos dias fui várias vezes confrontado com a questão da dificuldade das crianças em manterem o seu foco em determinadas tarefas. Pais, mães e professores interessam-se logicamente por esta questão e procuram informação sobre a questão. Assim, listo alguns comentários pessoais, na expectativa de que possam constituir do tributos válidos para quem se interessa por este tema. Comentem!
1. O que é o foco? Capacidade de manter atenção consciente a algo. Desde a década de 50 (com os estudos de Miller sobre o tema) que se aceita que temos uma capacidade limitada de processamento consciente de informação, podendo prestar atenção a 5 a 9 pedaços de informação em simultâneo. Quando dizemos que alguém tem dificuldade em focar-se talvez queiramos simplesmente dizer que esta pessoa tem é uma capacidade de se focar rapidamente em coisas diferentes!
2. Qual a razão pela qual uma criança deveria manter-se focada numa tarefa? Bem, provavelmente para gerar melhores resultados. Será que a criança está mesmo interessada nesses resultados? A minha filha consegue "distrair-se" três vezes enquanto faz uma simples cópia de UMA palavra no seu livro de português da primeira classe. Por outro lado consegue manter-se hipnotizada por uma actividade do seu interesse por horas a fio (série de televisão, um desenho para a mãe, um puzzle estimulante). Muitas vezes queremos que as crianças se foquem em tarefas que são pouco estimulantes, desagradáveis e até pouco eficientes. Não se interessar por elas é um claro sinal de inteligência por parte das crianças.
3. Quando não conseguimos acompanhar o ritmo e vivacidade de uma criança, despertando a sua curiosidade e atenção, estimulando-a verdadeiramente... Podemos dizer que ela tem dificuldade em manter-se focada em vez de dizermos que ainda não encontramos forma de captar o seu foco. Já interagi vezes suficientes com adultos em momentos de poucos recursos (incluindo eu, claro) para poder afirmar que a falta de foco da criança é frequentemente um mero sinal da incompetência momentânea do adulto. Muitas vezes esta incompetência é exercida por profissionais da comunicação com crianças, incluindo professores e terapeutas. Existem cursos e livros recheados de informação valiosa para profissionais que não estão a atingir resultados. Também existem drogas que se podem dar às crianças, embora a sua utilização seja apenas necessária nos casos em que o profissional da comunicação, além de incompetente, está também pouco interessado em aprender e fazer a diferença! (com as devidas e fundamentadas excepções médicas)
Este assunto é tão importante e interessante que será naturalmente alvo de mais entradas e referências cientificas.
PS Durante este post o meu foco foi várias vezes atraído por outros estímulos visuais, auditivos e cinestésicos. Espero que não me levem ao médico...
1. O que é o foco? Capacidade de manter atenção consciente a algo. Desde a década de 50 (com os estudos de Miller sobre o tema) que se aceita que temos uma capacidade limitada de processamento consciente de informação, podendo prestar atenção a 5 a 9 pedaços de informação em simultâneo. Quando dizemos que alguém tem dificuldade em focar-se talvez queiramos simplesmente dizer que esta pessoa tem é uma capacidade de se focar rapidamente em coisas diferentes!
2. Qual a razão pela qual uma criança deveria manter-se focada numa tarefa? Bem, provavelmente para gerar melhores resultados. Será que a criança está mesmo interessada nesses resultados? A minha filha consegue "distrair-se" três vezes enquanto faz uma simples cópia de UMA palavra no seu livro de português da primeira classe. Por outro lado consegue manter-se hipnotizada por uma actividade do seu interesse por horas a fio (série de televisão, um desenho para a mãe, um puzzle estimulante). Muitas vezes queremos que as crianças se foquem em tarefas que são pouco estimulantes, desagradáveis e até pouco eficientes. Não se interessar por elas é um claro sinal de inteligência por parte das crianças.
3. Quando não conseguimos acompanhar o ritmo e vivacidade de uma criança, despertando a sua curiosidade e atenção, estimulando-a verdadeiramente... Podemos dizer que ela tem dificuldade em manter-se focada em vez de dizermos que ainda não encontramos forma de captar o seu foco. Já interagi vezes suficientes com adultos em momentos de poucos recursos (incluindo eu, claro) para poder afirmar que a falta de foco da criança é frequentemente um mero sinal da incompetência momentânea do adulto. Muitas vezes esta incompetência é exercida por profissionais da comunicação com crianças, incluindo professores e terapeutas. Existem cursos e livros recheados de informação valiosa para profissionais que não estão a atingir resultados. Também existem drogas que se podem dar às crianças, embora a sua utilização seja apenas necessária nos casos em que o profissional da comunicação, além de incompetente, está também pouco interessado em aprender e fazer a diferença! (com as devidas e fundamentadas excepções médicas)
Este assunto é tão importante e interessante que será naturalmente alvo de mais entradas e referências cientificas.
PS Durante este post o meu foco foi várias vezes atraído por outros estímulos visuais, auditivos e cinestésicos. Espero que não me levem ao médico...
quarta-feira, 27 de abril de 2011
O Jeito que o Jeito Dá
"Ah, ele tem imenso jeito para fazer as pessoas rir. É um comediante nato"
"Não tenho jeito nenhum para cozinhar"
"Ele tem jeito para os negócios, é por isso que ficou rapidamente rico"
"Bolas, que falta de jeito para atender clientes"
Pois é... o jeito... dá jeito!
Com jeito, alcançamos melhores resultados. Sem jeito, estes ficam mais distantes. Pelo que será bom perguntar... o jeito, como e onde se arranja?
Ouço com atenção quando alguém se refere ao jeito (ou falta dele) próprio ou dos outros. E encontro uma forte ligação entre o jeito e o Princípio da Causa/Efeito. Diz este Princípio (uma das 7 super leis do universo) que nos podemos considerar a causa dos resultados que obtemos ou olhar para estes como meros efeitos de coisas que não controlamos. Ora, também o jeito aqui encaixa:
a) se achar que o jeito é "algo com que se nasce", "ou se tem ou não se tem", então considera os resultados obtidos "com jeito" como um mero efeito de algo fora do controlo de quem usufrui da presença ou asuência do jeito
b) se achar que o jeito é "algo que se desenvolve através do treino e da aprendizagem", então considera os resultados obtidos "com jeito" como algo ao alcance de qualquer pessoa que esteja disposta a pagar o preço de, de acordo com o seu ponto de partida individual e único, fazer aquilo que tiver que fazer até desenvolver o tal jeito.
Quando justificamos os bons resultados ou performances dos outros com base no jeito com que nasceram, então eliminamos qualquer hipótese de aprendizagem pessoal. Também desvalorizamos desta forma os processos, muitas vezes intensos, longos e árduos de desenvolvimento de competências que podem ter levado até à performance agora aparentemente... fácil!
Pense nisto na próxima vez que disser que não vai fazer algo (dançar, cozinhar, desenhar, discursar, jogar) por "nao ter jeito nenhum"... Talvez possa substituir por um rápido "devo ter tanto jeito como qualquer outra pessoa, simplesmente tenho medo de o fazer, ou não estou disposto a pagar o preço para desenvolver essa competência". Repare que, se for suficientemente importante para si, a partir desta segunda afirmação pode mudar! Enquanto que, a partir da primeira, bem... "em relação há falta de jeito, não há nada a fazer" ;-)
"Não tenho jeito nenhum para cozinhar"
"Ele tem jeito para os negócios, é por isso que ficou rapidamente rico"
"Bolas, que falta de jeito para atender clientes"
Pois é... o jeito... dá jeito!
Com jeito, alcançamos melhores resultados. Sem jeito, estes ficam mais distantes. Pelo que será bom perguntar... o jeito, como e onde se arranja?
Ouço com atenção quando alguém se refere ao jeito (ou falta dele) próprio ou dos outros. E encontro uma forte ligação entre o jeito e o Princípio da Causa/Efeito. Diz este Princípio (uma das 7 super leis do universo) que nos podemos considerar a causa dos resultados que obtemos ou olhar para estes como meros efeitos de coisas que não controlamos. Ora, também o jeito aqui encaixa:
a) se achar que o jeito é "algo com que se nasce", "ou se tem ou não se tem", então considera os resultados obtidos "com jeito" como um mero efeito de algo fora do controlo de quem usufrui da presença ou asuência do jeito
b) se achar que o jeito é "algo que se desenvolve através do treino e da aprendizagem", então considera os resultados obtidos "com jeito" como algo ao alcance de qualquer pessoa que esteja disposta a pagar o preço de, de acordo com o seu ponto de partida individual e único, fazer aquilo que tiver que fazer até desenvolver o tal jeito.
Quando justificamos os bons resultados ou performances dos outros com base no jeito com que nasceram, então eliminamos qualquer hipótese de aprendizagem pessoal. Também desvalorizamos desta forma os processos, muitas vezes intensos, longos e árduos de desenvolvimento de competências que podem ter levado até à performance agora aparentemente... fácil!
Pense nisto na próxima vez que disser que não vai fazer algo (dançar, cozinhar, desenhar, discursar, jogar) por "nao ter jeito nenhum"... Talvez possa substituir por um rápido "devo ter tanto jeito como qualquer outra pessoa, simplesmente tenho medo de o fazer, ou não estou disposto a pagar o preço para desenvolver essa competência". Repare que, se for suficientemente importante para si, a partir desta segunda afirmação pode mudar! Enquanto que, a partir da primeira, bem... "em relação há falta de jeito, não há nada a fazer" ;-)
sábado, 23 de abril de 2011
A Especial e o Vadio
Uma mulher, sentindo-se desesperada face a vários aspectos da sua vida, decidiu procurar algum conforto num passeio pelo parque. O vento na cara, o chilrear dos pássaros, o riso das crianças na caixa de areia... nada promoveu um aligeirar do peso que sentia quando pensava nas suas circunstâncias...
Agarrou no seu leitor de mp3, colocou os headphones e decidiu apelar ao poder da música. Começou a ouvir as músicas que normalmente ouvia, as suas preferias, uma coleção de temas lentos e melancólicos. Pareciam-lhe muito adequados ao seu momento atual.
Ao fim de algum tempo, a sua mente começou a "viajar", envolta na música. Sentindo-se cansada do passeio, sentou-se num banco do parque. O sol bateu-lhe com gentileza nos olhos, que fechou momentaneamente. Quando os abriu, percebeu que um vadio a acompanhava agora no banco. Sentado no lado oposto ao da mulher, parecia fitar o infinito, com um sorriso enigmático a ocupar-lhe os lábios. "Certamente um louco", pensou a mulher. O cansaço levou a melhor e a mulher tornou a cerrar as pálpebras.
Desta vez, entrou num nível mais profundo de relaxamento. Parecia sonhar, embora conseguisse ainda fazer escolhas conscientes em relação ao sonho. Nesta espécie de transe, começou a elaborar um rol de queixas em relação à sua vida... o dinheiro que nunca chegava para pagar as despesas no final do mês, a relação sentimental que desejava e não aparecia, o salto profissional que tardava em acontecer... apercebeu-se momentaneamente que talvez estivesse a verbalizar mesmo as queixas e que, envolvida pela música, talvez estivesse a falar alto... por uma vez na vida, não se importou, sempre era um certo alívio...
Ao fim de quase uma hora, abriu os olhos, subitamente desperta pelo fim da música no mp3 sem bateria... Levantou-se e afastou-se do banco... quando o fazia, ainda com os headphones nos ouvidos, pareceu-lhe ouvir uma voz... "eu sou um vadio e louco, pensa ela, enquanto ela própria vadia pela amargura da melancolia, enlouquece num mar de queixas que apenas aguarda a sua determinação para se abrir num jardim de possibilidades... tem é a mania que é Especial, tão Especial que temos de aturar as suas tretas miserabilistas em vez de beneficiarmos das suas atitudes altruistas, temos de levar com o seu egoísmo exacerbado tipo coitadinha de mim, em vez de levarmos com a sua confiança musculada tipo eu posso e consigo... fónix, que quase me tirou o sorriso da cara, esta gaja com a mania que é Especial..."
Durante todo este tempo, a mulher manteve-se imóvel. Quando finalmente se voltou, nem sinal do vadio. Será que tinha existido mesmo? A mulher não sabia... Sabia apenas é que se sentia menos Especial... e isso fê-la sorrir pela primeira vez em muitos dias. enquanto apressava o passo como quem percebeu finalmente para onde ir...
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Sobre as vitórias e as derrotas
Ao longo dos últimos dias, lembrei-me várias vezes do poema do João Negreiros, que disse de forma sublime no LIFE Energy Coliseu (16/Abril) e do várias vezes repetido... "já passou"...
Na Vida, parece estar presente uma das Sete Super Leis do Universo: a Lei do Ritmo. Aparentemente tudo tem um ritmo, tudo tem ciclos, tudo tem altos e baixos...
Sendo assim, o que hoje ganha amanhã perderá... para depois ganhar outra vez!
O que hoje perde, amanhã ganhará... para depois perder outra vez!
(mesmo que o amanhã seja daqui a muitos anos)
Tenho observado isto na política (mesmo que um ditador demore décadas a cair... cai!
Tenho observado isto no desporto (mesmo que um atleta ou equipa demore muitos anos a perder... perde!)
Tenho observado isto nas empresas (mesmo que uma empresa de sucesso demore muitos anos a passar por algum tipo de dificuldade... passará!)
Assim, parece que sucesso tem menos a ver com resultados e mais a ver a forma como lidamos com os resultados! Aquele que sabe aceitar uma vitória com humildade e respeito pelo adversário é um verdadeiro campeão! Aquele que sabe aceitar uma derrota dando honra ao vencedor também é um verdadeiro campeão!
Dito isto, ao longo das últimas semanas tenho observado que existem mesmo poucos campeões no futebol português. E se, às vezes, os dirigentes, treinadores e atletas de vários clubes se podem escudar atrás da "pressão" para justificar comportamentos (claro que aqui na nossa página da Neuroestratégia, essas desculpas vão soar a standards pessoais baixos)... o que dizer dos "comentadores" dos vários programas televisivos a três (e são vários)... sem pressão e com muita vontade de ter razão!
Adoro quando alguém sabe ganhar!
Adoro quando alguém sabe perder!
Pela minha parte, enquanto formador e coach que também actua na área desportiva, vou continuar a dar o meu melhor para inspirar os vários agentes desportivos a elevarem o seu discurso e o seu comportamento, pois nas vitórias e nas derrotas se vêem os grandes campeões!
Também o adepto tem um papel importante nesta questão, pois pode aprender a dirigir o seu foco para o que realmente interessa: a performance desportiva dos atletas e equipas. Ontem, por exemplo, no Benfica-Porto adorei a defesa ENORME do Júlio César na primeira parte a remate do Falcão, adorei a exibição IMPRESSIONANTE do ataque portista com Hulk e companhia a darem SHOW DE BOLA, gostei da exibição CONSISTENTE do Carlos Xistra que teve tarefa complicada pelos próprios atletas.
Claro que também é possível levar o meu foco para acontecimentos marginais do jogo ou minhas opiniões sobre o acerto das decisões dos árbitros, treinadores e jogadores (falar é fácil!). Se o fizer, serei eu, como adepto, a mostrar o que é mais importante para mim. Ou seja, posso aprender mais sobre mim, reparando nas coisas em que reparo durante um jogo de futebol... Hummm, as oportunidades de desenvolvimento pessoal estão mesmo em todo o lado!
Boas vitórias e... boas derrotas!
Na Vida, parece estar presente uma das Sete Super Leis do Universo: a Lei do Ritmo. Aparentemente tudo tem um ritmo, tudo tem ciclos, tudo tem altos e baixos...
Sendo assim, o que hoje ganha amanhã perderá... para depois ganhar outra vez!
O que hoje perde, amanhã ganhará... para depois perder outra vez!
(mesmo que o amanhã seja daqui a muitos anos)
Tenho observado isto na política (mesmo que um ditador demore décadas a cair... cai!
Tenho observado isto no desporto (mesmo que um atleta ou equipa demore muitos anos a perder... perde!)
Tenho observado isto nas empresas (mesmo que uma empresa de sucesso demore muitos anos a passar por algum tipo de dificuldade... passará!)
Assim, parece que sucesso tem menos a ver com resultados e mais a ver a forma como lidamos com os resultados! Aquele que sabe aceitar uma vitória com humildade e respeito pelo adversário é um verdadeiro campeão! Aquele que sabe aceitar uma derrota dando honra ao vencedor também é um verdadeiro campeão!
Dito isto, ao longo das últimas semanas tenho observado que existem mesmo poucos campeões no futebol português. E se, às vezes, os dirigentes, treinadores e atletas de vários clubes se podem escudar atrás da "pressão" para justificar comportamentos (claro que aqui na nossa página da Neuroestratégia, essas desculpas vão soar a standards pessoais baixos)... o que dizer dos "comentadores" dos vários programas televisivos a três (e são vários)... sem pressão e com muita vontade de ter razão!
Adoro quando alguém sabe ganhar!
Adoro quando alguém sabe perder!
Pela minha parte, enquanto formador e coach que também actua na área desportiva, vou continuar a dar o meu melhor para inspirar os vários agentes desportivos a elevarem o seu discurso e o seu comportamento, pois nas vitórias e nas derrotas se vêem os grandes campeões!
Também o adepto tem um papel importante nesta questão, pois pode aprender a dirigir o seu foco para o que realmente interessa: a performance desportiva dos atletas e equipas. Ontem, por exemplo, no Benfica-Porto adorei a defesa ENORME do Júlio César na primeira parte a remate do Falcão, adorei a exibição IMPRESSIONANTE do ataque portista com Hulk e companhia a darem SHOW DE BOLA, gostei da exibição CONSISTENTE do Carlos Xistra que teve tarefa complicada pelos próprios atletas.
Claro que também é possível levar o meu foco para acontecimentos marginais do jogo ou minhas opiniões sobre o acerto das decisões dos árbitros, treinadores e jogadores (falar é fácil!). Se o fizer, serei eu, como adepto, a mostrar o que é mais importante para mim. Ou seja, posso aprender mais sobre mim, reparando nas coisas em que reparo durante um jogo de futebol... Hummm, as oportunidades de desenvolvimento pessoal estão mesmo em todo o lado!
Boas vitórias e... boas derrotas!
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