Desde que me envolvi com questões de desenvolvimento pessoal (continuo a usar esta expressão, apesar de ser profundamente engraçado compartimentar "algumas" questões como sendo de desenvolvimento pessoal e "outras" - não menos interessantes - como sendo... outro tipo de desenvolvimento?!) que tenho pensado na melhor maneira de fazer chegar a um número elevado de pessoas oportunidades como aquelas que, por acaso ou busca intencional, tiveram forte impacto na minha vida.
Eis alguns pensamentos sobre isso...
1) Determinado tipo de conhecimento faz sentido para cada um... no momento em que faz sentido! (esta é uma expressão tipicamente New Age e, para mim, tem feito sentido! no fundo é dizer que há coisas que não têm importância num momento e podem ganhar súbito interesse num outro contexto ou prisma)
2) Nem sempre sei o que vai fazer a diferença! Às vezes encontro pessoas anos após uma interacção (palestra, formação, livro) e que me relatam como os mais variados inputs foram diferenciadores. Da pessoa que releu "O Mágico Que Não Acreditava Em Magia" três vezes numa semana, a quem pensa ainda numa curta frase partilhada numa palestra em 2008 ou quem disse não gostar inicialmente de uma formação para concluir um ano mais tarde que aquele momento havia mudado a sua vida e a da sua família para melhor!
3) A estrutura é mais importante do que o conteúdo! O foco do meu trabalho é na estrutura (no nível lógico mais alto da informação... para quem tem os modelos de Gregory Bateson e John Grinder como familiares percebe talvez do que falo) para desta forma poder servir todas as pessoas independentemente do contexto e dos seus conteúdos (a sua vida!) Numa recente entrevista perguntava-me uma jornalista se é possível entregar uma palestra para 2500 pessoas (foi após o LIFE Energy do Coliseu do Porto) que seja significativa para todos. A minha resposta foi... "Sim"! O segredo está na estrutura ;-)
Bem, todos estes pensamentos me levaram, juntamente com a equipa da LIFE Training, até ao projeto que vamos lançar em breve em Portugal (primeiro) e no Mundo (depois). Estejam atentos e passem palavra aos vossos amigos para manterem um olho neste blogue e na minha página do Facebook, pois as novidades estão para breve!
sábado, 30 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
As Nações Unidas focam-se na felicidade! E nós?
No dia 19 de Julho, a Assembleia Geral das Nações Unidas emitiu um apelo a todos os países representados para que possam dar mais passos privilegiando a felicidade e o bem-estar dos seus habitantes na medição do desenvolvimento social e económico.
Acredito que a maior parte das pessoas terá a ideia (mais ou menos consciente) de que o crescimento económico não é tudo (e, frequentemente, nem sequer o mais importante). Ainda assim, ao longo dos últimos anos onde tem estado o nosso foco colectivo? (se é que o foco colectivo existe, talvez seja melhor falar do foco da maior parte dos media, do foco da maior parte dos partidos políticos, do foco da maior parte dos sindicatos, etc)
Taxa de crescimento do PIB
Taxa de juro
Taxa de inflação
Dívida soberana
etc, etc, etc
E, na minha experiência pessoal como coach e trainer continuo a encontrar diariamente pessoas que aquilo que realmente procuram é sentirem-se bem consigo próprias, sentirem-se bem com as pessoas de quem gostam, sentirem-se valorizadas e reconhecidas, sentirem-se estimuladas e apaixonadas, sentirem que estão a crescer e a aprender.
Será então que é possível ter crescimento económico negativo e, mesmo assim, sentirmo-nos melhor?
E ter crescimento económico positivo e, mesmo assim, sentirmo-nos pior?
Perguntem a alguém que, tendo sido aumentado no trabalho, perdeu um familiar querido.
Perguntem a alguém que, tendo sido despedido, reatou uma relação como amor da sua vida.
Perguntem a alguém que, tendo agora um carro maior e mais potente, discutiu com um amigo de longa data.
Claro que o ideal parece ter... o melhor dos dois mundos: crescer economicamente e crescer emocionalmente! Quando não conseguimos focar simultaneamente nas duas coisas, por qual optar?
As Nações Unidas deram um passo muito interessante, acredito eu, ao escrever nesta resolução que "a busca da felicidade é um objetivo humano fundamental"!
Acredito que a maior parte das pessoas terá a ideia (mais ou menos consciente) de que o crescimento económico não é tudo (e, frequentemente, nem sequer o mais importante). Ainda assim, ao longo dos últimos anos onde tem estado o nosso foco colectivo? (se é que o foco colectivo existe, talvez seja melhor falar do foco da maior parte dos media, do foco da maior parte dos partidos políticos, do foco da maior parte dos sindicatos, etc)
Taxa de crescimento do PIB
Taxa de juro
Taxa de inflação
Dívida soberana
etc, etc, etc
E, na minha experiência pessoal como coach e trainer continuo a encontrar diariamente pessoas que aquilo que realmente procuram é sentirem-se bem consigo próprias, sentirem-se bem com as pessoas de quem gostam, sentirem-se valorizadas e reconhecidas, sentirem-se estimuladas e apaixonadas, sentirem que estão a crescer e a aprender.
Será então que é possível ter crescimento económico negativo e, mesmo assim, sentirmo-nos melhor?
E ter crescimento económico positivo e, mesmo assim, sentirmo-nos pior?
Perguntem a alguém que, tendo sido aumentado no trabalho, perdeu um familiar querido.
Perguntem a alguém que, tendo sido despedido, reatou uma relação como amor da sua vida.
Perguntem a alguém que, tendo agora um carro maior e mais potente, discutiu com um amigo de longa data.
Claro que o ideal parece ter... o melhor dos dois mundos: crescer economicamente e crescer emocionalmente! Quando não conseguimos focar simultaneamente nas duas coisas, por qual optar?
As Nações Unidas deram um passo muito interessante, acredito eu, ao escrever nesta resolução que "a busca da felicidade é um objetivo humano fundamental"!
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terça-feira, 19 de julho de 2011
O Assassino de Cachorrinhos
Ouvi várias vezes da boca do Steve Linder esta provocação (aqui recriada pelas minhas próprias palavras):
-Se alguém na rua te chamar de "assassino de cachorrinhos", o que fazes? Provavelmente não ligas muito, perguntas-te se haverá algum problema com aquela pessoa. Talvez olhes à volta para ter a certeza que o impropério é mesmo dirigido a ti. Talvez exclames um "ah?!" e segues com a tua vida.
-Então e se alguém disser que "és um grande chato" ou "às vezes és mesmo mal humorado" ou "não mereces o salário que ganhas" ou "és sempre a mesma coisa" ou até ainda "és um palhaço". Talvez te sintas insultado ou atacado. Talvez peças esclarecimentos ou te procures defender.
Qual a diferença entre o "assassino de cachorrinhos" e os outros ataques? É que o primeiro em princípio não ressoará dentro de ti (se por outro lado assassinaste mesmo cachorrinhos, então a reacção será outra...). Não encontrarás, em nenhuma parte do teu sistema, informação que possa suportar tal acusação. E esta é a razão pela qual terás dificuldade em sentir emoções negativas como consequência destas palavras.
Agora, quando recebes algum dos outros ataques, talvez consigas encontrar alguma parte de ti que se auto identifica com esses rótulos! E, como não gostas deles, sentes emoções negativas e contra-atacas. (Estou a especular, claro...)
Se aquilo que escrevi fez algum sentido para ti, então uma boa estratégia é, na próxima vez, em que te sentires atacado... parar, verificar as emoções e deixá-las partir acompanhadas da pergunta "de que forma posso aprender com a forma como me senti depois de ouvir estas palavras e o que estou disposto a alterar para me sentir mais alinhado e congruente?"
Dá que pensar, não dá?
PS Uma vez chamaram-me egoísta e fiquei possuído. Quando me acalmei e abandonei o longo rol de explicações em que me tinha embrenhado... reconheci que o meu comportamento poderia facilmente ser lido como egoísta. E passei a pensar no que poderia fazer para EU me sentir menos egoísta. Quanto à outra pessoa, agradeci-lhe internamente por ter partilhado aquilo que achava em relação à situação. (Consigo fazer SEMPRE isto? Ainda não...)
-Se alguém na rua te chamar de "assassino de cachorrinhos", o que fazes? Provavelmente não ligas muito, perguntas-te se haverá algum problema com aquela pessoa. Talvez olhes à volta para ter a certeza que o impropério é mesmo dirigido a ti. Talvez exclames um "ah?!" e segues com a tua vida.
-Então e se alguém disser que "és um grande chato" ou "às vezes és mesmo mal humorado" ou "não mereces o salário que ganhas" ou "és sempre a mesma coisa" ou até ainda "és um palhaço". Talvez te sintas insultado ou atacado. Talvez peças esclarecimentos ou te procures defender.
Qual a diferença entre o "assassino de cachorrinhos" e os outros ataques? É que o primeiro em princípio não ressoará dentro de ti (se por outro lado assassinaste mesmo cachorrinhos, então a reacção será outra...). Não encontrarás, em nenhuma parte do teu sistema, informação que possa suportar tal acusação. E esta é a razão pela qual terás dificuldade em sentir emoções negativas como consequência destas palavras.
Agora, quando recebes algum dos outros ataques, talvez consigas encontrar alguma parte de ti que se auto identifica com esses rótulos! E, como não gostas deles, sentes emoções negativas e contra-atacas. (Estou a especular, claro...)
Se aquilo que escrevi fez algum sentido para ti, então uma boa estratégia é, na próxima vez, em que te sentires atacado... parar, verificar as emoções e deixá-las partir acompanhadas da pergunta "de que forma posso aprender com a forma como me senti depois de ouvir estas palavras e o que estou disposto a alterar para me sentir mais alinhado e congruente?"
Dá que pensar, não dá?
PS Uma vez chamaram-me egoísta e fiquei possuído. Quando me acalmei e abandonei o longo rol de explicações em que me tinha embrenhado... reconheci que o meu comportamento poderia facilmente ser lido como egoísta. E passei a pensar no que poderia fazer para EU me sentir menos egoísta. Quanto à outra pessoa, agradeci-lhe internamente por ter partilhado aquilo que achava em relação à situação. (Consigo fazer SEMPRE isto? Ainda não...)
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
Futebol... No feminino!
Ontem assisti quase integralmente à final do Campeonato Mundial Feminino de Futebol. Japão e Estados Unidos deram aquilo a que se costuma chamar... Um show de bola! Emoção ao limite, técnica apurada, entrega e dedicação. Quem gosta de futebol ficou com as medidas cheias.
O que mais me impressionou, porém, foi a atitude do treinador nipónico. Depois de duas horas de jogo, com um empate a 2-2, ficou determinado que o novo campeão mundial seria encontrado através do desempate por marcação de grandes penalidades. A tensão aumentava... O treinador japonês juntou todas as atletas e restantes membros da equipa técnica numa grande roda, colocou-se no centro... Deu algumas instruções rápidas, que pareceram sobretudo palavras de incentivo e depois... Riu, riu... Como quem diz, chegamos à final do Mundial, levamos o jogo até aos penaltis, jogamos e encantamos... A equipa sorriu e riu com ele.
Minutos depois assistimos ao semblante carregado das americanas (que no tempo regulamentar, primeiro, e no prolongamento, depois, por duas vezes tinham estado literalmente a minutos do título) enquanto falhavam três das quatro penalidades. As japonesas, bem mais descontraídas, ultrapassavam a estrela Hope Solo na baliza americana e faziam história!
Minutos depois, na Copa América, a equipa masculina do Brasil, carregando a obrigação de vencer... Era eliminada nos penaltis pelo Paraguai, depois de falhar quatro em quatro penaltis. Talvez se tivessem investido alguns segundos a rir pudessem ter usado o Poder da Fisiologia para alterarem o seu estado emocional e entrado num estado de alta performance!
O que mais me impressionou, porém, foi a atitude do treinador nipónico. Depois de duas horas de jogo, com um empate a 2-2, ficou determinado que o novo campeão mundial seria encontrado através do desempate por marcação de grandes penalidades. A tensão aumentava... O treinador japonês juntou todas as atletas e restantes membros da equipa técnica numa grande roda, colocou-se no centro... Deu algumas instruções rápidas, que pareceram sobretudo palavras de incentivo e depois... Riu, riu... Como quem diz, chegamos à final do Mundial, levamos o jogo até aos penaltis, jogamos e encantamos... A equipa sorriu e riu com ele.
Minutos depois assistimos ao semblante carregado das americanas (que no tempo regulamentar, primeiro, e no prolongamento, depois, por duas vezes tinham estado literalmente a minutos do título) enquanto falhavam três das quatro penalidades. As japonesas, bem mais descontraídas, ultrapassavam a estrela Hope Solo na baliza americana e faziam história!
Minutos depois, na Copa América, a equipa masculina do Brasil, carregando a obrigação de vencer... Era eliminada nos penaltis pelo Paraguai, depois de falhar quatro em quatro penaltis. Talvez se tivessem investido alguns segundos a rir pudessem ter usado o Poder da Fisiologia para alterarem o seu estado emocional e entrado num estado de alta performance!
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domingo, 17 de julho de 2011
Propósito de Vida
Durante muitos anos (muitos mesmo) o meu pai recolheu em segredo guardanapos usados por um dos seus amigos. O amigo era especial (o Mestre José Rodrigues, um dos mais prestigiados escultores do século XX, com obras de referência em muitas cidades deste país, Angola, Estados Unidos e Macau) e a utilização que ele dava aos guardanapos... também. Entre duas garfadas e dois dedos de conversa, aproveitava o Mestre para rabiscar lindos esboços das peças de arte que, a cada altura, povoavam o seu pensamento.
Foram mais de 500 os guardanapos e toalhas de mesa que o meu pai recolheu, com abnegação e amizade. Agora, passados muitos anos sobre o início deste projecto inconsciente, foram reunidos numa espectacular exposição os melhores exemplares!
Imaginem a expressão do artista, sem saber do projecto (nem o da exposição nem o da recolha)... Foi um momento intenso e... belo! Das bocas do Mestre sairam as palavras "Ainda bem que vivi para assistir a este momento".
O meu pai deu-me (deu-nos?) um excelente exemplo daa utilização do método LIFE:
Ligação ao Propósito: homenagear um amigo e companheiro
Intenção: Recolher todos os guardanapos e rascunhos
Foco: Anos e anos com o propósito e a intenção bem presentes
Escolha: Acção, acção, acção
Fez acontecer, vivenciou um dos seus propósitos. Sentiu-se natualmente feliz e eu senti-me inspirado por estar lá para assistir.
Independentemente do seu propósito, que bons exemplos tem (seus ou de outras pessoas) que nos possam inspirar a ser e fazer mais? Obrigado pela partilha!
Foram mais de 500 os guardanapos e toalhas de mesa que o meu pai recolheu, com abnegação e amizade. Agora, passados muitos anos sobre o início deste projecto inconsciente, foram reunidos numa espectacular exposição os melhores exemplares!
Imaginem a expressão do artista, sem saber do projecto (nem o da exposição nem o da recolha)... Foi um momento intenso e... belo! Das bocas do Mestre sairam as palavras "Ainda bem que vivi para assistir a este momento".
O meu pai deu-me (deu-nos?) um excelente exemplo daa utilização do método LIFE:
Ligação ao Propósito: homenagear um amigo e companheiro
Intenção: Recolher todos os guardanapos e rascunhos
Foco: Anos e anos com o propósito e a intenção bem presentes
Escolha: Acção, acção, acção
Fez acontecer, vivenciou um dos seus propósitos. Sentiu-se natualmente feliz e eu senti-me inspirado por estar lá para assistir.
Independentemente do seu propósito, que bons exemplos tem (seus ou de outras pessoas) que nos possam inspirar a ser e fazer mais? Obrigado pela partilha!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Inteligência e Saúde
Na literatura cientifica é comum designar por "g" a inteligência. Não se trata aqui de uma inteligência específica (como a lógica-matemática, a linguística ou a motora) e sim a inteligência "geral" (ou utilizando uma palavra de que gosto... a inteligência "transcontextual").
Li hoje com atenção uma série de estudos (de investigadores de reputadas universidades nos Estados Unidos e Suécia) que mostravam claras correlações estatísticas entre a tal inteligência "g" e o nível de saúde mental e física.
Em palavras simples, os testes de inteligência realizados a crianças em idade escolar (tipicamente, 10-11 anos) permitem determinar que crianças mais "inteligentes" têm:
* menor probabilidade de vir a sofrer de perturbações mentais
* menor probabilidade de virem a sofrer de doenças físicas originadas em fracas escolhas comportamentais
* menor probabilidade de virem a sofrer de acidentes físicos (como de viação, p.ex.)
* menor probabilidade de virem a ser vítimas de assaltos e outras formas de violência
Os investigadores apontam uma série de razões para estas ligações.
Qual acha ser o mecanismo principal que explica este conjunto de evidências?
Obrigado por partilhar a sua opinião!
Li hoje com atenção uma série de estudos (de investigadores de reputadas universidades nos Estados Unidos e Suécia) que mostravam claras correlações estatísticas entre a tal inteligência "g" e o nível de saúde mental e física.
Em palavras simples, os testes de inteligência realizados a crianças em idade escolar (tipicamente, 10-11 anos) permitem determinar que crianças mais "inteligentes" têm:
* menor probabilidade de vir a sofrer de perturbações mentais
* menor probabilidade de virem a sofrer de doenças físicas originadas em fracas escolhas comportamentais
* menor probabilidade de virem a sofrer de acidentes físicos (como de viação, p.ex.)
* menor probabilidade de virem a ser vítimas de assaltos e outras formas de violência
Os investigadores apontam uma série de razões para estas ligações.
Qual acha ser o mecanismo principal que explica este conjunto de evidências?
Obrigado por partilhar a sua opinião!
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
A Mudança Está no Detalhe
Onde devemos passar a nossa vida? Mergulhados na abstração ou na especificidade? Na "Lua" ou na "Terra"?
Aqui ficam 4 caminhos, espero que possam ser úteis!
1) Só, só, só... na abstração. É o caminho da meditação, da imaginação, do ser... não sendo! É um caminho considerado muito profundo por quem o segue. É um caminho que não necessita (e até despreza) da ação. É um caminho de palavras grandes e abstractas, recheado de conceitos vagos.
2) Só, só, só... na especificidade. É o caminho da sobrevalorização dos estímulos sensoriais. É o caminho da ausência de reflexão e da presença pura da reação. É o caminho mais terreno e animal. É o caminho da ligação à herança genética da espécie. É um caminho que não necessita (e até despreza) de pensamento reflexivo ou meta cognição.
3) Especificidade primeiro, abstração depois. É o caminho do envolvimento total na "realidade", da interacção com "aquilo que é". Para depois pensar, meditar, estudar o que aconteceu e procurar generalizações ou regras. Para depois poder partir novamente para a especificidade, para a prática.
4) Abstração primeiro, especificidade depois. É o caminho da acção deliberada, da actividade planeada, do fazer com propósito. Primeiro a instrospeção, a construção da visão e depois o agir concertadamente. Para depois poder medir resultados e voltar à abstração!
De acordo com a minha experiência, as duas últimas abordagens tendem a ser mais ricas, pois permitem aprendizagem multidimensional! De qualquer das formas, a mudança apenas parece acontecer quando há uma ligação estruturada à especificidade. Que é como quem diz, o ser humano muda... quando age! Se agir orientado pela intenção deliberada, tanto melhor!
Tanto se fala em mudança nos dias que correm que voltei a ligar-me de forma intensa ao Método LIFE, que esteve na origem da criação do projeto LIFE Training, e sobre o qual já devo ter produzido mais de um milhar de aplicações!
Ligação ao Propósito
+ Intenção
+ Foco
+ Escolha
= LIFE
Em breve vamos colocar online um teste/diagnóstico dos níveis de activação pessoal das 4 características do Método. Para que qualquer pessoa possa ganhar mais consciência sobre o que pode fazer para mudar... para melhor!
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