Grande questão surgiu como reação a um dos meus últimos post no facebook.
"Querer é Poder", diz o adágio popular. Então e "crer"? É também "poder"?
E é melhor começar por "crer" ou por "querer"?
Depois de alguma reflexão, aqui vai o "veredito" (lol) neurolinguístico!
"Querer" diz respeito a assumir uma intenção de conseguir algo. Como em "quero isto e não quero aquilo".
"Crer" diz respeito à expressão de uma crença. Como em "creio nisto e não creio naquilo".
Brinquemos com os dois conceitos:
Como podem ver, se começar por definir o que quero, posso investir tempo e energia a ligar-me a coisas em que não creio... o que levará a ineficiência e frustação.
Se começar por definir em que é que acredito, aquilo em que creio, então definirei depois o que quero já dentro desse balizamento. Parece ser o melhor caminho.
Dito isto, aquilo em que creio (e não creio) é perfeitamente subjectivo e mutável pelo que, com recurso a estratégias adequadas, pode ser moldado para servir o que quero. Pelo que o outro caminho é também aceitável!
Comecem por onde quiserem... alterem crenças, definam intenções... façam o que for necessário... para aliar o poder da CRENÇA ao poder da INTENÇÃO, pois assim acederão ao quadrante onde realmente acontece a MAGIA!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Querer para Crer ou Crer para Querer?
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
Que "cabrón"!
Dá pelo nome de Kilian Jornet o mais espantoso corredor de montanha dos nossos tempos. É catalão, tem apenas 24 anos, cumulou recordes atrás de recordes nas mais emblemáticas corridas do mundo (Ultra Trail du Mont-Blanc, Western States, etc) e na subida aos mais famosos cumes dos 5 continentes. É aquilo que em desporto se chama... um monstro! (há algumas semanas venceu novamente no Monte Branco, uma prova de 166kms e 9400 metros de desnível positivo acumulado, em pouco mais de 20 horas!)
Kilian é também um monstro de humildade, habitualmente focado no prazer que obtém durante as suas façanhas, na ligação profunda que sente com a Natureza, no respeito por todos os corredores independentemente dos resultados.
Numa recente entrevista, Kilian foi capaz de, com a simplicidade de um grande campeão, dizer algo que me tocou profundamente. Depois de descrever a sensação de vitória numa competição como algo efémero e que merece a sua atenção apenas enquanto a corrida decorre, sendo esquecido logo depois, Kilian fez uma afirmação extraordinária... Dizia ele que às vezes podes terminar uma prova nos primeiros lugares e não te sentires satisfeito com a tua performance. Muitas horas depois (às vezes no dia seguinte!) vês os últimos corredores a cortar a meta, com um sorriso estampado no rosto e pensas... Que "cabrón", este tipo é que é o verdadeiro campeão!
Obrigado, Kilian, por nos relembrares desta noção simples... A noção de que apenas tu, caro leitor, sabes se ganhas ou perdes. E a vitória é aquilo que experiencias quando tens a noção que deste tudo o que tinhas e mais um bocadinho. Nessa altura, independentemente dos outros, tu és um CAMPEÃO!
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
O Poder das Pressuposições!
Hoje de manhã, enquanto conduzia a caminho da escola de um dos meus filhotes, cantarolava uma música bem antiguinha que passava na rádio... Pelo meio ia respondendo às questões que, do banco de trás, chegavam em catadupa... Adoro dar força aos meus filhos em relação à quantidade astronómica de perguntas que às vezes debitam, pois acredito que a sua qualidade de vida (em todos os aspetos) dependerá sobretudo das peguntas que consigam colocar a si e aos outros a cada momento...
Em determinado momento, o locutor de serviço começa a falar com uma ouvinte, aparentemente participante num concurso que lhe daria ótimos prémios relacionados com o regresso às aulas. Coisa boa, portanto.
A pergunta do apresentador apanhou-me de surpresa...
"Este regresso às aulas é sempre penoso, não é?"
Uau, o Poder das Pressuposições utilizado para... criar emoções negativas! Se procurarmos informação no nível mais profundo da linguagem, poderemos encontrar algumas coisas interessantes...
1. O locutor parece acreditar que o "regresso às aulas" é uma experiência que classifica de "penosa".
2. Esta experiência parece ser tão consistente em termos de significado que o locutor utiliza mesmo o quantificador universal "sempre".
Com um conjunto pequeno de palavras, o locutor conseguiu imediatamente deixar a ouvinte com um tom de voz triste e arrastado... provavelmente enquanto se lembrava que o "regresso às aulas" é "sempre penoso".
Quando colocamos questões temos o Poder de incluir nelas pressuposições. Se formos eficiente na sua utilização e conhecedores de técnicas persuasivas de comunicação podemos até fazer com que essas pressuposições ultrapassem determinadas barreiras conscientes (o que vai fazer com que o ouvinte apenas consiga recuperar o sentido de escolha mais tarde se não possuir as ferramentas para se "defender" no imediato).
(nota: a utilização do "tag" final "não é", reforça a possibilidade de aceitação por parte do ouvinte... isso é talvez conteúdo para um curso avançado de linguística influenciadora!)
Tenho uma proposta para si, caro leitor...
Utilize o Poder das Pressuposições para inserir nas suas questões... pressuposições positivas! E esforçe-se por manter sempre a capacidade de escolha do ouvinte bem desperta.
Por exemplo, na questão em debate, imagine como seria diferente a informação recuperada pela ouvinte (e pelos muitos milhares de ouvintes da estação de rádio naquele momento) com perguntas como:
"O regresso às aulas tem coisas fantásticas, não tem?"
"Qual é a melhor memória que tem de um regresso às aulas?"
"Quando pensa no regresso às aulas, que significado positivo pode ele ter?"
Repare que nas três sugestões se coloca o foco em experiências/significados positivos sem estabelecer relações duradouras (evitando a utilização do verbo "ser"...), o que permite a manutenção do mapa-mundo anterior e o alargamento do direito de escolha!
(fui talvez um pouco técnico nesta análise, pois já estou em "modo" PNL na preparação dos Cursos "Em Busca da Magia" - 16/17 Setembro no Porto e 30 Setembro/1 Outubro em Lisboa - e da próxima Certificação de Practitioner em PNL - 16/23 Outubro no Porto!)
E já agora... que coisas positivas já experienciou no dia de hoje? (incluindo o facto de ter acordado... VIV@!)
Em determinado momento, o locutor de serviço começa a falar com uma ouvinte, aparentemente participante num concurso que lhe daria ótimos prémios relacionados com o regresso às aulas. Coisa boa, portanto.
A pergunta do apresentador apanhou-me de surpresa...
"Este regresso às aulas é sempre penoso, não é?"
Uau, o Poder das Pressuposições utilizado para... criar emoções negativas! Se procurarmos informação no nível mais profundo da linguagem, poderemos encontrar algumas coisas interessantes...
1. O locutor parece acreditar que o "regresso às aulas" é uma experiência que classifica de "penosa".
2. Esta experiência parece ser tão consistente em termos de significado que o locutor utiliza mesmo o quantificador universal "sempre".
Com um conjunto pequeno de palavras, o locutor conseguiu imediatamente deixar a ouvinte com um tom de voz triste e arrastado... provavelmente enquanto se lembrava que o "regresso às aulas" é "sempre penoso".
Quando colocamos questões temos o Poder de incluir nelas pressuposições. Se formos eficiente na sua utilização e conhecedores de técnicas persuasivas de comunicação podemos até fazer com que essas pressuposições ultrapassem determinadas barreiras conscientes (o que vai fazer com que o ouvinte apenas consiga recuperar o sentido de escolha mais tarde se não possuir as ferramentas para se "defender" no imediato).
(nota: a utilização do "tag" final "não é", reforça a possibilidade de aceitação por parte do ouvinte... isso é talvez conteúdo para um curso avançado de linguística influenciadora!)
Tenho uma proposta para si, caro leitor...
Utilize o Poder das Pressuposições para inserir nas suas questões... pressuposições positivas! E esforçe-se por manter sempre a capacidade de escolha do ouvinte bem desperta.
Por exemplo, na questão em debate, imagine como seria diferente a informação recuperada pela ouvinte (e pelos muitos milhares de ouvintes da estação de rádio naquele momento) com perguntas como:
"O regresso às aulas tem coisas fantásticas, não tem?"
"Qual é a melhor memória que tem de um regresso às aulas?"
"Quando pensa no regresso às aulas, que significado positivo pode ele ter?"
Repare que nas três sugestões se coloca o foco em experiências/significados positivos sem estabelecer relações duradouras (evitando a utilização do verbo "ser"...), o que permite a manutenção do mapa-mundo anterior e o alargamento do direito de escolha!
(fui talvez um pouco técnico nesta análise, pois já estou em "modo" PNL na preparação dos Cursos "Em Busca da Magia" - 16/17 Setembro no Porto e 30 Setembro/1 Outubro em Lisboa - e da próxima Certificação de Practitioner em PNL - 16/23 Outubro no Porto!)
E já agora... que coisas positivas já experienciou no dia de hoje? (incluindo o facto de ter acordado... VIV@!)
terça-feira, 6 de setembro de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Comunicação: Muda as tuas Palavras, Muda a tua Vida
Muito se tem escrito, estudado, questionado... Afinal, qual a importância das palavras? São apenas sons estruturados a que damos determinados significados? Estão "hard-wired" no nosso cérebro? Têm significado pessoal ou social?
Gostava que por uns instantes, imaginasses o seguinte... Talvez faça sentido para ti...
Uma palavra é uma espécie de "password" para uma determinada zona do cérebro. De acordo com a palavra que dizes, ouves ou pensas, o teu cérebro abre essa zona do cérebro. Lá dentro tem acesso, através de poderosos algoritmos, a toda a informação relacionada com essa palavra. De acordo com o contexto e com o valor emocional de cada uma das potenciais opções, escolhe o que trazer de volta antes de fechar essa zona e passar à seguinte...
Se alguém falar com um tom irónico, o teu cérebro tenderá a selecionar significados de acordo com esse contexto.
Se alguém usar o nome de uma pessoa que ames, apesar do contexto não ser ligado a essa pessoa, poderás ter uma lembrança súbita dessa pessoa (pelo valor emocional elevado).
Este fenómeno faz com que as palavras tenham um poder enorme. Com as tuas palavras diriges momentaneamente o teu sistema e o dos outros. Há quem perceba isto e dedique anos da sua vida a aprimorar a forma como fala e escreve, para que possa obter máximo poder influenciador. Há quem não perceba isto e fale e escreva de forma menos intencional ("mais pura e menos filtrada" poderia alguém dizer; "menos responsável e eficiente", acrescentaria eu...)
Em algumas palestras faço uma pequena brincadeira dizendo que às vezes, "em vez de falarmos sobre o que queremos e não falarmos sobre o que não queremos, falamos sobre o que não queremos e não falamos sobre o que queremos". Uff!
Aquilo sobre que quero falar é sobre a tua comunicação e sobre como podes melhorar TODOS os teus resultados aprendendo umas simples dezenas de técnicas e truques linguísticos que te ajudarão a ser mais consistente, eficiente e intencional. Acredito de tal forma nisto, por ter assistido a tantos "milagres" de transformação com base na alteração das palavras, que estou disposto a afirmar que SE MUDARES AS TUAS PALAVRAS... MUDAS A TUA VIDA!
Abraço neuroestratégico!
PS Em breve lanço novidades sobre uma forma simples e acessível de aprender estas técnicas. Fica atent@!
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
O Evento Emocionalmente Significativo
Em várias abordagens terapêuticas se fala do evento emocionalmente significativo (EES): um evento externo associado a uma grande carga emocional, que fica impresso na nossa neurologia de forma (potencialmente) permanente.
Provavelmente já experienciou centenas ou milhares destes EES, são as suas memórias mais fortes e em que fez aprendizagens quase instantâneas. As zonas do cérebro encarregues de "catalogar" as memórias, recebendo a forte descarga emocional como um sinal de importância, imediatamente se encarregam de extrair aprendizagens/regras do evento para assim poderem prever/preparar/evitar situações semelhantes no futuro.
Vários cientistas acreditam que é desta forma (através de EESs) que muitas das nossas crenças são criadas, incluindo as que têm forte ligação ao medo, como as fobias.
Uma das estratégias que terapeutas, coaches e palestrantes utilizam para ajudar pessoas a mudarem os seus mapas de crenças é a fabricação de EESs, através de exercícios, recordações, visualizações, etc. Se efetuados com uma técnica adequada, estes processos podem de facto produzir níveis emocionais poderosos e ajudar à criação de oportunidades de mudança.
Claro que o leitor pode ter intuído já que estes processos são na essência semelhantes aos processos de manipulação tantas vezes utilizados por ditadores políticos e religiosos, gurus ambiciosos, organizações empresariais orientadas para a venda a qualquer preço, etc.
Antes de me entregar pessoalmente a um exercício, envolver numa palestra ou mergulhar num livro de alguém em relação a quem não tenho ainda referências de congruência pessoal (viver aquilo que se diz) ativo os meus filtros protetores (que é como quem diz, deixo os meus centros de pensamento cético em forte movimento).
Há um conjunto alargado de pessoas (em Portugal e no estrangeiro) com quem entro convictamente em processos de criação de EESs. Com outras... não! Até porque criar um EES, sem ter uma estrutura sólida e inteligente de aprendizagem/crescimento pessoal para apresentar é simplesmente... perigoso! E, infelizmente, conheço várias pessoas que ficam à deriva depois de processos destes...
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domingo, 7 de agosto de 2011
O Coaching: Toda a "Verdade"
Cada vez mais referências, notícias, livros e cursos indicam que o Coaching é uma atividade cada vez mais comum. Há quem lhe chame um fenómeno da moda, há quem lhe atribua efeitos mágicos, há quem o utilize no desporto, nos negócios, nas relações, na espiritualidade, na perda de peso, para alterar hábitos...
Afinal, o que é o Coaching?
Hoje, muito mais do que procurar descrições consensuais, vou escrever sobre a minha versão pessoal do que é o Coaching.
Para mim, Coaching é, antes de mais, um PROCESSO! Como qualquer processo merecer ter um ponto de partida e um ponto de chegada. Em Coaching chamam-se muitas vezes a estes pontos... A e B.
A: Onde está?
B: Para onde quer ir?
Para muitos "coachees" (clientes ou pessoas que usufruem da ajuda de um coach) descobrir o ponto A é fantástico, determinar o ponto B é mágico.
Saber onde estamos é como tirar uma fotografia altamente detalhada à nossa vida. Uma daquelas fotos com tanta definição que podemos fazer zoom muitas vezes mantendo a qualidade da imagem. Pode ser um fenómeno fascinante mergulharmos na nossa própria vida a partir de um ponto de vista emocionalmente neutro. A ajuda do coach pode ser fundamental neste processo.
Saber para onde queremos ir é como retirar da nossa face uns velhos óculos com graduação desadequada, sujos e embaciados. É trazer clareza ao nosso dia-a-dia e às nossas escolhas. Definir objetivos é uma competência de valor inigualável a que muitas pessoas fogem (por desconhecimento, por receio ou simplesmente por falta de disciplina). Quando o ponto B se torna conhecido, a MAGIA pode começar a acontecer, pois torna-se possível alinhar o comportamento com os resultados esperados. Novamente, o coach ou um bom método (como SPIDER, que descrevo com pormenor no livro "SPIDER - Como Definir Objectivos Irresistíveis") podem ser essenciais.
Depois, Coaching é CONGRUÊNCIA! O Coach procurar alinhar o comportamento do coachee com aquilo que ele quer, alinhar comunicação verbal e não verbal, eliminar desintegração de partes e dissonâncias cognitivas, suavizar dilemas. Para o fazer, nada como começar por praticar a sua própria congruência. Quando procuro um coach para me ajudar em momentos e desafios específicos da minha vida, percebo o quanto é importante encontrar alguém que seja congruente, que esteja envolvido em processos eficientes de transformação pessoal, rumo ao próximo nível! Com frequência encontro coaches profissionais, com poderosas intenções positivas e... com pouca congruência! Sem coragem ou consciência para melhorarem os seus próprios resultados... ficam com pouca margem para promover resultados nos outros. Se não conseguem observar os seus resultados e processos pessoais como poderão facilitar os de outros?
E, finalmente... coaching é FLEXIBILIDADE! Partir de modelos fechados, sessões padronizadas, perguntas preparadas, guiões... é coaching de fraca eficiência. Um coach principiante pode utilizar estes métodos, desde que tenha consciência de que está a estudar e preparar-se para mais tarde os deixar. Se o coach se sente inseguro ou pouco confiante em relação à sua capacidade de SER coach sem estas ferramentas de apoio padronizadas, então há que trabalhar na gestão do seu próprio estado e da construção de uma poderosa ligação de confiança com o seu inconsciente... ou então pouco percebeu do processo de Coaching!
Acredito nos mais altos padrões de Coaching conforme definidos por pessoas como John Grinder (co-fundador da Programação Neuro Linguística). Observo diariamente muitas outras "formas" de Coaching que talvez pudessem ser chamadas de mentoring, consultoria, terapia ou ajuda.
Para ser sincero, quando estou perante alguém que consigo ajudar através de um processo de Coaching, preocupo-me muito pouco com as questões atrás descritas. E nem sempre lhe chamo Coaching. Às vezes chamo-lhe apenas "disponibilização dos meus recursos pessoais ao serviço de outros"...
Afinal, o que é o Coaching?
Hoje, muito mais do que procurar descrições consensuais, vou escrever sobre a minha versão pessoal do que é o Coaching.
Para mim, Coaching é, antes de mais, um PROCESSO! Como qualquer processo merecer ter um ponto de partida e um ponto de chegada. Em Coaching chamam-se muitas vezes a estes pontos... A e B.
A: Onde está?
B: Para onde quer ir?
Para muitos "coachees" (clientes ou pessoas que usufruem da ajuda de um coach) descobrir o ponto A é fantástico, determinar o ponto B é mágico.
Saber onde estamos é como tirar uma fotografia altamente detalhada à nossa vida. Uma daquelas fotos com tanta definição que podemos fazer zoom muitas vezes mantendo a qualidade da imagem. Pode ser um fenómeno fascinante mergulharmos na nossa própria vida a partir de um ponto de vista emocionalmente neutro. A ajuda do coach pode ser fundamental neste processo.
Saber para onde queremos ir é como retirar da nossa face uns velhos óculos com graduação desadequada, sujos e embaciados. É trazer clareza ao nosso dia-a-dia e às nossas escolhas. Definir objetivos é uma competência de valor inigualável a que muitas pessoas fogem (por desconhecimento, por receio ou simplesmente por falta de disciplina). Quando o ponto B se torna conhecido, a MAGIA pode começar a acontecer, pois torna-se possível alinhar o comportamento com os resultados esperados. Novamente, o coach ou um bom método (como SPIDER, que descrevo com pormenor no livro "SPIDER - Como Definir Objectivos Irresistíveis") podem ser essenciais.
Depois, Coaching é CONGRUÊNCIA! O Coach procurar alinhar o comportamento do coachee com aquilo que ele quer, alinhar comunicação verbal e não verbal, eliminar desintegração de partes e dissonâncias cognitivas, suavizar dilemas. Para o fazer, nada como começar por praticar a sua própria congruência. Quando procuro um coach para me ajudar em momentos e desafios específicos da minha vida, percebo o quanto é importante encontrar alguém que seja congruente, que esteja envolvido em processos eficientes de transformação pessoal, rumo ao próximo nível! Com frequência encontro coaches profissionais, com poderosas intenções positivas e... com pouca congruência! Sem coragem ou consciência para melhorarem os seus próprios resultados... ficam com pouca margem para promover resultados nos outros. Se não conseguem observar os seus resultados e processos pessoais como poderão facilitar os de outros?
E, finalmente... coaching é FLEXIBILIDADE! Partir de modelos fechados, sessões padronizadas, perguntas preparadas, guiões... é coaching de fraca eficiência. Um coach principiante pode utilizar estes métodos, desde que tenha consciência de que está a estudar e preparar-se para mais tarde os deixar. Se o coach se sente inseguro ou pouco confiante em relação à sua capacidade de SER coach sem estas ferramentas de apoio padronizadas, então há que trabalhar na gestão do seu próprio estado e da construção de uma poderosa ligação de confiança com o seu inconsciente... ou então pouco percebeu do processo de Coaching!
Acredito nos mais altos padrões de Coaching conforme definidos por pessoas como John Grinder (co-fundador da Programação Neuro Linguística). Observo diariamente muitas outras "formas" de Coaching que talvez pudessem ser chamadas de mentoring, consultoria, terapia ou ajuda.
Para ser sincero, quando estou perante alguém que consigo ajudar através de um processo de Coaching, preocupo-me muito pouco com as questões atrás descritas. E nem sempre lhe chamo Coaching. Às vezes chamo-lhe apenas "disponibilização dos meus recursos pessoais ao serviço de outros"...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Que importância isto tem?
Que importância tem correr?
Ou cozinhar?
Ou pintar?
Ou trabalhar?
Ou fazer amor?
Ou brincar?
Aparentemente, cada uma das nossas actividades tem a importância que decidimos dar-lhe! Fico regularmente maravilhado com este pequeno pedaço de conhecimento, a que chamo mesmo de sabedoria por ter o dom de transformar a vida de quem o decide utilizar.
É que quando aceitamos brincar com a ideia de sermos nós a atribuir o significado às coisas ganhamos poder instantâneo sobre as nossas representações internas da realidade.
Ganhamos a capacidade de alterar a nosso bel prazer o algoritmo que permite ao nosso sistema classificar numa escala de importância os eventos externos e internos!
Quer isto dizer que podemos simplesmente "sacudir" a importância das coisas que não nos agradem ou favoreçam emocionalmente? Talvez seja ligeiramente mais complexo, caro leitor do Neuroestratégia. É que o sistema que se prepara para alterar a importância dada a um certo evento... é o mesmo que produziu a importância dada anteriormente... E aqui reside o ponto central da mudança humana. Quem muda abdica de uma regra em favor temporário de outra.
E é precisamente por isso que me deixo maravilhar pela mudança no ser humano (e, antes de mais, pela mudança em mim). Agora, que importância tem a mudança? Hora de voltar ao início deste texto!
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sábado, 30 de julho de 2011
O Projeto está a chegar!
Desde que me envolvi com questões de desenvolvimento pessoal (continuo a usar esta expressão, apesar de ser profundamente engraçado compartimentar "algumas" questões como sendo de desenvolvimento pessoal e "outras" - não menos interessantes - como sendo... outro tipo de desenvolvimento?!) que tenho pensado na melhor maneira de fazer chegar a um número elevado de pessoas oportunidades como aquelas que, por acaso ou busca intencional, tiveram forte impacto na minha vida.
Eis alguns pensamentos sobre isso...
1) Determinado tipo de conhecimento faz sentido para cada um... no momento em que faz sentido! (esta é uma expressão tipicamente New Age e, para mim, tem feito sentido! no fundo é dizer que há coisas que não têm importância num momento e podem ganhar súbito interesse num outro contexto ou prisma)
2) Nem sempre sei o que vai fazer a diferença! Às vezes encontro pessoas anos após uma interacção (palestra, formação, livro) e que me relatam como os mais variados inputs foram diferenciadores. Da pessoa que releu "O Mágico Que Não Acreditava Em Magia" três vezes numa semana, a quem pensa ainda numa curta frase partilhada numa palestra em 2008 ou quem disse não gostar inicialmente de uma formação para concluir um ano mais tarde que aquele momento havia mudado a sua vida e a da sua família para melhor!
3) A estrutura é mais importante do que o conteúdo! O foco do meu trabalho é na estrutura (no nível lógico mais alto da informação... para quem tem os modelos de Gregory Bateson e John Grinder como familiares percebe talvez do que falo) para desta forma poder servir todas as pessoas independentemente do contexto e dos seus conteúdos (a sua vida!) Numa recente entrevista perguntava-me uma jornalista se é possível entregar uma palestra para 2500 pessoas (foi após o LIFE Energy do Coliseu do Porto) que seja significativa para todos. A minha resposta foi... "Sim"! O segredo está na estrutura ;-)
Bem, todos estes pensamentos me levaram, juntamente com a equipa da LIFE Training, até ao projeto que vamos lançar em breve em Portugal (primeiro) e no Mundo (depois). Estejam atentos e passem palavra aos vossos amigos para manterem um olho neste blogue e na minha página do Facebook, pois as novidades estão para breve!
Eis alguns pensamentos sobre isso...
1) Determinado tipo de conhecimento faz sentido para cada um... no momento em que faz sentido! (esta é uma expressão tipicamente New Age e, para mim, tem feito sentido! no fundo é dizer que há coisas que não têm importância num momento e podem ganhar súbito interesse num outro contexto ou prisma)
2) Nem sempre sei o que vai fazer a diferença! Às vezes encontro pessoas anos após uma interacção (palestra, formação, livro) e que me relatam como os mais variados inputs foram diferenciadores. Da pessoa que releu "O Mágico Que Não Acreditava Em Magia" três vezes numa semana, a quem pensa ainda numa curta frase partilhada numa palestra em 2008 ou quem disse não gostar inicialmente de uma formação para concluir um ano mais tarde que aquele momento havia mudado a sua vida e a da sua família para melhor!
3) A estrutura é mais importante do que o conteúdo! O foco do meu trabalho é na estrutura (no nível lógico mais alto da informação... para quem tem os modelos de Gregory Bateson e John Grinder como familiares percebe talvez do que falo) para desta forma poder servir todas as pessoas independentemente do contexto e dos seus conteúdos (a sua vida!) Numa recente entrevista perguntava-me uma jornalista se é possível entregar uma palestra para 2500 pessoas (foi após o LIFE Energy do Coliseu do Porto) que seja significativa para todos. A minha resposta foi... "Sim"! O segredo está na estrutura ;-)
Bem, todos estes pensamentos me levaram, juntamente com a equipa da LIFE Training, até ao projeto que vamos lançar em breve em Portugal (primeiro) e no Mundo (depois). Estejam atentos e passem palavra aos vossos amigos para manterem um olho neste blogue e na minha página do Facebook, pois as novidades estão para breve!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
As Nações Unidas focam-se na felicidade! E nós?
No dia 19 de Julho, a Assembleia Geral das Nações Unidas emitiu um apelo a todos os países representados para que possam dar mais passos privilegiando a felicidade e o bem-estar dos seus habitantes na medição do desenvolvimento social e económico.
Acredito que a maior parte das pessoas terá a ideia (mais ou menos consciente) de que o crescimento económico não é tudo (e, frequentemente, nem sequer o mais importante). Ainda assim, ao longo dos últimos anos onde tem estado o nosso foco colectivo? (se é que o foco colectivo existe, talvez seja melhor falar do foco da maior parte dos media, do foco da maior parte dos partidos políticos, do foco da maior parte dos sindicatos, etc)
Taxa de crescimento do PIB
Taxa de juro
Taxa de inflação
Dívida soberana
etc, etc, etc
E, na minha experiência pessoal como coach e trainer continuo a encontrar diariamente pessoas que aquilo que realmente procuram é sentirem-se bem consigo próprias, sentirem-se bem com as pessoas de quem gostam, sentirem-se valorizadas e reconhecidas, sentirem-se estimuladas e apaixonadas, sentirem que estão a crescer e a aprender.
Será então que é possível ter crescimento económico negativo e, mesmo assim, sentirmo-nos melhor?
E ter crescimento económico positivo e, mesmo assim, sentirmo-nos pior?
Perguntem a alguém que, tendo sido aumentado no trabalho, perdeu um familiar querido.
Perguntem a alguém que, tendo sido despedido, reatou uma relação como amor da sua vida.
Perguntem a alguém que, tendo agora um carro maior e mais potente, discutiu com um amigo de longa data.
Claro que o ideal parece ter... o melhor dos dois mundos: crescer economicamente e crescer emocionalmente! Quando não conseguimos focar simultaneamente nas duas coisas, por qual optar?
As Nações Unidas deram um passo muito interessante, acredito eu, ao escrever nesta resolução que "a busca da felicidade é um objetivo humano fundamental"!
Acredito que a maior parte das pessoas terá a ideia (mais ou menos consciente) de que o crescimento económico não é tudo (e, frequentemente, nem sequer o mais importante). Ainda assim, ao longo dos últimos anos onde tem estado o nosso foco colectivo? (se é que o foco colectivo existe, talvez seja melhor falar do foco da maior parte dos media, do foco da maior parte dos partidos políticos, do foco da maior parte dos sindicatos, etc)
Taxa de crescimento do PIB
Taxa de juro
Taxa de inflação
Dívida soberana
etc, etc, etc
E, na minha experiência pessoal como coach e trainer continuo a encontrar diariamente pessoas que aquilo que realmente procuram é sentirem-se bem consigo próprias, sentirem-se bem com as pessoas de quem gostam, sentirem-se valorizadas e reconhecidas, sentirem-se estimuladas e apaixonadas, sentirem que estão a crescer e a aprender.
Será então que é possível ter crescimento económico negativo e, mesmo assim, sentirmo-nos melhor?
E ter crescimento económico positivo e, mesmo assim, sentirmo-nos pior?
Perguntem a alguém que, tendo sido aumentado no trabalho, perdeu um familiar querido.
Perguntem a alguém que, tendo sido despedido, reatou uma relação como amor da sua vida.
Perguntem a alguém que, tendo agora um carro maior e mais potente, discutiu com um amigo de longa data.
Claro que o ideal parece ter... o melhor dos dois mundos: crescer economicamente e crescer emocionalmente! Quando não conseguimos focar simultaneamente nas duas coisas, por qual optar?
As Nações Unidas deram um passo muito interessante, acredito eu, ao escrever nesta resolução que "a busca da felicidade é um objetivo humano fundamental"!
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terça-feira, 19 de julho de 2011
O Assassino de Cachorrinhos
Ouvi várias vezes da boca do Steve Linder esta provocação (aqui recriada pelas minhas próprias palavras):
-Se alguém na rua te chamar de "assassino de cachorrinhos", o que fazes? Provavelmente não ligas muito, perguntas-te se haverá algum problema com aquela pessoa. Talvez olhes à volta para ter a certeza que o impropério é mesmo dirigido a ti. Talvez exclames um "ah?!" e segues com a tua vida.
-Então e se alguém disser que "és um grande chato" ou "às vezes és mesmo mal humorado" ou "não mereces o salário que ganhas" ou "és sempre a mesma coisa" ou até ainda "és um palhaço". Talvez te sintas insultado ou atacado. Talvez peças esclarecimentos ou te procures defender.
Qual a diferença entre o "assassino de cachorrinhos" e os outros ataques? É que o primeiro em princípio não ressoará dentro de ti (se por outro lado assassinaste mesmo cachorrinhos, então a reacção será outra...). Não encontrarás, em nenhuma parte do teu sistema, informação que possa suportar tal acusação. E esta é a razão pela qual terás dificuldade em sentir emoções negativas como consequência destas palavras.
Agora, quando recebes algum dos outros ataques, talvez consigas encontrar alguma parte de ti que se auto identifica com esses rótulos! E, como não gostas deles, sentes emoções negativas e contra-atacas. (Estou a especular, claro...)
Se aquilo que escrevi fez algum sentido para ti, então uma boa estratégia é, na próxima vez, em que te sentires atacado... parar, verificar as emoções e deixá-las partir acompanhadas da pergunta "de que forma posso aprender com a forma como me senti depois de ouvir estas palavras e o que estou disposto a alterar para me sentir mais alinhado e congruente?"
Dá que pensar, não dá?
PS Uma vez chamaram-me egoísta e fiquei possuído. Quando me acalmei e abandonei o longo rol de explicações em que me tinha embrenhado... reconheci que o meu comportamento poderia facilmente ser lido como egoísta. E passei a pensar no que poderia fazer para EU me sentir menos egoísta. Quanto à outra pessoa, agradeci-lhe internamente por ter partilhado aquilo que achava em relação à situação. (Consigo fazer SEMPRE isto? Ainda não...)
-Se alguém na rua te chamar de "assassino de cachorrinhos", o que fazes? Provavelmente não ligas muito, perguntas-te se haverá algum problema com aquela pessoa. Talvez olhes à volta para ter a certeza que o impropério é mesmo dirigido a ti. Talvez exclames um "ah?!" e segues com a tua vida.
-Então e se alguém disser que "és um grande chato" ou "às vezes és mesmo mal humorado" ou "não mereces o salário que ganhas" ou "és sempre a mesma coisa" ou até ainda "és um palhaço". Talvez te sintas insultado ou atacado. Talvez peças esclarecimentos ou te procures defender.
Qual a diferença entre o "assassino de cachorrinhos" e os outros ataques? É que o primeiro em princípio não ressoará dentro de ti (se por outro lado assassinaste mesmo cachorrinhos, então a reacção será outra...). Não encontrarás, em nenhuma parte do teu sistema, informação que possa suportar tal acusação. E esta é a razão pela qual terás dificuldade em sentir emoções negativas como consequência destas palavras.
Agora, quando recebes algum dos outros ataques, talvez consigas encontrar alguma parte de ti que se auto identifica com esses rótulos! E, como não gostas deles, sentes emoções negativas e contra-atacas. (Estou a especular, claro...)
Se aquilo que escrevi fez algum sentido para ti, então uma boa estratégia é, na próxima vez, em que te sentires atacado... parar, verificar as emoções e deixá-las partir acompanhadas da pergunta "de que forma posso aprender com a forma como me senti depois de ouvir estas palavras e o que estou disposto a alterar para me sentir mais alinhado e congruente?"
Dá que pensar, não dá?
PS Uma vez chamaram-me egoísta e fiquei possuído. Quando me acalmei e abandonei o longo rol de explicações em que me tinha embrenhado... reconheci que o meu comportamento poderia facilmente ser lido como egoísta. E passei a pensar no que poderia fazer para EU me sentir menos egoísta. Quanto à outra pessoa, agradeci-lhe internamente por ter partilhado aquilo que achava em relação à situação. (Consigo fazer SEMPRE isto? Ainda não...)
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
Futebol... No feminino!
Ontem assisti quase integralmente à final do Campeonato Mundial Feminino de Futebol. Japão e Estados Unidos deram aquilo a que se costuma chamar... Um show de bola! Emoção ao limite, técnica apurada, entrega e dedicação. Quem gosta de futebol ficou com as medidas cheias.
O que mais me impressionou, porém, foi a atitude do treinador nipónico. Depois de duas horas de jogo, com um empate a 2-2, ficou determinado que o novo campeão mundial seria encontrado através do desempate por marcação de grandes penalidades. A tensão aumentava... O treinador japonês juntou todas as atletas e restantes membros da equipa técnica numa grande roda, colocou-se no centro... Deu algumas instruções rápidas, que pareceram sobretudo palavras de incentivo e depois... Riu, riu... Como quem diz, chegamos à final do Mundial, levamos o jogo até aos penaltis, jogamos e encantamos... A equipa sorriu e riu com ele.
Minutos depois assistimos ao semblante carregado das americanas (que no tempo regulamentar, primeiro, e no prolongamento, depois, por duas vezes tinham estado literalmente a minutos do título) enquanto falhavam três das quatro penalidades. As japonesas, bem mais descontraídas, ultrapassavam a estrela Hope Solo na baliza americana e faziam história!
Minutos depois, na Copa América, a equipa masculina do Brasil, carregando a obrigação de vencer... Era eliminada nos penaltis pelo Paraguai, depois de falhar quatro em quatro penaltis. Talvez se tivessem investido alguns segundos a rir pudessem ter usado o Poder da Fisiologia para alterarem o seu estado emocional e entrado num estado de alta performance!
O que mais me impressionou, porém, foi a atitude do treinador nipónico. Depois de duas horas de jogo, com um empate a 2-2, ficou determinado que o novo campeão mundial seria encontrado através do desempate por marcação de grandes penalidades. A tensão aumentava... O treinador japonês juntou todas as atletas e restantes membros da equipa técnica numa grande roda, colocou-se no centro... Deu algumas instruções rápidas, que pareceram sobretudo palavras de incentivo e depois... Riu, riu... Como quem diz, chegamos à final do Mundial, levamos o jogo até aos penaltis, jogamos e encantamos... A equipa sorriu e riu com ele.
Minutos depois assistimos ao semblante carregado das americanas (que no tempo regulamentar, primeiro, e no prolongamento, depois, por duas vezes tinham estado literalmente a minutos do título) enquanto falhavam três das quatro penalidades. As japonesas, bem mais descontraídas, ultrapassavam a estrela Hope Solo na baliza americana e faziam história!
Minutos depois, na Copa América, a equipa masculina do Brasil, carregando a obrigação de vencer... Era eliminada nos penaltis pelo Paraguai, depois de falhar quatro em quatro penaltis. Talvez se tivessem investido alguns segundos a rir pudessem ter usado o Poder da Fisiologia para alterarem o seu estado emocional e entrado num estado de alta performance!
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domingo, 17 de julho de 2011
Propósito de Vida
Durante muitos anos (muitos mesmo) o meu pai recolheu em segredo guardanapos usados por um dos seus amigos. O amigo era especial (o Mestre José Rodrigues, um dos mais prestigiados escultores do século XX, com obras de referência em muitas cidades deste país, Angola, Estados Unidos e Macau) e a utilização que ele dava aos guardanapos... também. Entre duas garfadas e dois dedos de conversa, aproveitava o Mestre para rabiscar lindos esboços das peças de arte que, a cada altura, povoavam o seu pensamento.
Foram mais de 500 os guardanapos e toalhas de mesa que o meu pai recolheu, com abnegação e amizade. Agora, passados muitos anos sobre o início deste projecto inconsciente, foram reunidos numa espectacular exposição os melhores exemplares!
Imaginem a expressão do artista, sem saber do projecto (nem o da exposição nem o da recolha)... Foi um momento intenso e... belo! Das bocas do Mestre sairam as palavras "Ainda bem que vivi para assistir a este momento".
O meu pai deu-me (deu-nos?) um excelente exemplo daa utilização do método LIFE:
Ligação ao Propósito: homenagear um amigo e companheiro
Intenção: Recolher todos os guardanapos e rascunhos
Foco: Anos e anos com o propósito e a intenção bem presentes
Escolha: Acção, acção, acção
Fez acontecer, vivenciou um dos seus propósitos. Sentiu-se natualmente feliz e eu senti-me inspirado por estar lá para assistir.
Independentemente do seu propósito, que bons exemplos tem (seus ou de outras pessoas) que nos possam inspirar a ser e fazer mais? Obrigado pela partilha!
Foram mais de 500 os guardanapos e toalhas de mesa que o meu pai recolheu, com abnegação e amizade. Agora, passados muitos anos sobre o início deste projecto inconsciente, foram reunidos numa espectacular exposição os melhores exemplares!
Imaginem a expressão do artista, sem saber do projecto (nem o da exposição nem o da recolha)... Foi um momento intenso e... belo! Das bocas do Mestre sairam as palavras "Ainda bem que vivi para assistir a este momento".
O meu pai deu-me (deu-nos?) um excelente exemplo daa utilização do método LIFE:
Ligação ao Propósito: homenagear um amigo e companheiro
Intenção: Recolher todos os guardanapos e rascunhos
Foco: Anos e anos com o propósito e a intenção bem presentes
Escolha: Acção, acção, acção
Fez acontecer, vivenciou um dos seus propósitos. Sentiu-se natualmente feliz e eu senti-me inspirado por estar lá para assistir.
Independentemente do seu propósito, que bons exemplos tem (seus ou de outras pessoas) que nos possam inspirar a ser e fazer mais? Obrigado pela partilha!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Inteligência e Saúde
Na literatura cientifica é comum designar por "g" a inteligência. Não se trata aqui de uma inteligência específica (como a lógica-matemática, a linguística ou a motora) e sim a inteligência "geral" (ou utilizando uma palavra de que gosto... a inteligência "transcontextual").
Li hoje com atenção uma série de estudos (de investigadores de reputadas universidades nos Estados Unidos e Suécia) que mostravam claras correlações estatísticas entre a tal inteligência "g" e o nível de saúde mental e física.
Em palavras simples, os testes de inteligência realizados a crianças em idade escolar (tipicamente, 10-11 anos) permitem determinar que crianças mais "inteligentes" têm:
* menor probabilidade de vir a sofrer de perturbações mentais
* menor probabilidade de virem a sofrer de doenças físicas originadas em fracas escolhas comportamentais
* menor probabilidade de virem a sofrer de acidentes físicos (como de viação, p.ex.)
* menor probabilidade de virem a ser vítimas de assaltos e outras formas de violência
Os investigadores apontam uma série de razões para estas ligações.
Qual acha ser o mecanismo principal que explica este conjunto de evidências?
Obrigado por partilhar a sua opinião!
Li hoje com atenção uma série de estudos (de investigadores de reputadas universidades nos Estados Unidos e Suécia) que mostravam claras correlações estatísticas entre a tal inteligência "g" e o nível de saúde mental e física.
Em palavras simples, os testes de inteligência realizados a crianças em idade escolar (tipicamente, 10-11 anos) permitem determinar que crianças mais "inteligentes" têm:
* menor probabilidade de vir a sofrer de perturbações mentais
* menor probabilidade de virem a sofrer de doenças físicas originadas em fracas escolhas comportamentais
* menor probabilidade de virem a sofrer de acidentes físicos (como de viação, p.ex.)
* menor probabilidade de virem a ser vítimas de assaltos e outras formas de violência
Os investigadores apontam uma série de razões para estas ligações.
Qual acha ser o mecanismo principal que explica este conjunto de evidências?
Obrigado por partilhar a sua opinião!
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
A Mudança Está no Detalhe
Onde devemos passar a nossa vida? Mergulhados na abstração ou na especificidade? Na "Lua" ou na "Terra"?
Aqui ficam 4 caminhos, espero que possam ser úteis!
1) Só, só, só... na abstração. É o caminho da meditação, da imaginação, do ser... não sendo! É um caminho considerado muito profundo por quem o segue. É um caminho que não necessita (e até despreza) da ação. É um caminho de palavras grandes e abstractas, recheado de conceitos vagos.
2) Só, só, só... na especificidade. É o caminho da sobrevalorização dos estímulos sensoriais. É o caminho da ausência de reflexão e da presença pura da reação. É o caminho mais terreno e animal. É o caminho da ligação à herança genética da espécie. É um caminho que não necessita (e até despreza) de pensamento reflexivo ou meta cognição.
3) Especificidade primeiro, abstração depois. É o caminho do envolvimento total na "realidade", da interacção com "aquilo que é". Para depois pensar, meditar, estudar o que aconteceu e procurar generalizações ou regras. Para depois poder partir novamente para a especificidade, para a prática.
4) Abstração primeiro, especificidade depois. É o caminho da acção deliberada, da actividade planeada, do fazer com propósito. Primeiro a instrospeção, a construção da visão e depois o agir concertadamente. Para depois poder medir resultados e voltar à abstração!
De acordo com a minha experiência, as duas últimas abordagens tendem a ser mais ricas, pois permitem aprendizagem multidimensional! De qualquer das formas, a mudança apenas parece acontecer quando há uma ligação estruturada à especificidade. Que é como quem diz, o ser humano muda... quando age! Se agir orientado pela intenção deliberada, tanto melhor!
Tanto se fala em mudança nos dias que correm que voltei a ligar-me de forma intensa ao Método LIFE, que esteve na origem da criação do projeto LIFE Training, e sobre o qual já devo ter produzido mais de um milhar de aplicações!
Ligação ao Propósito
+ Intenção
+ Foco
+ Escolha
= LIFE
Em breve vamos colocar online um teste/diagnóstico dos níveis de activação pessoal das 4 características do Método. Para que qualquer pessoa possa ganhar mais consciência sobre o que pode fazer para mudar... para melhor!
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quarta-feira, 6 de julho de 2011
Quando a Política é Dominada pelas Finanças
Há algumas décadas começou-se a falar das duas "metades" do nosso cérebro e foi-se fazendo um mapeamento funcional que parecia indicar que o lado esquerdo do cérebro albergaria as funções mais racionais e lógicas, ao passo que o lado direito teria funções mais "emocionais". Descreveram-se (e escreveram-se) longos tratados sobre "o cérebro direito e o cérebro esquerdo". Ainda hoje muitos autores fazem referência a esta divisão funcional.
À luz da investigação mais recente, podemos talvez considerar esta partição mais uma metáfora do que outra coisa. Ainda assim, em alguns momentos a metáfora é de grande utilidade: lógico vs sentimental, mental vs emocional...
Tudo isto a propósito do interesse debate que tem atravessado a nossa sociedade nas últimas semanas e meses. O que fazer face à situação económica do país? E a situação é mesmo económica ou é política?
A Política é "cérebro direito ou esquerdo"? A mim parece-me mais sentimental e emocional, assente em opções (nem sempre baseadas em lógica...), valores pessoais e crenças!
E as Finanças? A mim parecem-me claramente do foro lógico, certo?
Há algumas semanas, ouvi o ex-presidente Mário Soares dizer que a situação actual derivava do caminho seguido pela Europa nos últimos anos, com os Financeiros a dizerem aos Políticos o que dizer. Soares afirmava que, na sua opinião, teriam que ser os Políticos a dizer o que fazer aos Financeiros! Que é como quem diz, deveria ser o Cérebro Emocional a dar inputs ao Cérebro Racional... A mim pareceu-me bem!
Desafio-o, caro leitor, a olhar para a situação económica desta forma, questionando aquilo que nos são apresentadas como supostas regras de eficiência económica e de mercado e considerando a possibilidade de a Política (que também considera a Emoção, a Paixão e, porque não, o Amor) tomar as rédeas da situação.
Como Economista, fiquei muito satisfeito quando há uns dias a minha mãe me mostrou um pequeno livro, publicado em França, com um manifesto subscrito por 640 dos mais brilhantes economistas franceses em que são postas em causa as actuais "regras financeiras" da Europa! Para ler e saborear!
Pareceu-me um grande exemplo de COLABORAÇÃO entre dos dois "hemisférios cerebrais"!
À luz da investigação mais recente, podemos talvez considerar esta partição mais uma metáfora do que outra coisa. Ainda assim, em alguns momentos a metáfora é de grande utilidade: lógico vs sentimental, mental vs emocional...
Tudo isto a propósito do interesse debate que tem atravessado a nossa sociedade nas últimas semanas e meses. O que fazer face à situação económica do país? E a situação é mesmo económica ou é política?
A Política é "cérebro direito ou esquerdo"? A mim parece-me mais sentimental e emocional, assente em opções (nem sempre baseadas em lógica...), valores pessoais e crenças!
E as Finanças? A mim parecem-me claramente do foro lógico, certo?
Há algumas semanas, ouvi o ex-presidente Mário Soares dizer que a situação actual derivava do caminho seguido pela Europa nos últimos anos, com os Financeiros a dizerem aos Políticos o que dizer. Soares afirmava que, na sua opinião, teriam que ser os Políticos a dizer o que fazer aos Financeiros! Que é como quem diz, deveria ser o Cérebro Emocional a dar inputs ao Cérebro Racional... A mim pareceu-me bem!
Desafio-o, caro leitor, a olhar para a situação económica desta forma, questionando aquilo que nos são apresentadas como supostas regras de eficiência económica e de mercado e considerando a possibilidade de a Política (que também considera a Emoção, a Paixão e, porque não, o Amor) tomar as rédeas da situação.
Como Economista, fiquei muito satisfeito quando há uns dias a minha mãe me mostrou um pequeno livro, publicado em França, com um manifesto subscrito por 640 dos mais brilhantes economistas franceses em que são postas em causa as actuais "regras financeiras" da Europa! Para ler e saborear!
Pareceu-me um grande exemplo de COLABORAÇÃO entre dos dois "hemisférios cerebrais"!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Como um Falso Guru Consegue Seguidores
Um realizador (Vikram Gandhi) decidiu realizar um documentário sobre gurus. Decidiu tornar-se num (o que teve sobre ele inesperados efeitos, pareceu-me) e apresentar-se disponível para recolher seguidores. Usando alguns lugares comuns (as posturas de meditação, cânticos e frases-chavão) conseguiu conectar-se de forma profunda com muitos seguidores em Phoenix, Arizona. Um dos principais objectivos deste documentário (segundo o realizador) era mostrar que qualquer um pode ser guru.
Podem ver o trailer deste documentário no link abaixo:
http://www.mindbendingvideos.com/how-a-fake-guru-gets-real-followers/
Parece-me uma excelente ponto de partida para uma discussão sobre o assunto. É um assunto que me interessa (principalmente depois da revista Exame me ter incluído na lista dos Novos Gurus Portugueses, lol), pelo que gostaria de obter os vossos comentários, caros leitores do blogue!
Podem ver o trailer deste documentário no link abaixo:
http://www.mindbendingvideos.com/how-a-fake-guru-gets-real-followers/
Parece-me uma excelente ponto de partida para uma discussão sobre o assunto. É um assunto que me interessa (principalmente depois da revista Exame me ter incluído na lista dos Novos Gurus Portugueses, lol), pelo que gostaria de obter os vossos comentários, caros leitores do blogue!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Um Desafio Ultra!
Ontem participei na Corrida da Serra da Freita (17kms) e tive a oportunidade de ver cortar a meta os dois vencedores do Ultra Trail (70km). Em pouco mais de nove horas de corrida superaram, para além dos 70kms do percurso, também os 4200 metros de desnível positivo acumulado. Fantástico! Apesar de pertencerem a clubes diferentes, cortaram a meta em simultâneo, como que num sinal de respeito depois de ultrapassada a "besta" montanha!
Recentemente fiz também a minha primeira Ultra (50kms na Serra de Sesimbra) e ganhei um respeito e admiração extraordinário pelas mulheres e homens que conseguem expôr-se desta forma aos elementos e chegar ao fim de provas que exigem o melhor de cada um a nível físico, mental, emocional e até espiritual.
Uma das coisas que me fascina é que o ultra corredor sabe, à partida, que durante a prova vai ter vontade de desistir, vai sofrer física e psicologicamente, vai ter dúvidas. E, mesmo assim, vai. Ou, talvez melhor ainda... por ser assim, vai!
Imagine por uns instantes como seria o mundo se mais pessoas transportassem este espírito ultra para diversas áreas da sua vida: um foco inabalável nos seus objectivos (a meta), uma atenção precisa ao caminho (os obstáculos que se atravessam perante o corredor sob várias formas e feitios) e uma disposição férrea de fazer o que for necessário para chegar ao final.
Por volta dos 5kms da minha prova de ontem, juntamente a um corredor de 67 anos, recém operado ao coração. Amante das corridas de montanha, dizia-me que o que interessa é rolar dentro da capacidade de cada um, abordar as intermináveis descidas e as agrestes subidas com determinação e, sobretudo, usufruir da paisagem e SER feliz e livre. Fechei os olhos por uns instantes, sorri e senti-me grato por estar ali a aprender e crescer!
Mega parabéns aos 130 valorosos aventureiros que terminaram a Ultra dentro do tempo limite de 17:30h. Estou a preparar-me para vos fazer companhia em 2012!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A Congruência
Tendo em conta que a Congruência é a capacidade de alinhar o que digo com o que faço, hoje pergunto-me...
"Quais as áreas da minha vida em que sou incongruente e ainda não me apercebi disso?"
Claro que consigo detectar várias incongruências e dedico algum do meu tempo mental a procurar eliminá-las (num processo a que gosto de chamar de... desenvolvimento pessoal!). E certamente existirão outras que, dentro dos limites do meu mapa mundo e da minha capacidade de percepção sensorial limitada, ainda não sei quais são!
Hipóteses:
a) pedir a ajuda de outras pessoas e perguntar: "ó pá, diz-me lá em que é que me achas incongruente?"
b) aprender a utilizar cada vez melhor a ferramenta de PNL "Posições Perceptuais", para expandir a capacidade de processamento de informação através de diferentes processos de filtragem (para quem quer saber mais sobre isto... bem, recomendo como habitualmente os cursos de PNL da LIFE Training), e assim melhorar a auto-observação e a observação da observação (a consciência!)
Dito isto, devo dizer que quando alguém me procura e me revela a vontade de se tornar formador/palestrante na área de desenvolvimento pessoal, costumo destacar a Congruência como a grande ferramenta a desenvolver. É que o formador de desenvolvimento pessoal expõe como poucos as suas crenças e o seu sistema de regras. Se depois não as conseguir cumprir... lá se vai a missão de inspirar e liderar! Nos últimos tempos tenho assistido a exemplos extraordinários de incongruência... o que me levou até à pergunta original deste post.
Vou continuar a reflectir... faça-o também e o mundo baterá palmas, pois a Congruência é um belo caminho para uma melhor e mais harmoniosa convivência entre todos!
"Quais as áreas da minha vida em que sou incongruente e ainda não me apercebi disso?"
Claro que consigo detectar várias incongruências e dedico algum do meu tempo mental a procurar eliminá-las (num processo a que gosto de chamar de... desenvolvimento pessoal!). E certamente existirão outras que, dentro dos limites do meu mapa mundo e da minha capacidade de percepção sensorial limitada, ainda não sei quais são!
Hipóteses:
a) pedir a ajuda de outras pessoas e perguntar: "ó pá, diz-me lá em que é que me achas incongruente?"
b) aprender a utilizar cada vez melhor a ferramenta de PNL "Posições Perceptuais", para expandir a capacidade de processamento de informação através de diferentes processos de filtragem (para quem quer saber mais sobre isto... bem, recomendo como habitualmente os cursos de PNL da LIFE Training), e assim melhorar a auto-observação e a observação da observação (a consciência!)
Dito isto, devo dizer que quando alguém me procura e me revela a vontade de se tornar formador/palestrante na área de desenvolvimento pessoal, costumo destacar a Congruência como a grande ferramenta a desenvolver. É que o formador de desenvolvimento pessoal expõe como poucos as suas crenças e o seu sistema de regras. Se depois não as conseguir cumprir... lá se vai a missão de inspirar e liderar! Nos últimos tempos tenho assistido a exemplos extraordinários de incongruência... o que me levou até à pergunta original deste post.
Vou continuar a reflectir... faça-o também e o mundo baterá palmas, pois a Congruência é um belo caminho para uma melhor e mais harmoniosa convivência entre todos!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
NeuroLiderança: Um Conceito Integral
A pedido de várias famílias, aqui fica uma breve definição do conceito de Neuroliderança, que tenho desenvolvido e aplicado no contexto empresarial (em algumas das maiores empresas do país) em conjunto com a equipa da LIFE Training.O que é a NeuroLiderança? É a capacidade instalada que todas as pessoas têm de assumirem intencionalmente as SUAS escolhas (nas várias áreas da sua vida) e criarem os SEUS resultados, disponibilizando os SEUS recursos de forma eficiente!
Consegue imaginar uma organização em que:
- os colaboradores possuem um propósito individual que está ligado ao propósito da organização?
- os colaboradores possuem fortes e bem estruturados objectivos, que são altamente motivadores para o próprio individuo?
- os colaboradores têm a capacidade de se manterem focados apenas e só naquilo que controlam e pode provocar melhorias nos resultados individuais e de equipa?
- os colaboradores têm a disponibilidade mental e emocional para assumirem as suas escolhas, comportando-se de forma deliberadamente eficiente?
Então consegue imaginar uma organização com altos níveis de NeuroLiderança!
Para que se consiga despertar num conjunto alargado de pessoas (do porteiro ao CEO) estas capacidades, é importante percepcionar o individuo de forma integral, desenvolvendo simultaneamente competências nas áreas:
Física: para que a saúde e a energia sejam os alicerces de um sistema poderoso (especialistas em nutrição e exercício físico colaboram com a LIFE Training para garantir aquilo que chamamos de... saúde para um eficiente desempenho empresarial)
Emocional: para que sejam desenvolvidas relações de sucesso e, sobretudo, para que o indivíduo possa gerar e gerir estados emocionais positivos e produtivos (neste processo, um poderoso resultado residual do programa é o estabelecimento de equipas mais motivadas e felizes!)
Mental: para que o conhecimento sobre o processo de comunicação interna e externa se torne um agente alavancador de resultados (tudo é comunicação, e a utilização da PNL - de que a LIFE Training é agente certificadora em Portugal da prestigiada escola internacional de John Grinder - é o meio por excelência para aumentar os níveis comunicacionais rumo a uma programação do sucesso!)
Financeira: para que os indivíduos possam aprender a relacionar-se com o dinheiro como uma importante energia intermediária que permite criar novos mundos e passe a ser uma fonte de emoções positivas - a abundância no lugar da escassez!
Espiritual: para que o indivíduo se possa ligar a um nível profundo à missão da organização, agarrando a construção da sua vida, assumindo assim a forma última de liderança... a Neuroliderança!
O que faria agora se já fosse um NeuroLíder? O que alteraria na sua vida? E na sua performance profissional?
Acredito profundamente que todos podemos ser líderes inspiradores das nossas vidas, das nossas famílias e das nossas empresas. Independentemente da nossa função, do nosso background, da nossa experiência, da nossa genética... Basta querer, aprender e... fazer!
Nos próximos posts revelo um pouco mais sobre as especificidades deste popular programa!
(Se gostaria de saber mais sobre a forma como a LIFE Training ajuda anualmente milhares de colaboradores de empresas a aprenderem, crescerem e expandirem os seus resultados, contacte Ricardo Ferreira através do email ricardo.ferreira@lifetraining.com.pt)
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