segunda-feira, 4 de julho de 2011
Um Desafio Ultra!
Ontem participei na Corrida da Serra da Freita (17kms) e tive a oportunidade de ver cortar a meta os dois vencedores do Ultra Trail (70km). Em pouco mais de nove horas de corrida superaram, para além dos 70kms do percurso, também os 4200 metros de desnível positivo acumulado. Fantástico! Apesar de pertencerem a clubes diferentes, cortaram a meta em simultâneo, como que num sinal de respeito depois de ultrapassada a "besta" montanha!
Recentemente fiz também a minha primeira Ultra (50kms na Serra de Sesimbra) e ganhei um respeito e admiração extraordinário pelas mulheres e homens que conseguem expôr-se desta forma aos elementos e chegar ao fim de provas que exigem o melhor de cada um a nível físico, mental, emocional e até espiritual.
Uma das coisas que me fascina é que o ultra corredor sabe, à partida, que durante a prova vai ter vontade de desistir, vai sofrer física e psicologicamente, vai ter dúvidas. E, mesmo assim, vai. Ou, talvez melhor ainda... por ser assim, vai!
Imagine por uns instantes como seria o mundo se mais pessoas transportassem este espírito ultra para diversas áreas da sua vida: um foco inabalável nos seus objectivos (a meta), uma atenção precisa ao caminho (os obstáculos que se atravessam perante o corredor sob várias formas e feitios) e uma disposição férrea de fazer o que for necessário para chegar ao final.
Por volta dos 5kms da minha prova de ontem, juntamente a um corredor de 67 anos, recém operado ao coração. Amante das corridas de montanha, dizia-me que o que interessa é rolar dentro da capacidade de cada um, abordar as intermináveis descidas e as agrestes subidas com determinação e, sobretudo, usufruir da paisagem e SER feliz e livre. Fechei os olhos por uns instantes, sorri e senti-me grato por estar ali a aprender e crescer!
Mega parabéns aos 130 valorosos aventureiros que terminaram a Ultra dentro do tempo limite de 17:30h. Estou a preparar-me para vos fazer companhia em 2012!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A Congruência
Tendo em conta que a Congruência é a capacidade de alinhar o que digo com o que faço, hoje pergunto-me...
"Quais as áreas da minha vida em que sou incongruente e ainda não me apercebi disso?"
Claro que consigo detectar várias incongruências e dedico algum do meu tempo mental a procurar eliminá-las (num processo a que gosto de chamar de... desenvolvimento pessoal!). E certamente existirão outras que, dentro dos limites do meu mapa mundo e da minha capacidade de percepção sensorial limitada, ainda não sei quais são!
Hipóteses:
a) pedir a ajuda de outras pessoas e perguntar: "ó pá, diz-me lá em que é que me achas incongruente?"
b) aprender a utilizar cada vez melhor a ferramenta de PNL "Posições Perceptuais", para expandir a capacidade de processamento de informação através de diferentes processos de filtragem (para quem quer saber mais sobre isto... bem, recomendo como habitualmente os cursos de PNL da LIFE Training), e assim melhorar a auto-observação e a observação da observação (a consciência!)
Dito isto, devo dizer que quando alguém me procura e me revela a vontade de se tornar formador/palestrante na área de desenvolvimento pessoal, costumo destacar a Congruência como a grande ferramenta a desenvolver. É que o formador de desenvolvimento pessoal expõe como poucos as suas crenças e o seu sistema de regras. Se depois não as conseguir cumprir... lá se vai a missão de inspirar e liderar! Nos últimos tempos tenho assistido a exemplos extraordinários de incongruência... o que me levou até à pergunta original deste post.
Vou continuar a reflectir... faça-o também e o mundo baterá palmas, pois a Congruência é um belo caminho para uma melhor e mais harmoniosa convivência entre todos!
"Quais as áreas da minha vida em que sou incongruente e ainda não me apercebi disso?"
Claro que consigo detectar várias incongruências e dedico algum do meu tempo mental a procurar eliminá-las (num processo a que gosto de chamar de... desenvolvimento pessoal!). E certamente existirão outras que, dentro dos limites do meu mapa mundo e da minha capacidade de percepção sensorial limitada, ainda não sei quais são!
Hipóteses:
a) pedir a ajuda de outras pessoas e perguntar: "ó pá, diz-me lá em que é que me achas incongruente?"
b) aprender a utilizar cada vez melhor a ferramenta de PNL "Posições Perceptuais", para expandir a capacidade de processamento de informação através de diferentes processos de filtragem (para quem quer saber mais sobre isto... bem, recomendo como habitualmente os cursos de PNL da LIFE Training), e assim melhorar a auto-observação e a observação da observação (a consciência!)
Dito isto, devo dizer que quando alguém me procura e me revela a vontade de se tornar formador/palestrante na área de desenvolvimento pessoal, costumo destacar a Congruência como a grande ferramenta a desenvolver. É que o formador de desenvolvimento pessoal expõe como poucos as suas crenças e o seu sistema de regras. Se depois não as conseguir cumprir... lá se vai a missão de inspirar e liderar! Nos últimos tempos tenho assistido a exemplos extraordinários de incongruência... o que me levou até à pergunta original deste post.
Vou continuar a reflectir... faça-o também e o mundo baterá palmas, pois a Congruência é um belo caminho para uma melhor e mais harmoniosa convivência entre todos!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
NeuroLiderança: Um Conceito Integral
A pedido de várias famílias, aqui fica uma breve definição do conceito de Neuroliderança, que tenho desenvolvido e aplicado no contexto empresarial (em algumas das maiores empresas do país) em conjunto com a equipa da LIFE Training.O que é a NeuroLiderança? É a capacidade instalada que todas as pessoas têm de assumirem intencionalmente as SUAS escolhas (nas várias áreas da sua vida) e criarem os SEUS resultados, disponibilizando os SEUS recursos de forma eficiente!
Consegue imaginar uma organização em que:
- os colaboradores possuem um propósito individual que está ligado ao propósito da organização?
- os colaboradores possuem fortes e bem estruturados objectivos, que são altamente motivadores para o próprio individuo?
- os colaboradores têm a capacidade de se manterem focados apenas e só naquilo que controlam e pode provocar melhorias nos resultados individuais e de equipa?
- os colaboradores têm a disponibilidade mental e emocional para assumirem as suas escolhas, comportando-se de forma deliberadamente eficiente?
Então consegue imaginar uma organização com altos níveis de NeuroLiderança!
Para que se consiga despertar num conjunto alargado de pessoas (do porteiro ao CEO) estas capacidades, é importante percepcionar o individuo de forma integral, desenvolvendo simultaneamente competências nas áreas:
Física: para que a saúde e a energia sejam os alicerces de um sistema poderoso (especialistas em nutrição e exercício físico colaboram com a LIFE Training para garantir aquilo que chamamos de... saúde para um eficiente desempenho empresarial)
Emocional: para que sejam desenvolvidas relações de sucesso e, sobretudo, para que o indivíduo possa gerar e gerir estados emocionais positivos e produtivos (neste processo, um poderoso resultado residual do programa é o estabelecimento de equipas mais motivadas e felizes!)
Mental: para que o conhecimento sobre o processo de comunicação interna e externa se torne um agente alavancador de resultados (tudo é comunicação, e a utilização da PNL - de que a LIFE Training é agente certificadora em Portugal da prestigiada escola internacional de John Grinder - é o meio por excelência para aumentar os níveis comunicacionais rumo a uma programação do sucesso!)
Financeira: para que os indivíduos possam aprender a relacionar-se com o dinheiro como uma importante energia intermediária que permite criar novos mundos e passe a ser uma fonte de emoções positivas - a abundância no lugar da escassez!
Espiritual: para que o indivíduo se possa ligar a um nível profundo à missão da organização, agarrando a construção da sua vida, assumindo assim a forma última de liderança... a Neuroliderança!
O que faria agora se já fosse um NeuroLíder? O que alteraria na sua vida? E na sua performance profissional?
Acredito profundamente que todos podemos ser líderes inspiradores das nossas vidas, das nossas famílias e das nossas empresas. Independentemente da nossa função, do nosso background, da nossa experiência, da nossa genética... Basta querer, aprender e... fazer!
Nos próximos posts revelo um pouco mais sobre as especificidades deste popular programa!
(Se gostaria de saber mais sobre a forma como a LIFE Training ajuda anualmente milhares de colaboradores de empresas a aprenderem, crescerem e expandirem os seus resultados, contacte Ricardo Ferreira através do email ricardo.ferreira@lifetraining.com.pt)
terça-feira, 28 de junho de 2011
Menos Foco = Menos Felicidade?
Psicólogos da Universidade de Harvard apresentaram um estudo que parece indicar que a perda de foco na tarefa em mãos está relacionada com a perda de... felicidade!
Mais de 2000 participantes no estudo usaram uma aplicação para iPhone que lhes perguntava em momentos aleatórios do dia o que estavam a fazer e em que estavam a pensar. Os resultados indicaram que as mentes dos participantes divagaram imenso: em pelo menos 30% do tempo dedicado a tarefas e conversações a mente estava a divagar e tinha-se desligado da tarefa!
(Curiosamente a única actividade em que não existiram percentagens consideráveis de divagação foi... sexo! O que parece estar alinhado com a forma como muitas pessoas parecem viver o sexo como forma de se ligarem ao momento presente e se desligarem momentaneamente de relações pouco saudáveis com o passado e o futuro. Tipo "gosto de sexo porque não penso em mais nada quando o estou a fazer"...)
O mais interessante (digo eu) do estudo foi a correlação forte entre momentos de divagação e estados emocionais negativos. Ou seja, quando os participantes no estudo estavam "desligados" da tarefa ou conversação também estavam a sentir-se menos bem.
Alguns comentários:
1. Em PNL explora-se o conceito de "up time" (a valorização forte dos estímulos sensoriais recebidos, o desligar do discurso interno, a ligação ao presente e o estado de "presença"), por oposição ao "down time" (divagação, discurso interno avaliativo e julgador, desvalorização dos estímulos sensoriais - "nem reparei no que ele disse ou fez"); muitos dos modeladores da PNL gostam de passar horas consecutivas em "up time" (por exemplo, quando em formação, coaching ou estudo), talvez este estudo mostre que gostam apenas e só de se sentirem... felizes!
2. Será que o desligamento precede o mau estar, ou o mau estar antecede o desligamento? Este estudo não apresenta respostas, talvez isso não seja sequer importante. Se nos apanharmos a divagar, podemos focar novamente a atenção na tarefa ou podemos mudar de tarefa!
Tens estado focado/a no dia de hoje?
Saudações neuroestratégicas do vosso amigo Pedro!
Mais de 2000 participantes no estudo usaram uma aplicação para iPhone que lhes perguntava em momentos aleatórios do dia o que estavam a fazer e em que estavam a pensar. Os resultados indicaram que as mentes dos participantes divagaram imenso: em pelo menos 30% do tempo dedicado a tarefas e conversações a mente estava a divagar e tinha-se desligado da tarefa!
(Curiosamente a única actividade em que não existiram percentagens consideráveis de divagação foi... sexo! O que parece estar alinhado com a forma como muitas pessoas parecem viver o sexo como forma de se ligarem ao momento presente e se desligarem momentaneamente de relações pouco saudáveis com o passado e o futuro. Tipo "gosto de sexo porque não penso em mais nada quando o estou a fazer"...)
O mais interessante (digo eu) do estudo foi a correlação forte entre momentos de divagação e estados emocionais negativos. Ou seja, quando os participantes no estudo estavam "desligados" da tarefa ou conversação também estavam a sentir-se menos bem.
Alguns comentários:
1. Em PNL explora-se o conceito de "up time" (a valorização forte dos estímulos sensoriais recebidos, o desligar do discurso interno, a ligação ao presente e o estado de "presença"), por oposição ao "down time" (divagação, discurso interno avaliativo e julgador, desvalorização dos estímulos sensoriais - "nem reparei no que ele disse ou fez"); muitos dos modeladores da PNL gostam de passar horas consecutivas em "up time" (por exemplo, quando em formação, coaching ou estudo), talvez este estudo mostre que gostam apenas e só de se sentirem... felizes!
2. Será que o desligamento precede o mau estar, ou o mau estar antecede o desligamento? Este estudo não apresenta respostas, talvez isso não seja sequer importante. Se nos apanharmos a divagar, podemos focar novamente a atenção na tarefa ou podemos mudar de tarefa!
Tens estado focado/a no dia de hoje?
Saudações neuroestratégicas do vosso amigo Pedro!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Frases Pivot... Rumo à Mudança Linguística
Inspirado pelo meu amigo e colega Adrian Cox, escrevo hoje sobre Frases Pivot!
O que são? Bem, digamos que são frases que podemos aprender a usar para complementar crenças limitadoras que já apanhamos "boca fora"... Vamos por partes!
NOTA: As nossas palavras são importantes pois são aquilo a que Chomsky chamou a "estrutura superficial" que deriva directamente da "estrutura profunda". A segunda contém as nossas crenças e valores (entre muitas outras coisas!) enquanto a primeira é uma expressão linguística (depois das distorções, "apaganços" e generalizações que caracterizam a filtragem da informação profunda a caminho da superfície)
- Quando digo algo, transporto para o exterior uma crença e, sobretudo, confirmo-a para mim próprio (pois ouço as minhas palavras e tenho tendência a valorizá-las por terem sido ditas... por mim).
- Essa crença (aquilo que acredito estar certo sobre uma mundo, uma situação, uma pessoa, um evento, uma ideia) pode ser limitadora ou possibilitadora conforme me fecha ou abre possibilidades.
(EXEMPLOS: crença limitadora - não consigo fazer isto; crença possibilitadora: posso fazer isso)
- Quando me apanho a disparar uma crença limitadora posso usar uma Frase Pivot para rapidamente mudar o rumo do meu pensamento. Ora veja!
CRENÇA LIMITADORA: Eu não consigo fazer isso...
FRASE PIVOT: ... por enquanto!
CRENÇA LIMITADORA: Eu não posso acreditar nisso...
FRASE PIVOT: ... ainda!
CRENÇA LIMITADORA: Essa pessoa é desagradável...
FRASE PIVOT: ...mas não sempre!
CRENÇA LIMITADORA: A vida é muito dura...
FRASE PIVOT: ...mas não para mim!
(os mais atentos, apanharam uma das poucas BOAS utilizações da palavra "mas": apagar crenças limitadoras!)
Bom uso das Frase Pivot para mudar a sua linguística... e a das pessoas à sua volta!
O que são? Bem, digamos que são frases que podemos aprender a usar para complementar crenças limitadoras que já apanhamos "boca fora"... Vamos por partes!
NOTA: As nossas palavras são importantes pois são aquilo a que Chomsky chamou a "estrutura superficial" que deriva directamente da "estrutura profunda". A segunda contém as nossas crenças e valores (entre muitas outras coisas!) enquanto a primeira é uma expressão linguística (depois das distorções, "apaganços" e generalizações que caracterizam a filtragem da informação profunda a caminho da superfície)
- Quando digo algo, transporto para o exterior uma crença e, sobretudo, confirmo-a para mim próprio (pois ouço as minhas palavras e tenho tendência a valorizá-las por terem sido ditas... por mim).
- Essa crença (aquilo que acredito estar certo sobre uma mundo, uma situação, uma pessoa, um evento, uma ideia) pode ser limitadora ou possibilitadora conforme me fecha ou abre possibilidades.
(EXEMPLOS: crença limitadora - não consigo fazer isto; crença possibilitadora: posso fazer isso)
- Quando me apanho a disparar uma crença limitadora posso usar uma Frase Pivot para rapidamente mudar o rumo do meu pensamento. Ora veja!
CRENÇA LIMITADORA: Eu não consigo fazer isso...
FRASE PIVOT: ... por enquanto!
CRENÇA LIMITADORA: Eu não posso acreditar nisso...
FRASE PIVOT: ... ainda!
CRENÇA LIMITADORA: Essa pessoa é desagradável...
FRASE PIVOT: ...mas não sempre!
CRENÇA LIMITADORA: A vida é muito dura...
FRASE PIVOT: ...mas não para mim!
(os mais atentos, apanharam uma das poucas BOAS utilizações da palavra "mas": apagar crenças limitadoras!)
Bom uso das Frase Pivot para mudar a sua linguística... e a das pessoas à sua volta!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Em Busca de... Quê?
Muitas pessoas buscam alguma coisa nesta vida. Não sabem muito bem o quê e têm esperança de descobrir que a tal coisa é a "coisa" quando a encontrarem! Como vão saber? Algumas abordagens (religiosas, new age, espirituais) afirmam que quando o descobrires (o propósito, o destino, a missão, a luz, a verdade) saberás!
A ideia parece-me francamente apelativa. Apenas ficam no ar duas ou três questões que gostava de aqui discutir. Esta questão do propósito de vida interessa-me imenso (ou não tivesse criado o método LIFE cujo primeiro passo é o da Ligação... ao Propósito!) e deparo-me no meu dia-a-dia com muitas pessoas (e organizações) em busca desse propósito.
Às vezes a busca é externa... às vezes é interna... Afinal, onde está o propósito e como o encontramos?
Como sabemos que é mesmo aquele? Quais são os factores de validação necessários? (fogo de artifício sensorial? mensagens metafísicas subitamente materializadas? noção de certeza interna com base no sistema emocional?)
Repare que se acreditar que a validação é externa, que o propósito se encontra através da acção de outros (encontramos uma mensagem veiculada por outro ser ou pelo sistema Universo) então a busca será sobretudo uma espera. É giro e pode nunca acontecer!
Se acreditarmos que a validação é interna, então o nosso sistema terá alguma dificuldade em perceber essa validação de tantas outras que já oferece diariamente (prazer, bem estar, alegria, felicidade).
Quando criei, juntamente com a equipa da LIFE Training, o curso Em Busca da Magia tinhamos uma premissa muito simples... talvez a busca não seja uma busca... talvez a busca seja só uma escolha...
Pense nisto durante a próxima noite e verá que amanhã talvez acorde com uma noção alargada de simplicidade em relação à sua vida. Talvez tudo seja uma questão de escolha (pois já escolhe com base nas suas regras e tende a escolher aquilo que gera um grau de satisfação mais alargado ao sistema - um dia destes escrevo sobre isto, acho que vai gostar)...
Em Busca da Felicidade talvez seja Em Escolha da Felicidade!
Em Busca da Magia talvez seja Em Escolha da Magia!
Em Busca do Amor talvez seja Em Escolha do Amor!
Talvez...
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Quando Escolho, aumento a Escolha?
Escolher...
Decidir...
Optar...
Parece que fazemos basicamente isto ao longo do nosso dia. Analisamos opções e fazemos escolhas! Claro que isto acontece sobretudo ao nível inconsciente, nesse maravilhoso leque quântico de opções inesgotáveis... Ao nível consciente (toldados pela quantidade limitada de processamento de informação) podemos muitas vezes esbarrar na "falta de escolha".
- "Não tinha outra hipótese."
- "Não podia fazer mais nada."
- "Tenho obrigação de fazer isto."
- "Só posso ir por este caminho."
A ausência de possibilidade ou a existência de obrigação remetem-nos directamente para um velho truque da mente, que nos permite aumentar a velocidade de processamento: ignorarmos as opções!
Se nos focarmos exageradamente em todas as opções, estudando-as e acarinhado-as, estagnamos, incapazes de escolher e agir. Ao fazê-lo uma e outra vez, podemos "esquecer" os caminhos neuronais alternativos, ficando com a ideia de que não existiam outros traçados a seguir.
Ajudar pessoas a recuperar escolha é frequentemente o objectivo da Programação Neuro Linguística. Pois quando não produzimos os resultados desejados, recuperar escolha coloca-nos novamente nesse maravilhoso hiato temporal em que... tudo é possível!
Ou seja, às vezes, depois de escolher, ficamos com menos escolha! (pois já escolhemos)
Pelo que pode ser bom, ignorar a escolha e voltar às opções!
Para quem se interessa sobre como fazer isso na prática, recomendo uma bela ferramenta linguística chamada "Decision Destroyer" e que é normalmente apresentada em programas de Master Practitioner em PNL.
Escolha partilhar este artigo para ligar os seus amigos ao Poder da Escolha ;-)
Decidir...
Optar...
Parece que fazemos basicamente isto ao longo do nosso dia. Analisamos opções e fazemos escolhas! Claro que isto acontece sobretudo ao nível inconsciente, nesse maravilhoso leque quântico de opções inesgotáveis... Ao nível consciente (toldados pela quantidade limitada de processamento de informação) podemos muitas vezes esbarrar na "falta de escolha".
- "Não tinha outra hipótese."
- "Não podia fazer mais nada."
- "Tenho obrigação de fazer isto."
- "Só posso ir por este caminho."
A ausência de possibilidade ou a existência de obrigação remetem-nos directamente para um velho truque da mente, que nos permite aumentar a velocidade de processamento: ignorarmos as opções!
Se nos focarmos exageradamente em todas as opções, estudando-as e acarinhado-as, estagnamos, incapazes de escolher e agir. Ao fazê-lo uma e outra vez, podemos "esquecer" os caminhos neuronais alternativos, ficando com a ideia de que não existiam outros traçados a seguir.
Ajudar pessoas a recuperar escolha é frequentemente o objectivo da Programação Neuro Linguística. Pois quando não produzimos os resultados desejados, recuperar escolha coloca-nos novamente nesse maravilhoso hiato temporal em que... tudo é possível!
Ou seja, às vezes, depois de escolher, ficamos com menos escolha! (pois já escolhemos)
Pelo que pode ser bom, ignorar a escolha e voltar às opções!
Para quem se interessa sobre como fazer isso na prática, recomendo uma bela ferramenta linguística chamada "Decision Destroyer" e que é normalmente apresentada em programas de Master Practitioner em PNL.
Escolha partilhar este artigo para ligar os seus amigos ao Poder da Escolha ;-)
Subscrever:
Mensagens (Atom)


