Desde que ouvi esta pergunta pela primeira vez, em 2007, que sinto a relevância profunda da minha comunicação - quando interajo com outra pessoa ou...
Afeto positivamente o seu estado emocional ou...
Infeto negativamente o seu estado emocional!
Percebes o poder que tens nas mãos sempre que comunicas? Afetas ou Infetas!
A maior parte das pessoas, quando questionada sobre a sua intenção, trazem para o seu consciente a vontade de afetar positivamente os contextos onde operam, motivar e entusiasmar os outros, liderar pela positiva, influenciar poderosamente os grupos com que trabalham, fazer magia e trazer encanto às vidas dos outros! Então... como fazem para que muitas vezes o efeito seja o contrário?
Aqui ficam alguns caminhos exploratórios!
1. Intenções por definir: começar a interação com o outro (a conversa, a reunião, a entrevista, o encontro) sem definir de forma clara e consciente qual a intenção positiva a materializar com a comunicação: disponibilizar, motivar, influenciar, oferecer, reconhecer, alegrar, etc - no fundo, Afetar!
2. Capacidade reduzida de comunicar eficazmente: por falta de treino ou desenvolvimento da capacidade de observação, ter dificuldade em materializar a intenção através do uso eficaz da comunicação. Para tal é necessário saber usar o corpo, a voz e as palavras para gerar um impacto positivo!
3. Flexibilidade reduzida: usar uma forma de comunicação habitualmente eficaz, precedida de intenções claras, não conseguir alcançar o resultado pretendido e... continuar a fazer o mesmo! Sem flexibilidade a afetação positiva só vai aparecer às vezes!
Depois de ter observado o impacto da pergunta Afetar ou Infetar pela primeira vez percebi que não existia espaço para a comunicação de impacto neutro. E isto criou em mim uma motivação extrema para explorar os caminhos atrás referidos.
É que se não conseguisse Afetar positivamente, isso queria dizer que estava a Infetar negativamente!
O estudo da Programação Neuro Linguística foi a estratégia de maior sucesso para trilhar estes maravilhosos caminhos. E começou a acontecer magia com mais frequência!
E tu, queres Afetar ou Infetar? E em que situações alcanças o teu objetivo?
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Afetar ou Infetar?
Etiquetas:
comunicação,
neurolinguística,
pnl
sábado, 22 de setembro de 2012
A parede! Volto para trás ou bato com a cabeça?
Ontem dei por mim a colocar-me uma pergunta que tantas vezes recebi de clientes de coaching ou participantes em formações de todo o género. É uma pergunta poderosa. Muito poderosa mesmo. Às vezes, é "a" pergunta. Observemos:
Alguém lida com um desafio, procura soluções, bate sucessivamente em paredes/obstáculos/dificuldades. Uma vez após outra implementa planos de ação, estratégias. Aventura-se fora da zona de conforto, com coragem atira-se para o desconhecido. O tempo passa e o resultado pretendido não aparece. O que fazer? Como interpretar a informação recebida (feedback)? O que significa isto? Significa que devo desistir (pois receber 100 vezes o feedback de que não está a funcionar como eu queria é um feedback consistente)? Ou significa que devo persistir (pois talvez a próxima estratégia seja a de sucesso)?
Tantas vezes surge esta pergunta nos mais variados contextos:
- a empresa está a ter resultados negativos pelo quarto ano consecutivo, apesar de mudanças sucessivas de estratégia. Devemos mudar mais uma vez ou fechar a empresa?
- já terminei e reatei uma relação com a mesma pessoa várias vezes. Devo reatar mais uma vez ou aceitar que esta relação nunca vai funcionar?
- tenho um colaborador a quem dei várias hipóteses de melhorar a performance, já o ajudei com vários estímulos motivacionais. Devo continuar a apoiá-lo ou desistir dele?
O que faço?
Grande pergunta, não é? Como agir? Aqui ficam alguns possíveis caminhos:
1. Criar uma validação externa mensurável. Do género: vou persistir durante mais x meses. Assumo o compromisso de me manter ativo na busca do objetivo apenas durante esse período. Depois mudo de objetivo se não tiver chegado lá!
2. Criar uma validação emocional. Do género: enquanto for emocionalmente válido, continuarei a persistir. Enquanto sentir que é o objetivo é suficientemente importante, persigo-o.
3. Fazer o estudo do que podemos ganhar e perder ao persistir/desistir:
*o que ganho ao persistir?
*o que perco ao persistir?
*o que ganho ao desistir?
*o que perco ao desistir?
4. Faço uma coisa que adore, que me deixe num estado emocional agradável e estável. Que me deixe seguro e inspirado. E nessa altura, disparo a pergunta, "O que me diz o meu coração? Diz-me para avançar ou retroceder?"
Pessoalmente, vou olhar com carinho para as estratégias que acabei de listar, seleccionar uma delas e avançar novamente para a pergunta inicial!
Alguém lida com um desafio, procura soluções, bate sucessivamente em paredes/obstáculos/dificuldades. Uma vez após outra implementa planos de ação, estratégias. Aventura-se fora da zona de conforto, com coragem atira-se para o desconhecido. O tempo passa e o resultado pretendido não aparece. O que fazer? Como interpretar a informação recebida (feedback)? O que significa isto? Significa que devo desistir (pois receber 100 vezes o feedback de que não está a funcionar como eu queria é um feedback consistente)? Ou significa que devo persistir (pois talvez a próxima estratégia seja a de sucesso)?
Tantas vezes surge esta pergunta nos mais variados contextos:
- a empresa está a ter resultados negativos pelo quarto ano consecutivo, apesar de mudanças sucessivas de estratégia. Devemos mudar mais uma vez ou fechar a empresa?
- já terminei e reatei uma relação com a mesma pessoa várias vezes. Devo reatar mais uma vez ou aceitar que esta relação nunca vai funcionar?
- tenho um colaborador a quem dei várias hipóteses de melhorar a performance, já o ajudei com vários estímulos motivacionais. Devo continuar a apoiá-lo ou desistir dele?
O que faço?
Grande pergunta, não é? Como agir? Aqui ficam alguns possíveis caminhos:
1. Criar uma validação externa mensurável. Do género: vou persistir durante mais x meses. Assumo o compromisso de me manter ativo na busca do objetivo apenas durante esse período. Depois mudo de objetivo se não tiver chegado lá!
2. Criar uma validação emocional. Do género: enquanto for emocionalmente válido, continuarei a persistir. Enquanto sentir que é o objetivo é suficientemente importante, persigo-o.
3. Fazer o estudo do que podemos ganhar e perder ao persistir/desistir:
*o que ganho ao persistir?
*o que perco ao persistir?
*o que ganho ao desistir?
*o que perco ao desistir?
4. Faço uma coisa que adore, que me deixe num estado emocional agradável e estável. Que me deixe seguro e inspirado. E nessa altura, disparo a pergunta, "O que me diz o meu coração? Diz-me para avançar ou retroceder?"
Pessoalmente, vou olhar com carinho para as estratégias que acabei de listar, seleccionar uma delas e avançar novamente para a pergunta inicial!
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Novidades
Setembro é um ótimo mês para mudar. Para fazer diferente.
Marca o final do Verão e a chegada do maravilhoso Outono. Adoro o Outono. É a estação da serenidade, da preparação para a profunda introspeção invernal.
Como vais usar as últimas três semanas de Verão?
A LIFE Training (www.lifetraining.com.pt) vai ter novidades verdadeiramente espantosas. Tudo a mudar e para melhor. Muito melhor. Vamos chegar a muito mais pessoas, com muito mais formatos. Acreditamos que vamos inspirar ainda muito mais decisões apaixonadas.
Daqui a uns dias... partilho!
Pessoalmente, vou usar estas três semanas para me preparar mesmo a sério para o Outono. Pois este Outono vai incluir dezenas de eventos, palestras, workshops e cursos. Tudo maravilhosas oportunidades de conhecer muitas pessoas, partilhar muitas aprendizagens e... viver!
O meu desejo é que possas viver um Setembro verdadeiramente mágico, crescendo e aprendendo.
Marca o final do Verão e a chegada do maravilhoso Outono. Adoro o Outono. É a estação da serenidade, da preparação para a profunda introspeção invernal.
Como vais usar as últimas três semanas de Verão?
A LIFE Training (www.lifetraining.com.pt) vai ter novidades verdadeiramente espantosas. Tudo a mudar e para melhor. Muito melhor. Vamos chegar a muito mais pessoas, com muito mais formatos. Acreditamos que vamos inspirar ainda muito mais decisões apaixonadas.
Daqui a uns dias... partilho!
Pessoalmente, vou usar estas três semanas para me preparar mesmo a sério para o Outono. Pois este Outono vai incluir dezenas de eventos, palestras, workshops e cursos. Tudo maravilhosas oportunidades de conhecer muitas pessoas, partilhar muitas aprendizagens e... viver!
O meu desejo é que possas viver um Setembro verdadeiramente mágico, crescendo e aprendendo.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Depois de dois meses, o Neuroestratégia está de volta!
Hoje para falar sobre o conceito de Vida Mágica (www.vidamagica.com)
Introduzi este conceito no livro "O Mágico Que Não Acreditava Em Magia", assim como nas palestras "LIFE 2.0: a Evolução" e gostaria de partilhá-lo também aqui no blogue.
Preparados? Aqui vamos nós...
Com base na experiência de trabalho como coach e trainer, com muitos milhares de pessoas, resumo nesta partilha algumas das principais aprendizagens.
Este é um modelo que utiliza regularmente no meu dia-a-dia e que espero te seja também útil. Comecemos por aquilo a que chamo de Vida Pequena (e que serve de contraponto à Vida Grande ou Vida Mágica). Na Vida Pequena, os alicerces do nosso pensamento são os seguintes:
1. Limites: pensamos muitoas vezes nas coisas que não conseguimos fazer, nos resultados que não somos capazes de produzir, nos comportamentos que nos são impossíveis
2. Imersão: por estarmos a processar milhares de estímulos a cada instante, temos dificuldade em desligarmos a entrada constante de informação, ficando completamente imersos na "realidade" e sem capacidade de aceder a outras fontes de informação (como a imaginação)
3. Falta de Recursos: pensamos regularmente nos recursos de que não dispomos e que explicam a razão pela qual a nossa vida não é melhor. Falta de dinheiro, de tempo, de conhecimento, de estabilidade, de amor, de oportunidades, etc
4. Efeito: acreditamos que a maior parte dos nossos resultados são gerados por coisas que estão fora do nosso controlo, logo não dependem de nós. Não há nada a fazer!
No processo de aumento de consciência em relação à forma como interagimos com o meio e com o nosso próprio sistema (veiculadas por várias áreas do conhecimento, mais ou menos académicas, mais ou menos esotéricas) noto que ocorre uma progressiva passagem para uma vida sustentada em quatro pilares diferentes destes. São os pilares da Vida Mágica!
1.Ligação ao Propósito: descobrimos ou escolhemos um propósito de vida que é tão inspirador que passa a suportar o processo de tomada de decisão, a justificar o risco corajoso, a elevar emocionalmente todo o sistema. Pode ser um propósito muito ligado ao eu e seu desenvolvimento ou muito ligado ao nós e à contribuição.
2. Intenção: a linguagem é clara e orientada para o futuro, para aquilo que realmente queremos. Diminui a hesitação, cresce a determinação. Os sonhos passam a ser objetivos ou metas bem definidos.
3. Foco: a atenção é colocada nas coisas que realmente contribuem para o propósito e a intenção. A informação é filtrada de forma mais intencional e orientada, produzindo ganhos de eficiência.
4. Escolha: a passagem do plano mental para o plano físico é fluída, as escolhas são assumidas com mais simplicidade, por serem mais óbvias e alinhadas com os pontos anteriores.
Consegue imaginar como será a sua vida com estes quatro elementos de ligação?
Acredito que MÁGICA!
Hoje para falar sobre o conceito de Vida Mágica (www.vidamagica.com)
Introduzi este conceito no livro "O Mágico Que Não Acreditava Em Magia", assim como nas palestras "LIFE 2.0: a Evolução" e gostaria de partilhá-lo também aqui no blogue.
Preparados? Aqui vamos nós...
Com base na experiência de trabalho como coach e trainer, com muitos milhares de pessoas, resumo nesta partilha algumas das principais aprendizagens.
Este é um modelo que utiliza regularmente no meu dia-a-dia e que espero te seja também útil. Comecemos por aquilo a que chamo de Vida Pequena (e que serve de contraponto à Vida Grande ou Vida Mágica). Na Vida Pequena, os alicerces do nosso pensamento são os seguintes:
1. Limites: pensamos muitoas vezes nas coisas que não conseguimos fazer, nos resultados que não somos capazes de produzir, nos comportamentos que nos são impossíveis
2. Imersão: por estarmos a processar milhares de estímulos a cada instante, temos dificuldade em desligarmos a entrada constante de informação, ficando completamente imersos na "realidade" e sem capacidade de aceder a outras fontes de informação (como a imaginação)
3. Falta de Recursos: pensamos regularmente nos recursos de que não dispomos e que explicam a razão pela qual a nossa vida não é melhor. Falta de dinheiro, de tempo, de conhecimento, de estabilidade, de amor, de oportunidades, etc
4. Efeito: acreditamos que a maior parte dos nossos resultados são gerados por coisas que estão fora do nosso controlo, logo não dependem de nós. Não há nada a fazer!
No processo de aumento de consciência em relação à forma como interagimos com o meio e com o nosso próprio sistema (veiculadas por várias áreas do conhecimento, mais ou menos académicas, mais ou menos esotéricas) noto que ocorre uma progressiva passagem para uma vida sustentada em quatro pilares diferentes destes. São os pilares da Vida Mágica!
1.Ligação ao Propósito: descobrimos ou escolhemos um propósito de vida que é tão inspirador que passa a suportar o processo de tomada de decisão, a justificar o risco corajoso, a elevar emocionalmente todo o sistema. Pode ser um propósito muito ligado ao eu e seu desenvolvimento ou muito ligado ao nós e à contribuição.
2. Intenção: a linguagem é clara e orientada para o futuro, para aquilo que realmente queremos. Diminui a hesitação, cresce a determinação. Os sonhos passam a ser objetivos ou metas bem definidos.
3. Foco: a atenção é colocada nas coisas que realmente contribuem para o propósito e a intenção. A informação é filtrada de forma mais intencional e orientada, produzindo ganhos de eficiência.
4. Escolha: a passagem do plano mental para o plano físico é fluída, as escolhas são assumidas com mais simplicidade, por serem mais óbvias e alinhadas com os pontos anteriores.
Consegue imaginar como será a sua vida com estes quatro elementos de ligação?
Acredito que MÁGICA!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Curso Online de Linguística Mágica
Toda a palavra é uma generalização (incluindo esta), resumindo num pequeno conjunto de sons uma quantidade enorme de informação.
Usando as palavras, o ser humano consegue comunicar sobre coisas específicas e abstratas, sobre o passado e o futuro, sobre o conhecido e o desconhecido... Cada palavra utilizada tem o dom de acender redes neuronais com ligações infindáveis, a capacidade de hipnotizar emissor e recetor... Pois cada um mergulha nas ligações que possui para essa palavra. Algumas palavras têm significados estruturalmente semelhantes para todos os membros de uma determinada cultura, outras têm ainda liberdade significativa...
Quando usas uma palavra, crias uma realidade. Serás que crias sempre, com as tuas palavras, a melhor realidade para ti e para os outros? O Curso de Linguística Mágica irá permitir que, ao longo de 6 lições, ganhes maior consciência sobre algumas das palavras e das estruturas frásicas que permitem criar realidade positivas e possibilitadoras.
Os resultados serão imediatos, pois começarás a integrar no teu discurso interno e externo novas estratégias linguisticas que te vão permitir fazer magia!
Cada uma das lições será enviada por email, para que possas ler, estudar e praticar quando quiseres. Todas as lições conterão tarefas práticas e dicas sobre como condicionar positivamente os conhecimentos do curso.
As inscrições, que são gratuitas, terminam às 24h do dia 4/Maio. Depois todos os participantes receberão um email de confirmação e o curso começa no dia 7 de Maio, com as lições a seguirem a cada 3 dias. Vamos fazer magia!
Inscrições através do email linguisticamagica@lifetraining.com.pt,fazendo referência ao nome, email, idade, localidade e atividades principal (profissional ou outra).
Obrigado pela participação e divulgação!
Usando as palavras, o ser humano consegue comunicar sobre coisas específicas e abstratas, sobre o passado e o futuro, sobre o conhecido e o desconhecido... Cada palavra utilizada tem o dom de acender redes neuronais com ligações infindáveis, a capacidade de hipnotizar emissor e recetor... Pois cada um mergulha nas ligações que possui para essa palavra. Algumas palavras têm significados estruturalmente semelhantes para todos os membros de uma determinada cultura, outras têm ainda liberdade significativa...
Quando usas uma palavra, crias uma realidade. Serás que crias sempre, com as tuas palavras, a melhor realidade para ti e para os outros? O Curso de Linguística Mágica irá permitir que, ao longo de 6 lições, ganhes maior consciência sobre algumas das palavras e das estruturas frásicas que permitem criar realidade positivas e possibilitadoras.
Os resultados serão imediatos, pois começarás a integrar no teu discurso interno e externo novas estratégias linguisticas que te vão permitir fazer magia!
Cada uma das lições será enviada por email, para que possas ler, estudar e praticar quando quiseres. Todas as lições conterão tarefas práticas e dicas sobre como condicionar positivamente os conhecimentos do curso.
As inscrições, que são gratuitas, terminam às 24h do dia 4/Maio. Depois todos os participantes receberão um email de confirmação e o curso começa no dia 7 de Maio, com as lições a seguirem a cada 3 dias. Vamos fazer magia!
Inscrições através do email linguisticamagica@lifetraining.com.pt,fazendo referência ao nome, email, idade, localidade e atividades principal (profissional ou outra).
Obrigado pela participação e divulgação!
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Linguística
terça-feira, 24 de abril de 2012
O que é e o que não é
O que é? Respondemos a esta questão utilizando a informação recolhida pelos nossos sentidos, a nossa perceção sensorial.
O que não é? Respondemos a esta questão utilizando a nossa imaginação, projetando na nossa mente imagens, sons e sensações que não são captadas pelos nossos sentidos.
A cada momento da nossa vida podemos colocar o nosso foco sobre o que é e/ou sobre o que não é. Exploremos um pouco o resultado expectável da colocação do foco:
1. O QUE É!
Quando alguém apenas se foca no que é, tem tendência a manter os mesmo resultados, tem tendência a alimentar o status quo, a eternizar a realidade. Agirá quase sempre por reação ao que é, aquilo que já existe e terá dificuldade em introduzir mudança ou usar criatividade!
2. O QUE NÃO É!
Quando alguém apenas se foca no que não é, terá tendência a viver no "mundo da lua", uma realidade alternativa pintada com as cores da criatividade e assente nos mecanismos do sonho e da ilusão. Terá provavelmente dificuldade em interagir com os outros (pois eles não "vêem") e em provocar mudança real no mundo, pois não observa/interage com o que é.
3. O QUE É E O QUE NÃO É!
Quando alguém cria um equilíbrio entre o que já existe e aquilo que ainda não existe, consegue utilizar o famoso DoubleThink, ficando com dois caminhos altamente poderosos à sua disposição:
a) criar primeiro, esquecendo todas as barreiras do presente e focando-se apenas num futuro imaginário para, logo a seguir, descer à realidade e estudar formas de criar pontes entre o que já existe e este futuro criado. Sonhar primeiro e desenhar planos reais depois!
b) estudar tudo o que já existe, observar com atenção para, seguidamente, imaginar como poderá ser a realidade depois de alterado o que não funciona ou poderia funcionar melhor. Uma autêntica abordagem estruturada de melhoria criativa!
No meu dia-a-dia, trabalhando com milhares de pessoas em situações de treino de competência, reparo com interesse como nem sempre está patente o acesso à terceira estratégia. Como tantas vezes (nas relações pessoais como na profissão) as pessoas se ligam apenas ao que já é, não imaginado como poderia ser melhor e o que poderiam fazer agora para lá chegar. E como tantas outras vezes (nas relações pessoais como na profissão) se dedicam arduamente a habitar um mundo imaginário, sem qualquer ligação terrena, em que não chegam a agir e a provocar mudança por não se relacionarem seriamente com o que está efetivamente a acontecer.
Consegue imaginar como pode ser difícil encontrar um emprego, construir um percurso profissional de sucesso, ter energia e saúde, alimentar relações mágicas ou alcançar qualquer outro resultado considerado desejável sem aprender a, simultaneamente, observar atentamente o que já é e criar ambiciosamente o que ainda não é?
Cumprimentos mágicos do vosso amigo Pedro!
PS Nos próximos dias divulgo datas para os próximos eventos LIFE 2.0. Desta feita, para além de Porto e Lisboa, vamos muito provavelmente contemplar também o Minho, Beiras e Algarve!
O que não é? Respondemos a esta questão utilizando a nossa imaginação, projetando na nossa mente imagens, sons e sensações que não são captadas pelos nossos sentidos.
A cada momento da nossa vida podemos colocar o nosso foco sobre o que é e/ou sobre o que não é. Exploremos um pouco o resultado expectável da colocação do foco:
1. O QUE É!
Quando alguém apenas se foca no que é, tem tendência a manter os mesmo resultados, tem tendência a alimentar o status quo, a eternizar a realidade. Agirá quase sempre por reação ao que é, aquilo que já existe e terá dificuldade em introduzir mudança ou usar criatividade!
2. O QUE NÃO É!
Quando alguém apenas se foca no que não é, terá tendência a viver no "mundo da lua", uma realidade alternativa pintada com as cores da criatividade e assente nos mecanismos do sonho e da ilusão. Terá provavelmente dificuldade em interagir com os outros (pois eles não "vêem") e em provocar mudança real no mundo, pois não observa/interage com o que é.
3. O QUE É E O QUE NÃO É!
Quando alguém cria um equilíbrio entre o que já existe e aquilo que ainda não existe, consegue utilizar o famoso DoubleThink, ficando com dois caminhos altamente poderosos à sua disposição:
a) criar primeiro, esquecendo todas as barreiras do presente e focando-se apenas num futuro imaginário para, logo a seguir, descer à realidade e estudar formas de criar pontes entre o que já existe e este futuro criado. Sonhar primeiro e desenhar planos reais depois!
b) estudar tudo o que já existe, observar com atenção para, seguidamente, imaginar como poderá ser a realidade depois de alterado o que não funciona ou poderia funcionar melhor. Uma autêntica abordagem estruturada de melhoria criativa!
No meu dia-a-dia, trabalhando com milhares de pessoas em situações de treino de competência, reparo com interesse como nem sempre está patente o acesso à terceira estratégia. Como tantas vezes (nas relações pessoais como na profissão) as pessoas se ligam apenas ao que já é, não imaginado como poderia ser melhor e o que poderiam fazer agora para lá chegar. E como tantas outras vezes (nas relações pessoais como na profissão) se dedicam arduamente a habitar um mundo imaginário, sem qualquer ligação terrena, em que não chegam a agir e a provocar mudança por não se relacionarem seriamente com o que está efetivamente a acontecer.
Consegue imaginar como pode ser difícil encontrar um emprego, construir um percurso profissional de sucesso, ter energia e saúde, alimentar relações mágicas ou alcançar qualquer outro resultado considerado desejável sem aprender a, simultaneamente, observar atentamente o que já é e criar ambiciosamente o que ainda não é?
Cumprimentos mágicos do vosso amigo Pedro!
PS Nos próximos dias divulgo datas para os próximos eventos LIFE 2.0. Desta feita, para além de Porto e Lisboa, vamos muito provavelmente contemplar também o Minho, Beiras e Algarve!
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
Uma reflexão sobre o Orgulho
Uma interessante discussão no seio da equipa da LIFE Training sobre o sentimento do orgulho, motivou-me para escrever este post. Há muito que tinha vontade de o fazer, até porque observo com interesse a utilização alargada desta palavra. Acho que vai gostar destas reflexões. Por favor, sinta-se à vontade para comentar e partilhar!
O orgulho é assim definido na Wikipedia
"Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Em Português a palavra Orgulho pode ser vista tanto como uma atitude positiva como negativa dependendo das circunstâncias. Assim, o termo "pode" ser empregado de maneira errada tanto como sinônimo de soberba e arrogância quanto para indicar dignidade ou brio."
No fabuloso estudo sobre emoções do Dr. David Hawkins (em Power vs Force), o Orgulho é apresentada como a última das emoções negativas (obtendo 175 numa escala em que a emoção neutra é alcançada aos 200 pontos e se torna positiva a partir daí; para quem quiser perceber melhor como esta escala funciona, aconselho vivamente este livro, considerado pelo Dr. Wayne W. Dyer o mais importante livro que leu na década de 90).
Aqui vão as minhas reflexões pessoais:
- o Orgulho está ligado ao Eu (talvez alguns afirmem que está ligado ao conceito do Ego), pois fico orgulhoso de coisas, eventos ou pessoas em função da sua ligação comigo. Fico orgulhoso do meu país, da minha equipa, dos meus filhos, do meu trabalho, da minha reação, do meu resultado. É quase como se o motivo de destaque fosse a relação comigo! ;-)
- o Orgulho está ligado a um quadro de referência e comparação. Fico orgulhoso por comparação com outras coisas, eventos ou pessoas que não estão relacionadas comigo. Fico orgulhoso do meu filho por comparação com os filhos dos outros. Sinto-me orgulhoso do meu país por comparação com os outros países.
- o espectro sentimental do Orgulho parece acabar na Vergonha. Quando aquilo pelo qual estou orgulhoso termina ou se altera fortemente, passo a sentir vergonha. E a Vergonha é um dos mais negativos sentimentos humanos. Quando o orgulho termina, muitos passam diretamente para a vergonha dos filhos, do país, do clube, do seu comportamento, da sua reação, etc.
Pessoalmente, optei, há anos, por me distanciar deste sentimento. Fico contente pelos meus filhos, ou pelo meu país, ou pelo meu clube, ou pela minha empresa (em vez de ficar orgulhoso).
Faça um pequeno treino linguístico. Sinta a diferença ao dizer as seguintes frases:
- Sinto-me orgulhoso de... (complete a frase com algo que faça sentido para si)
- Estou contente por... (complete a frase com algo que faça sentido para si)
Consegue perceber a diferença? Em que zona da sua fisiologia sente a diferença? Bom trabalho!
Fico contente por si! ;-)
O orgulho é assim definido na Wikipedia
"Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Em Português a palavra Orgulho pode ser vista tanto como uma atitude positiva como negativa dependendo das circunstâncias. Assim, o termo "pode" ser empregado de maneira errada tanto como sinônimo de soberba e arrogância quanto para indicar dignidade ou brio."
No fabuloso estudo sobre emoções do Dr. David Hawkins (em Power vs Force), o Orgulho é apresentada como a última das emoções negativas (obtendo 175 numa escala em que a emoção neutra é alcançada aos 200 pontos e se torna positiva a partir daí; para quem quiser perceber melhor como esta escala funciona, aconselho vivamente este livro, considerado pelo Dr. Wayne W. Dyer o mais importante livro que leu na década de 90).
Aqui vão as minhas reflexões pessoais:
- o Orgulho está ligado ao Eu (talvez alguns afirmem que está ligado ao conceito do Ego), pois fico orgulhoso de coisas, eventos ou pessoas em função da sua ligação comigo. Fico orgulhoso do meu país, da minha equipa, dos meus filhos, do meu trabalho, da minha reação, do meu resultado. É quase como se o motivo de destaque fosse a relação comigo! ;-)
- o Orgulho está ligado a um quadro de referência e comparação. Fico orgulhoso por comparação com outras coisas, eventos ou pessoas que não estão relacionadas comigo. Fico orgulhoso do meu filho por comparação com os filhos dos outros. Sinto-me orgulhoso do meu país por comparação com os outros países.
- o espectro sentimental do Orgulho parece acabar na Vergonha. Quando aquilo pelo qual estou orgulhoso termina ou se altera fortemente, passo a sentir vergonha. E a Vergonha é um dos mais negativos sentimentos humanos. Quando o orgulho termina, muitos passam diretamente para a vergonha dos filhos, do país, do clube, do seu comportamento, da sua reação, etc.
Pessoalmente, optei, há anos, por me distanciar deste sentimento. Fico contente pelos meus filhos, ou pelo meu país, ou pelo meu clube, ou pela minha empresa (em vez de ficar orgulhoso).
Faça um pequeno treino linguístico. Sinta a diferença ao dizer as seguintes frases:
- Sinto-me orgulhoso de... (complete a frase com algo que faça sentido para si)
- Estou contente por... (complete a frase com algo que faça sentido para si)
Consegue perceber a diferença? Em que zona da sua fisiologia sente a diferença? Bom trabalho!
Fico contente por si! ;-)
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